As "cidades do futuro" pretendem ser verdes, sustentáveis, inteligentes e low cost. Isto já existe. Chama-se "Campo". Frederico Lucas

Sunday, April 29, 2007

LIDOCAR


Cada vez se torna necessário LIDOCAR ...

Mas o que é isso de lidocar?

Lidocar é uma nova palavra ou melhor um acrónimo. Reúne as várias facetas fundamentais do fenómeno empreendedorismo e traduz como funciona a mente de um empreendedor.
Lucro
Inovação
Dinamismo
Oportunidades
Criatividade
Autonomia
Risco

A nossa sociedade não tem carência de talentos, mas talvez o tenha de empreendorismo, é bom que esta nova palavra entre nos dicionários e inspire as acções dos portugueses.

Seja positivo e Lidoque sem esquecer que o insucesso faz parte da actividade empreendedora, não desista ...

Friday, April 27, 2007

5000!

Cinco mil visitas...

Um momento para agradecer aqueles que nos visitam, à google que nos aloja, aos comentadores que são o motivo da existência deste espaço, e principalmente aos participantes que aceitaram expôr-se em nome de uma sociedade melhor, mais competitiva, em síntese, uma sociedade sustentável.

A todos muito obrigado!

Engenharia natural

A Engenharia natural utiliza técnicas ainda pouco conhecidas e utilizadas em Portugal, ao contrário de outro países europeus.

Sao técnicas baseadas em critérios mecânicos, biológicos e ecológicos, que se caracterizam pela utilização conjunta de materiais de construção vivos e inertes.

Utilizados na estabilização e controlo de erosão em margens de linhas de água ou em taludes de redes viárias. Renaturalização, quando se pretende repor as condições naturais do local através da implementação de vegetação autóctone. Paisagísticos, quando se pretende enquadrar a intervenção com a zona circundante.
São uma boa alternativa ás técnicas agressivas, que utilizam o betão, quer em termos ambientais e paisagísticos como económicos.

Mais informação em Apena e Engenharia Verde

Ideia retirada aqui.

"Quem nao muda vira poste"

VIGORA há 30 anos um pacto de regime sobre a lei laboral em Portugal. Um pacto de silêncio, sustentado por falta de coragem política e pela nossa tradicional tendência para nos «encostarmos» às instituições e aos direitos adquiridos. Nenhum partido, nenhum líder ou governo ousou sequer propor o debate sério sobre este tema.

texto completo em Expresso

Thursday, April 26, 2007

"O Novo Capital" III

"Portugal precisa de se tornar Plano. Portugal precisa de ganhar Rede. Portugal precisa de entrar na Rede. Portugal precisa de passar a estar na Rede. Não é um acto administrativo. Não se faz por Decreto. Faz-se dia-a-dia. No interior, no litoral. Muito nas Cidades, mas também nas zonas rurais. Cada vez menos em Lisboa. Cada vez mais nos quilómetros do território. Andar em Portugal é perceber que a oportunidade da Competitividade não está perdida. Mais quenunca, está em cima da mesa, Não a qualquer preço. Com e para as pessoas. Com a coesão social."

in "O Novo Capital" de Francisco Jaime Quesado, edição RESXXI

Sunday, April 22, 2007

Novo Paradigma de Gestão

Por coincidência encontrei este livro, "Pessoas Decentes Empresa Decente".

Este livro da autoria do casal Bob e Lyn Turknett propõem uma revisão de valores. Grandes escândalos financeiros como os da Enron, WorldCom e Parmalat fazem reflectir a respeito do carácter das pessoas por trás das instituições. Que conduta moral conduz as suas vidas? Quais os seus valores? Urge a formação de líderes que possam transformar as empresas em organizações éticas que respeitem clientes, funcionários e comunidade.


A integridade e a personalidade são o fio condutor de uma boa liderança e devem ser reforçadas com valores como respeito e responsabilidade, este é o conceito que motivou o aparecimento deste livro.

Por vezes as preocupações éticas foram anuladas e comportamentos "espertos" foram enaltecidos. Os erros de um líder, podem ser corrigidos, mas as falhas de integridade não. Isto é tão aplicável a pequenas empresas como a multinacionais.

Este livro e um mail de uma pessoa que tem ganho o meu respeito, recordaram-me que é possível vencer, mas há pessoas fracas que são "decision makers", mas o posto não lhes dá acesso à razão, logo não nos podem fazer desistir.

Saturday, April 21, 2007

Mentalidades que promovem a interioridade

É com o maior dos gostos que começo a minha colaboração neste blog. Isto porque este blog versa sobre uma temática que me fascina e pela qual acho que passa a evolução da sociedade, apostar na inclusão, nomeadamente através da inovação, seja ela tecnológica, de métodos, ou simplesmente de mentalidades.

Para abrir as hostilidades, vou contar uma história, pois estas ajudam a quebrar o gelo ... Na passada semana tive uma entrevista de emprego. Sempre tive pequenos empregos o que me leva a não aspirar a um mundo cor-de-rosa, mas como qualquer recém-licenciado ainda cultivo em mim a esperança que o mundo profissional possa ser algo íntegro, motivador e compensador, mas esta entrevista veio esclarecer-me que o preto domina sobre outras tonalidades.

A entrevistadora cumprimentou-me com uma pergunta sobre qual era a minha licenciatura, ao que respondi Marketing, ela retribuiu com a seguinte tirada: "bem então é mais um para o desemprego". Esta foi uma de muitas pérolas, como por exemplo," actualmente os trabalhadores para serem rentáveis têm de trabalhar por pessoa e meia e com ordenados ajustados à crise", boa fórmula não? pessoa e meia por meio ordenado.
Para nos situarmos não estamos a falar de alguém caquéctico um dinossauro desajustado da realidade, esta senhora está na casa dos trinta e alguns anos e é a responsável no Interior do país de uma empresa com nome no mercado, detentora de várias representações espalhadas pelo país. No desenrolar da entrevista, pergunta-me o que acho da agressividade actual dos mercados? Eu respondi que é a evolução natural da concorrência, mas a agressividade não deve ser desregrada, existe um grupo de valores que têm de ser respeitado (meio ambiente, inclusão social, direitos humanos, integridade, ...) ... então a senhora iluminou-me dizendo que o meu curso não me tinha preparado, números, tudo são números e a busca de motivação nas empresas é apenas um motivo para escrever livros.
Já tendo desistido de lutar por tal trabalho, apenas me restou lutar pelas minhas crenças, e foi o que fiz quando me perguntou o que era vender. Rapidamente e ritmadamente, expus o meu conceito de venda. Vender não deve ser sinónimo de enganar, qualquer venda deve ser concebida a longo prazo, as necessidades dos clientes devem ser a pedra basilar da oferta e acima de tudo temos de ser profissionais e honrar a palavra. Novamente fui esclarecido que a minha formação foi desadequada, para vender vale tudo, enganar, iludir, usar subterfúgios, criticar a concorrência ao invés de valorizar internamente.
O porque desta história neste blog, porque esta senhora é responsável por todo Interior??? É este o tipico administrador de empresas no interior, promove o jogo do vale tudo. Tentam encher os bolsos à conta de todos, e praticam uma escravatura encapotada sobre o nome de crise relativamente aos seus colaboradores.
Sendo assim é natural que a interioridade subsista à inclusão.
Desculpem o desabafo, mas esta é um dos aspectos principais que penso ser necessário inovar, para permitir a inclusão e evolução de todo o país. Se acharem que estou errado, por favor informem pode ser que pense pedir uma indemnização aos meus professores.

Inovar.te na Prova Oral

Vasco Sousa e André Sousa estiveram no Programa da Prova Oral a falar sobre inovação.

Um programa a não perder.

Friday, April 20, 2007

Networking



Decorreu esta manhã a conferência «Policies for regional innovation clusters» na Comissão de Coordenação da Região Centro, apresentada pelo norueguês Arne Isaksen.

Foram enumeradas as "boas práticas" das políticas de dinamização/constituição de clusters e apresentados os casos de sucesso na Noruega, medidos pelos nrs. de trabalhadores que afectam: Dezenas de milhares em alguns casos!

Aparentemente, não existe qualquer impossibilidade de Portugal constituir nos seus territórios diversos tipos de clusters. Aliás, existe um obstáculo. APENAS UM: INCAPACIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO DE "NETWORKING"

Portugal ainda vive a fase em que considera o vizinho da frente é o seu concorrente, e por isso dorme com os seus conhecimentos debaixo da almofada. Um dia, daqui a muitos anos, vamos descobrir que os nossos concorrentes mais próximos moram a 1000 kms da nossa sede e que esses, tomaram conta do mercado porque constituíram parcerias locais, regionais, nacionais e continentais.

Identificado o óbice do atraso estrutural de Portugal, vamos combatê-lo:

PROCURE PARCEIROS PARA PARTILHAR CONHECIMENTO

PARTICIPE EM "MAILING LISTS", NÃO AS UTILIZANDO APENAS PARA SABER O QUE OS OUTROS PENSAM

SEJA POSITIVO: PENSE GLOBAL

Wednesday, April 18, 2007

"O Novo Capital" II

"A Europa está em Mudança. Portugal está à Espera. Nos ciclos turbulentos da globalização, eficiência é sinónimo de actuação estruturada e sustentada. Portugal tem uma oportunidade única de fazer da "governância regional" um acto decisivo no sucesso da construção duma sociedade do conhecimento competitiva e justa que todos ambicionamos."

in "O Novo Capital" de Francisco Jaime Quesado, edição RESXXI

Sunday, April 15, 2007

As tribos de viajantes em 2020

"Os passageiros do futuro vão exigir níveis mais elevados de controlo, conforto e segurança e personalização, conclui o relatório ‘As tribos de viajantes do futuro-2020’ realizado pela Henley Centre HeadlightVision em parceria com a Amadeus.
(...)
Ao mesmo tempo, vão existir viajantes que querem mais ‘personalização’ e ‘experiências’ que confiram «status». Em função destes padrões de consumo, o estudo segmentou os viajantes do ano 2020 em quatro tribos: seniores activos (que terão entre 50 e 75 anos daqui a 15 anos), clãs globais (os que viajam para visitar família e amigos), os cosmopolitas (vivem e trabalham em diferentes regiões tirando partido da queda de preços das tarifas e de trabalho flexível) e os executivos globais (que viajam em primeira classe ou táxi aéreo)."

texto completo em Expresso

Saturday, April 14, 2007

"O Novo Capital" de Francisco Jaime Quesado



"(...) Não se pode conceber uma aposta na competitividade estratégica do país sem entender e atender à coesão territorial, sendo por isso decisivo o sentido das efectivas apostas de desenvolvimento regional de consolidação de "clusters de conhecimento" sustentados.

O papel das pessoas é decisivo. São cada vez mais necessários "actores do conhecimento" capazes de induzir dinâmicas de diferenciação qualitativa nos territórios. Capazes de conciliar uma necessária boa coordenação das opções centrais com as capacidades de criatividade local. Capazes de dar sentido à "vantagem competitiva" de Portugal, numa sociedade que se pretende em rede."


Leitura recomendada.
Edções ResXXI

Wednesday, April 11, 2007

Biodiesel

O Biodiesel refere-se a um combustível alternativo ao diesel, renovável e biodegradável, obtido unicamente a partir da reação química de óleos ou gorduras, de origem animal ou vegetal, com um alcool na presença de um catalisador.

O biodiesel pode ser usado misturado ao óleo diesel proveniente do petróleo, em qualquer concentração, sem necessidade de alteração nos motores diesel, já em funcionamento. A concentração de biodiesel é informada através de nomenclatura específica, definida como BX, onde X refere-se à percentagem em volume do biodiesel. Assim, B5, B20 e B100 referem-se, respectivamente, a combustíveis com uma concentração de 5%, 20% e 100% de biodiesel (puro).

O projecto piloto de cidades como Curitiba, capital do Estado do Paraná, Brasil, possuem frota de transporte colectivo movida a biodiesel. Este facto coopera para o desenvolvimento económico regional, na medida em que passa a explorar a melhor alternativa de fonte de óleo vegetal, especifico de cada região. O consumo do biodiesel em lugar do óleo diesel baseado no petróleo pode, claramente, diminuir a dependência ao petróleo e contribuir para a redução da poluição atmosférica, já que contém menores teores de enxofre e outros poluentes, além de gerar alternativas de empregos em áreas geográficas menos propícias para outras actividades económicas e, desta forma, promover a inclusão social. [Ver mais]

Cidades e Territorios do Conhecimento

A publicação não é recente mas merece bem a referência e os 16 euros como preço de capa.


A gestão e pilotagem dos territórios não pode ignorar as potencialidades que as tecnologias de informação e comunicação proporcionam, facilitando a criação de redes entre instituições, entre estas e as empresas e os cidadãos, entre regiões e países. Saber criar e dinamizar a respectiva rede, numa lógica relacional, estruturada em torno da memória territorial para apoio à decisão, constitui o desafio futuro para garantir a competitividade das cidades e dos territórios. A competitividade das regiões será potenciada numa lógica de pertença e de cooperação para que as cidades e territórios possam integrar verdadeiros sistemas de criação de valor para o cidadão e para todos os agentes locais, nacionais e internacionais.

Esta obra centra-se na aplicação do conceito de capital intelectual ao domínio territorial, com destaque para o contributo deste para o conceito de cidade do conhecimento. São apresentadas duas experiências concretas neste domínio: o caso de Mataró, Barcelona e o Caso da Rede Kognopolis, envolvendo três cidades portuguesas e três cidades de Espanha.

Tuesday, April 10, 2007

Reinventar a cozinha na Quinta das Lágrimas


Na Quinta das Lágrimas, a cozinha passou a ser um espaço aberto aos hóspedes, que podem privar com o chefe (Albano Lourenço, o único português contemplado com uma estrela Michelin) ou participar na confecção dos pratos. “Queremos que as pessoas vão à cozinha”, frisa Miguel Júdice, salientando que neste hotel “a própria cozinha passou a ser uma atracção”. Foi criado ainda um novo espaço que irá funcionar como escola de cozinha, onde serão dados cursos e onde os hóspedes poderão dar azo às suas criações gastronómicas. Em relação ao mercado empresarial, que representa uma significativa fatia de 30% da ocupação total da Quinta das Lágrimas, o objectivo de Miguel Júdice é integrar a cozinha nas acções de formação «outdoor» e de «team building».(...)“Cada vez mais, os hotéis devem oferecer experiências e sonhos aos clientes, e não apenas uma cama para dormir”, defende Miguel Júdice.

texto completo em Expresso

Sunday, April 08, 2007

Síndromo da 2.ª Circular

A 2.ª Circular de Lisboa espelha bem a excessiva concentração de serviços que hoje existe na capital do país. As competências têm passado para segundo plano em favor da geografia

Hoje, o desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) permite abordagens inovadoras, facilitando a dispersão geográfica de pessoas e funções trabalhando e contribuindo para o desenvolvimento do mesmo processo. Os chamados BPO (Business Process Outsourcing) e mais recentemente o KPO (Knowledge Process Outsourcing), são exemplos da possibilidade de dispersar serviços dentro ou fora do país.

Exemplo clássico desta abordagem é a localização de «call centers» em cidades onde o custo da mão-de-obra e da logística é bastante mais competitivo que nas grandes cidades.

texto completo em Expresso, autoria de Paulo Nordeste, Vice Presidente Executivo da PT Inovação

Friday, April 06, 2007

Começo aqui!


É com muito gosto que aceito o convite para participar no Inovação & Inclusão, uma vez que o blog retrata temáticas com as quais me identifico.

Deixo aqui uma pequena reflexão que serve, também, como breve apresentação:

Em que medida, as Universidades e outras instituições de ensino superior “do Interior” podem ter um papel fundamental na captação, preparação e fixação de jovens, capazes de dinamizar a região?

Porque, o que de facto, acontece é que chegam muitas vezes por acaso e findo o curso, podem permanecer, caso lhes sejam facultadas condições para tal!

Wednesday, April 04, 2007

Slow atitude

Recebo um mail que partilho aqui no blog por pensar que pode enriquecer a discussão. É decerto arriscado falar em "slow atitude" em portugal mas vale pelo conceito que lhe está subjacente e pelo sentido que queremos dar às nossas vidas e à nossa maneira de estar na mesma... convido então à leitura:



"Já vai para 16 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante.

Qualquer projeto aqui demora 2 anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É Regra.

Então, nos processos globais, nós (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) ficamos aflitos por resultados imediatos, uma ansiedade
generalizada. Porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo.

Os suecos discutem, discutem, fazem "n" reuniões, ponderações. E trabalham num esquema bem mais "slow down". O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.

Vou contar para vocês uma breve só para dar noção.
A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca.. Chegávamos cedo na Volvo
ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro... Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei:*
"Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final." Ele me respondeu
simples assim: "É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da
porta. Você não acha?"

A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser".

Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses.

E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.

Essa chamada "slow atitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it now" (faça já).

Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem ter menor produtividade.

Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress".

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do "local", presente e concreto em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé.

Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor.

Gostaria de que você pensasse um pouco sobre isso...

Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de
desenfreada loucura?

Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa" até para aumentar a produtividade e qualidade de
nossos produtos e serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"?