<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375</id><updated>2012-01-06T21:45:56.209Z</updated><category term='Alerta Verde'/><category term='Desenvolvimento Regional'/><category term='Teletrabalho'/><category term='&apos;I made a mistake&apos; admits Greenspan'/><category term='Capital Social'/><category term='Êxodo Urbano'/><category term='Nearshoring'/><category term='Inovação Territorial'/><category term='Sustentabilidade Familiar'/><category term='Não saia do seu lugar (6ª feira)'/><category term='The Star Tracker'/><category term='Solidariedade Social'/><category term='Globalização'/><category term='coworking'/><category term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><category term='eco-sustentabilidade'/><category term='Economia DNS'/><category term='Sharing Economy'/><category term='Novos Povoadores'/><category term='Ordenamento ou falta dele'/><category term='Actualidade'/><category term='Educação e Conhecimento'/><category term='Desenvolvimento Local'/><category term='Cultura'/><category term='Reflexões'/><category term='Especulação'/><category term='Geração Sem Remuneração'/><category term='Empregabilidade'/><category term='Empreendedorismo'/><category term='Jumento'/><category term='criar2009'/><category term='Inovação'/><category term='EN'/><category term='Press Release'/><category term='Sustentabilidade'/><title type='text'>Inovação e Inclusão</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>504</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-9154980329791961234</id><published>2012-01-03T11:45:00.001Z</published><updated>2012-01-03T11:51:10.933Z</updated><title type='text'>Novo Parque de Ciência vai ter laboratórios para apoiar empresas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-d7Z_tRAciXc/Tk42hvkEmQI/AAAAAAAAmB0/MgQk11RGrYc/s1600/DSCF1054.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-d7Z_tRAciXc/Tk42hvkEmQI/AAAAAAAAmB0/MgQk11RGrYc/s320/DSCF1054.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="background-color: white; color: #004552; font-family: cambria, serif; font-size: 23px; font-weight: normal; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;em style="color: black; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="background-color: white; color: #004552; font-family: cambria, serif; font-size: 23px; font-weight: normal; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;em style="color: black; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo, previsto&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“nascer”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;em Évora, no próximo ano, vai agregar laboratórios para apoiar empresas em várias vertentes, como energias renováveis, ambiente e clima, agro-alimentares, protótipos e mecatrónica ou informática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Vários laboratórios vão ser instalados no parque para prestarem serviços a empresas, por exemplo no estudo de materiais e construção de protótipos”,&lt;/strong&gt;adiantou hoje Manuel Cancela d'Abreu, vice-reitor da Universidade de Évora. O responsável explicou ainda que o espaço, assim como todo o&amp;nbsp;&lt;a href="http://webb.ccdr-a.gov.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=166:inalentejo-aprova-programa-estrategico-do-sistema-regional-de-transferencia-de-tecnologia-srtt-&amp;amp;catid=1:noticias" style="color: #004552;"&gt;Sistema Regional de Transferência de Tecnologia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(SRTT) em que está integrado, num projecto para ser implementado no Alentejo e na Lezíria do Tejo, vai abranger várias vertentes de actuação.&lt;/em&gt;&lt;div class="news-body" style="color: black; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;strong&gt;“Uma delas, muito importante, é a das indústrias e empresas agro-alimentares. Outras são as energias renováveis, a mecatrónica e protótipos, as indústrias ligadas ao ambiente e ao clima e a informática”&lt;/strong&gt;, revelou. A ideia é que existam laboratórios e outras estruturas de investigação que promovam a transferência de tecnologia da Universidade de Évora e dos institutos superiores politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém para as empresas da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“O Parque de Ciência e Tecnologia e o SRTT são importantíssimos porque, hoje em dia, as empresas e as regiões desenvolvem-se e conseguem criar emprego através da inovação, pelo que é fundamental o trabalho em conjunto com as instituições de ensino superior e de investigação”&lt;/strong&gt;, frisou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SRTT vai ser criado por um consórcio de 21 parceiros e prevê um investimento global de quase 42 milhões de euros, dos quais cerca de 30 milhões (70 por cento) são apoios comunitários, através do Programa Operacional InAlentejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das vertentes mais importantes do SRTT, que também engloba incubadoras de empresas em vários pontos da região, é o Parque de Ciência e Tecnologia que, no próximo ano, vai ser construído em Évora.&lt;br /&gt;A sociedade gestora do parque, que vai também coordenar todo o SRTT, é constituída formalmente quarta-feira, na Universidade de Évora, com a assinatura da escritura. O capital da sociedade é de 575 mil euros, detido maioritariamente (quase 76 por cento) pela Universidade de Évora, seguindo-se o Banco Espírito Santo e a empresa Glintt, que actua em várias áreas, nomeadamente a informática e as energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os restantes parceiros da sociedade são a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, a Associação Nacional de Jovens Empresários, os institutos Politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém e a empresa Decsis.&lt;/div&gt;&lt;div class="news-body" style="color: black; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="news-body" style="color: black; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px; padding-top: 10px;"&gt;in &lt;a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52349&amp;amp;op=all"&gt;CiênciaHoje&lt;/a&gt;, Fotografia EDP FabLab&lt;/div&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-9154980329791961234?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/9154980329791961234/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=9154980329791961234' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/9154980329791961234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/9154980329791961234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2012/01/novo-parque-de-ciencia-vai-ter.html' title='Novo Parque de Ciência vai ter laboratórios para apoiar empresas'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-d7Z_tRAciXc/Tk42hvkEmQI/AAAAAAAAmB0/MgQk11RGrYc/s72-c/DSCF1054.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6487866059786900284</id><published>2011-12-08T22:35:00.001Z</published><updated>2011-12-08T22:38:45.626Z</updated><title type='text'>"É preciso instalar as pessoas com dignidade, é preciso dar vida às aldeias vazias"</title><content type='html'>&lt;b&gt;Gonçalo Ribeiro Telles, de 89 anos, vai ser homenageado hoje, em Lisboa, enquanto "Homem, Político, Professor, Visionário".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" height="281" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/O80pALF8nj13HbwkAUz4/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="410"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Helvetica, 'Helvetica Neue', HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 21px; margin-bottom: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Em entrevista ao SAPO, o arquiteto paisagista que já foi secretário de Estado do Ambiente de vários Governos provisórios, ministro da Qualidade de Vida e deputado, defendeu que é necessária uma nova mentalidade para o planeamento do território: "É preciso instalar as pessoas com dignidade, é preciso dar vida às aldeias vazias".&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Helvetica, 'Helvetica Neue', HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 21px; margin-bottom: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“Temos as aldeias com senhores envelhecidos, não está lá ninguém. É preciso muita coisa principalmente uma nova mentalidade para o planeamento do território”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Helvetica, 'Helvetica Neue', HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 21px; margin-bottom: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Gonçalo Ribeiro Telles considera que são muito poucos os governantes que conhecem bem o país, especialmente o mundo rural. “Há uma ignorância total do que é um território, que tem de ter uma certa população a viver com dignidade”, explicou.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Helvetica, 'Helvetica Neue', HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 21px; margin-bottom: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Para o arquiteto “é preciso tirar o maior partido possível das áreas que têm possibilidade de criar alimento. Há instrumentos para o fazer mas não são traduzidos nos planos diretores municipais. Muitas vezes são considerados como obstáculos ao desenvolvimento e ao progresso, o que é uma coisa espantosa”.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Helvetica, 'Helvetica Neue', HelveticaNeue, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 21px; margin-bottom: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A cerimónia de homenagem a Gonçalo Ribeiro Telles decorre na Fundação Calouste Gulbenkian e, entre outros, vão marcar presença Duarte de Bragança, Diogo Freitas do Amaral, Miguel Sousa Tavares, Pedro Roseta, Maria Calado, Alberto Vaz da Silva, António Barreto, Eduardo Lourenço e Mário Soares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/e-preciso-instalar-as-pessoas-co_1776.html"&gt;SAPO&lt;/a&gt;, Rita Afonso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6487866059786900284?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6487866059786900284/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6487866059786900284' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6487866059786900284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6487866059786900284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/12/e-preciso-instalar-as-pessoas-com.html' title='&quot;É preciso instalar as pessoas com dignidade, é preciso dar vida às aldeias vazias&quot;'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-7665396752921992387</id><published>2011-11-14T09:51:00.001Z</published><updated>2011-11-14T09:58:28.042Z</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO PELA INOVAÇÃO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DAn2fR9awBo/TsDlGjmUgmI/AAAAAAAAmlo/Wz0u-7RsKj4/s1600/Dialogo_71.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-DAn2fR9awBo/TsDlGjmUgmI/AAAAAAAAmlo/Wz0u-7RsKj4/s200/Dialogo_71.jpg" width="166" /&gt;&lt;/a&gt;“O interior tem de deixar de esconder a solução que tem para o&amp;nbsp;país.” É assim que Frederico Lucas aborda o desafio. Consultor de&amp;nbsp;desenvolvimento territorial e um dos mentores do projeto Novos&amp;nbsp;Povoadores, este lisboeta mudou-se para Trancoso, na Beira Alta,&amp;nbsp;em 2005. A mudança fazia sentido. “Nós adaptamo-nos depressa&amp;nbsp;à vida barata”, graceja. Só a renda de casa baixou dos 850 euros,&amp;nbsp;em Lisboa, para os 300, em Trancoso. Com a diferença de que&amp;nbsp;na vila beirã a casa é um prédio inteiro, de 12 assoalhadas. Custos&amp;nbsp;com escolas para os filhos ou alimentação são também incomparáveis, para não falar da qualidade de vida em termos sociais e&amp;nbsp;ambientais, que só se encontra nas cidades mais pequenas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;Os Novos Povoadores têm já registadas 750 famílias interessadas em&amp;nbsp;sair dos grandes centros para se fixarem no interior. O alvo privilegiado do projeto são profissionais liberais ou pequenos empresários&amp;nbsp;cujo trabalho pode perfeitamente ser feito à distância graças às&amp;nbsp;tecnologias de comunicação e informação. Quadros médios em&amp;nbsp;regime de teletrabalho podem também viver fora dos grandes centros e mesmo assim manterem-se ligados às suas organizações. A&amp;nbsp;vantagem destes novos habitantes é reavivarem zonas desertificadas, gastando localmente a riqueza que obtêm com os seus clientes ou as suas organizações em Lisboa ou no Porto. Deste modo, &amp;nbsp;dinamizam a economia local, animando o comércio e os serviços.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;Cada vez mais, as autarquias estão atentas a estas formas inovadoras de atrair massa crítica. A política de fixar pessoas com&amp;nbsp;subsídios ou emprego público não foi suficiente para impedir a&amp;nbsp;desertificação das regiões periféricas, pelo que agora se procuram novas soluções. Está na hora de rentabilizar os investimentos&amp;nbsp;feitos nos últimos anos em equipamento, aquilo a que Frederico&amp;nbsp;Lucas chama o “hardware territorial”: as estradas, hospitais, centros&amp;nbsp;desportivos e culturais construídos no interior asseguram uma qualidade de vida difícil de encontrar nos grandes polos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;Agora, é só aproveitar estas estruturas. “Já vencemos a fase do&amp;nbsp;hardware territorial, agora precisamos do &amp;nbsp;software territorial”, diz&amp;nbsp;o consultor. Esse software são as competências, os talentos e as&amp;nbsp;capacidades que podem fixar-se nestes locais com potencial de&amp;nbsp;desenvolvimento. “Neste momento já temos as condições tecnológicas”, aponta Frederico Lucas. “Só falta o clique social.” Para&amp;nbsp;esse clique, os exemplos de sucesso dos que estão a dar o salto&amp;nbsp;são vitais para despertar vontades. Quanto ao resto, sublinha o&amp;nbsp;mentor dos Novos Povoadores, “é muito importante que haja um&amp;nbsp;encontro de interesses entre o poder local, as empresas e as universidades de cada região”.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;in &lt;a href="https://www.swe.siemens.com/portugal/web_nwa/pt/PortalInternet/SalaImprensa/dialogo/Pages/Dialogo-71.aspx"&gt;Diálogo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-7665396752921992387?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/7665396752921992387/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=7665396752921992387' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7665396752921992387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7665396752921992387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/11/desenvolvimento-pela-inovacao.html' title='DESENVOLVIMENTO PELA INOVAÇÃO'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DAn2fR9awBo/TsDlGjmUgmI/AAAAAAAAmlo/Wz0u-7RsKj4/s72-c/Dialogo_71.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3165231676434589920</id><published>2011-10-23T12:29:00.000+01:00</published><updated>2011-10-23T12:29:41.609+01:00</updated><title type='text'>Aldeias tornadas centros de trabalho para jovens empreendedores</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style="font-size: 13px;"&gt;Os jovens empreendedores são os actores do projecto infoex.pt. As infra-estruturas construídas no interior do país, mas ao abandono por falta de população, são o cenário. O objectivo é acolher neste património edificado empresas e jovens, deslocando população e economia dos grandes centros para cidades de menor dimensão no interior rural. Agricultura, comunicação, agricultura e floresta são algumas das áreas estratégicas.&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Empreendedores e jovens são o «software territorial» que faz falta ao interior do país para ocupar o «hardware territorial», ou seja, infra-estruturas. Esta é a génese da criação da empresa infoex.pt - Inovação Territorial. «Os reduzidos custos de instalação de unidades empresariais no interior, os baixos custos de mão-de-obra em consequência de economias locais não inflacionadas, a qualidade de vida social e ambiental, fruto da baixa densidade e dos fortes investimentos em&amp;nbsp;&lt;img align="left" alt="" border="1" height="169" hspace="10" src="http://cafeportugal.net/resources/3/image/infoex002.jpg" style="margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; margin-top: 10px;" vspace="10" width="200" /&gt;infra-estruturas sociais nos finais do século passado, tornam estes territórios altamente atractivos para todos os empreendedores em sectores económicos suportados pelas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC)», explica Frederico Lucas, coordenador da infoex.pt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na agenda está o desenvolvimento de Working Labs, ou seja, «oficinas de experimentação profissional». As áreas para iniciar estas oficinas estão definidas e são a agricultura, geriatria, floresta, alimentação e comunicação. «Estes temas surgiram por manifestações de interesse por parte de autarcas que se interessaram por este projecto», diz o técnico de dinamização territorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frederico Lucas defende que com o Working Labs juntou «dois problemas para uma solução: muitos jovens qualificados estão desempregados e existem imensos equipamentos públicos em todos os concelhos que precisam de actividade. Sabemos que existem vários conceitos que têm tido sucesso no apoio à integração profissional dos jovens: Coworking [partilha de espaços por trabalhadores independentes]; Fab Labs [laboratórios de fabrico digital]; Mentoring [formação e desenvolvimento pessoal]. Combinamos estes conceitos no mesmo espaço, porque no território rural não é concebível um espaço para cada uma das actividades, e integramos o alojamento bem como um espaço para actividades artísticas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agricultura surge como área estratégica «porque julgo que é consensual que Portugal pode reduzir a dependência externa dos produtos agrícolas. E isso não representa um regresso ao passado. Pretendemos apoiar novas iniciativas agrícolas orientadas para as novas tendências de consumo».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O envelhecimento da população acarreta novas formas de cuidar dos mais velhos e também aqui a InfoEx quer apostar na atracção de projectos liderados por jovens para os territórios interiores. «As pessoas mais velhas pretendem manter-se nas suas casas, mas perdem algumas das suas necessidades vitais, como por exemplo a preparação das suas refeições, cuidados de saúde e higiene. A geriatria aparenta ser um mercado emergente», adianta Frederico Lucas.&lt;img align="right" alt="" border="1" height="169" hspace="10" src="http://cafeportugal.net/resources/3/image/infoex003.jpg" style="margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; margin-top: 10px;" vspace="10" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coordenador da empresa pormenoriza as razões porque inclui a floresta: «Na fileira florestal temos em conta que os fogos são uma praga que grassa no nosso território rural. O custo económico dessa degradação é incalculável. O custo social é ainda maior. Há oportunidades para esse sector pouco exploradas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sector alimentar, existem novas tendências de consumo. «Os produtos Gourmet permitem gerar mais-valias de 500% sobre os seus condimentos. E pertencem a um mercado em crescimento». Por fim, a comunicação. «A imprensa está em crise, num momento em que aumentam exponencialmente os conteúdos. A comunicação online está a atingir a quota de mercado dos meios tradicionais. Mas, as pequenas empresas portuguesas precisam de comunicar melhor. Não podem ter técnicos de comunicação em exclusivo, mas vão ter de recorrer aos seus serviços. Vão explodir os serviços de baixo custo neste sector. Trinta avenças de cinquenta euros cada totalizam o valor de um ordenado».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são sectores a investir porque «hoje o território tem o equipamento para se desenvolver. Mas falta-lhe pessoas e empresas fora das áreas metropolitanas». E neste desenvolvimento, a InfoEx conta com os «actores locais para ter sucesso». Estes «actores» são os «poderes locais, as universidades e empresas», afirma o entrevistado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Working Labs, InfoEx tem ainda outros projectos em desenvolvimento. O captar de jovens para ter residência no mundo rural e aí iniciarem a sua empresa é um desses projectos. Chama-se&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=815" style="color: #c4b578; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: olive;"&gt;&lt;b&gt;Novos Povoadores&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Próximo deste projecto está um outro designado «Aldeias Globais» que vida fazer das aldeias centros empresariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O projecto Aldeias Globais, que ainda não iniciou a comercialização, pretende transformar aldeias despovoadas em centros empresariais. São aldeias que perderam todas as infra-estruturas que as poderiam suster. Procuramos&amp;nbsp;empresas que pretendam arrendar algumas dessas casinhas para aí se instalarem, procurando novas funções para esse edificado. Julgamos que são espaços bastante apelativos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equilíbrio na distribuição da população pelo território nacional será um resultado positivo deste projecto. Inverter a tendência de acumular população no litoral e nas grandes metrópoles são sempre o objectivo dos projectos infoex.pt. Para demonstrar a relevância desta nova distribuição da população, Frederico Lucas adianta alguns números da Organização das Nações Unidas (ONU): «em Portugal, 42% da população vive em 5% do território. Apenas 3,5% da população vive em cidades médias: Coimbra e Braga. Isto significa que 42% da população vive imobilizada sobre si e 54,5% da população no ‘interior profundo’. Em 2015, 69,2% da população portuguesa viverá nas duas áreas metropolitanas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frederico Lucas sublinha que procuram parceiros para desenvolver este projecto que será de baixos custos de implementação. «Acreditamos que é possível o desenvolvimento desta iniciativa com custos bastante reduzidos. Este projecto tem de ser desenvolvido com a optimização dos recursos existentes no território, possibilitando um custo por jovem de 1500 euros. Procuramos parceiros para atingirmos esta realidade, e se possível, para que os jovens assumam apenas uma ‘taxa moderadora’, que seria uma fracção deste valor».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens com uma ideia de negócio que queiram apostar em localidades menos habitadas podem contactar a infoex.pt através do&amp;nbsp;&lt;span style="color: olive;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://infoex.pt/projectos/workinglabs/preinscricao/"&gt;formulário&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;disponível na página da Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;in &lt;a href="http://cafeportugal.net/pages/iniciativa_artigo.aspx?id=4097"&gt;Café Portugal&lt;/a&gt;, Sara Pelicano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3165231676434589920?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3165231676434589920/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3165231676434589920' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3165231676434589920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3165231676434589920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/10/aldeias-tornadas-centros-de-trabalho.html' title='Aldeias tornadas centros de trabalho para jovens empreendedores'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6521968194783470244</id><published>2011-10-13T15:58:00.001+01:00</published><updated>2011-10-13T15:59:10.487+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia DNS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco-sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><title type='text'>"O Escritório em Qualquer Lugar" por @CiscoPortugal</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YTHmDaVJlvQ/Tpb8aTRHfpI/AAAAAAAAmgU/DJVCE_WXMfc/s1600/fundorollup02B-web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="338" src="http://3.bp.blogspot.com/-YTHmDaVJlvQ/Tpb8aTRHfpI/AAAAAAAAmgU/DJVCE_WXMfc/s400/fundorollup02B-web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 19px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong&gt;Viagens longas, estar no escritório a horas certas e com flexibilidade limitada são coisas cada vez mais do passado. No futuro vamos assistir a um aumento da mobilidade no local de trabalho que vai criar o “escritório em qualquer lado”, um local onde os funcionários podem trabalhar a qualquer hora e a partir de qualquer lugar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="divFSG_texto"&gt;Quem vai ser o líder da mobilidade em 2013? Veja a resposta neste&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0a63a7;"&gt;&lt;a href="http://network.cisco.com/the-future-of-workplace-mobility.html"&gt;infográfico interactivo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="divFSG_texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 19px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;A flexibilidade e mobilidade no local de trabalho estão a tornar-se componentes atractivas nos processos de recrutamento e retenção. 66% dos profissionais de TI inquiridos afirmaram que aceitariam uma oferta de trabalho que pagasse menos para terem mais flexibilidade na utilização de dispositivos, acesso aos&amp;nbsp;&lt;em&gt;social media&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e maior mobilidade. Trabalhar a partir de casa também não incentiva a “preguiça”. 45 % dos teletrabalhadores admitem trabalhar duas e três horas extra por dia quando trabalham remotamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;div style="line-height: 19px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Aumento da produtividade e retenção de talentos são apenas dois dos benefícios de uma força de trabalho móvel. Sim, há mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 19px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Hipoteticamente, se 50 milhões de pessoas nos EUA trabalhassem a partir de casa metade do tempo, seria possível reduzir as viagens rodoviárias em cerca de 146 mil milhões de quilómetros por ano. Uma consequência de menos tempo na estrada seriam a prevenção de 77 mil acidentes e mortes no trânsito e também reduzir o consumo de petróleo em 281 milhões de barris. Para enquadrar este número, 281 milhões de barris significam 46% das importações do Golfo Pérsico.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 19px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em 2013, os trabalhadores móveis vão representar 35% da força de trabalho global. Isto mostra-nos um novo mundo de oportunidades. Está a mudar o seu negócio para o novo “Escritório em Qualquer Lado”?&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 19px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;in &lt;a href="http://ciscoportugalblog.wordpress.com/2011/10/13/o-escritorio-em-qualquer-lugar-the-anywhere-office/"&gt;Cisco Portugal&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6521968194783470244?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6521968194783470244/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6521968194783470244' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6521968194783470244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6521968194783470244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/10/o-escritorio-em-qualquer-lugar-por.html' title='&quot;O Escritório em Qualquer Lugar&quot; por @CiscoPortugal'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YTHmDaVJlvQ/Tpb8aTRHfpI/AAAAAAAAmgU/DJVCE_WXMfc/s72-c/fundorollup02B-web.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5924876287647406386</id><published>2011-09-28T11:02:00.001+01:00</published><updated>2011-10-07T15:04:31.264+01:00</updated><title type='text'>Biosfera: Voltar à Terra</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="299" src="http://player.vimeo.com/video/30160208?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0&amp;amp;autoplay=0" webkitallowfullscreen="" width="398"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5924876287647406386?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5924876287647406386/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5924876287647406386' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5924876287647406386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5924876287647406386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/09/biosfera-voltar-terra.html' title='Biosfera: Voltar à Terra'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-1548945363134843548?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/1548945363134843548/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=1548945363134843548' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1548945363134843548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1548945363134843548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/09/because-people-who-are-crazy-enough-to.html' title='Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/VCz_SiPD_X0/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-952050252186859653</id><published>2011-09-20T21:37:00.000+01:00</published><updated>2011-10-04T11:35:51.465+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação Territorial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco-sustentabilidade'/><title type='text'>Meios "eco-friendly" começam a ser vistos como uma necessidade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RXX10jLpbWE/Tnj4SSl1QQI/AAAAAAAAmdQ/u_tUAy4IoQ0/s1600/scm.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://1.bp.blogspot.com/-RXX10jLpbWE/Tnj4SSl1QQI/AAAAAAAAmdQ/u_tUAy4IoQ0/s200/scm.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 17px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;span id="internal-source-marker_0.1919062805827707" style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Mais zonas pedonais, maior utilização da bicicleta e mais medidas de acalmia de tráfego são algumas das ações que vários municípios se têm comprometido a executar, ano após ano, no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade. No entanto a sua concretização não é fácil e por vezes demora muitos anos a sair do papel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Em entrevista ao SAPO Notícias, &lt;b&gt;Sofia Caldeira Martins&lt;/b&gt;, Engª Civil Mestre em Transportes, analisou o panorama português. A especialista em mobilidade e transportes públicos comentou a atuação de Portugal neste sector, em comparação com outras cidades europeias, e identificou algumas medidas que podem ajudar a tornar o país mais sustentável. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;Como vê a gestão dos transportes públicos em Portugal?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Em Portugal a gestão dos Transportes Públicos não pode ser vista fora do seu enquadramento económico. Deste modo, podemos separar o que são as políticas de transporte nas cidades e fora destas. E esta diferença não se prende apenas com a tipologia da procura, mas também com a gestão da oferta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;No caso das cidades, a gestão dos transportes públicos está muito centrada na concessão de percursos aos diferentes operadores, na definição de horários e no equilíbrio tarifário (embora os resultados das empresas não espelhem estes princípios), deixando para segundo plano a integração e a complementaridade entre estes fornecedores e os diferentes modos que gerem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Esta realidade leva a que, numa base de sobrevivência financeira, os vários operadores centrem os seus serviços nos eixos de maior procura, concretamente nas linhas radiais de acesso aos centros, esquecendo que essas terão de ser alimentadas e que cada vez mais existem importantes deslocações transversais, já que polos habitacionais e de emprego tendem a concentrar-se fora dos limites da cidade. Apesar disto, é frequente ter de se entrar na cidade para se encontrar uma resposta eficaz para este tipo de deslocações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;O elevado número de diferentes títulos de transporte e a sua complicada integração penalizam muito a adesão aos transportes públicos.&lt;/b&gt; Também o número de transbordos, muitas vezes descoordenados, a efetuar, especialmente se estivermos a falar em linhas de média/baixa frequência, em que o tempo de espera pode facilmente atingir os 30 minutos ou mais, constitui uma fator dissuasor para um utilizador regular que disponha de alternativa economicamente acessível. Uma vez mais a questão da coordenação/ articulação, neste caso tarifária e de horários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fora das cidades, e no extremo mais oposto, o meio rural, a gestão é feita apenas (e infelizmente) com base em fatores economicistas, já que não existe, na maioria das vezes, procura regular e suficiente para viabilizar uma linha de Transportes Públicos dita “normal”, com percursos, horários e paragens previamente definidos. E é economicista porque o Estado não tem dedicado atenção suficiente a esta matéria. Todos compreendemos que os operadores privados não têm obrigação – a menos que corresponda a uma contrapartida estabelecida num contrato – de financiar a mobilidade em meio rural. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Nestes casos a solução passaria pela flexibilização da oferta, onde o leque é vasto, desde os transportes a pedido, aos sistemas de boleias organizadas, às ofertas de cariz social - geridas pela comunidade com recurso a fundos estatais de apoio social -, à complementaridade com os serviços de transporte existentes, como seja o transporte escolar, distribuição postal, etc... Estas soluções têm provado ser a resposta para o problema da carência em meios rurais um pouco por toda a Europa, com exemplos muito bem-sucedidos na aplicação de todas estas soluções. Há experiências de sucesso comprovado que podem ser estudadas e ajustadas às várias realidades que encontramos em Portugal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Em Portugal também já podemos contar com alguns casos de sucesso, como sejam Beja, onde táxis partilhados se substituem, de forma organizada e com percursos e tarifas predefinidas, aos autocarros nos dias de menor procura (tipicamente fins de semana), evitando o funcionamento em vazio e os gastos a ele associados. Mas este é um exemplo numa cidade. Em espaço rural, as soluções de sucesso encontradas não são ainda relevantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A minha perceção é de que as soluções para os problemas da gestão dos transportes fora dos meios urbanos, existem, mas há uma grande inércia e falta de motivação para a sua concretização em Portugal. A solução terá forçosamente de passar pela agilização burocrática e pela identificação dos diversos atores e a respetiva atribuição de responsabilidades e competências. Tive conhecimento informal de diversos agentes económicos interessados em gerar soluções para este tipo de problemas, mas que tipicamente esbarram no vazio legislativo e na falta de voluntarismo do poder político – aos vários níveis – para apoiar o seu esforço e convergirem em conjunto para soluções concretas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Em resumo, tudo gira à volta de apostar numa política de complementaridade, nas suas várias vertentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Portugal deveria apostar mais em meios “amigos do ambiente”? Em termos de custos e de capacidade para concretizar esta aposta, é viável?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Já foi visto como moda e agora começa a ser visto mesmo como uma necessidade. Para Portugal acompanhar as diretivas e tendências europeias e alcançar as metas energéticas a que se comprometeu terá mesmo de o fazer, e apostar seriamente em meios mais eficientes e mais eco-friendly.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Já na capacidade de concretização e de custos, tudo depende do que estivermos a falar. A maioria dos modos de transporte mais “amigos do ambiente” não tem qualquer custo adicional. Vejamos os modos suaves, como o andar a pé ou de bicicleta, que até pode ser elétrica que continua a ser energeticamente mais eficiente do que o automóvel. Para esta transição o essencial é “arrumar” as coisas: criar condições à circulação, quer seja com a construção de ciclovias - contínuas e com regras de prioridade inequívocas; uma ciclovia que liga nada a sítio nenhum não pode ser encarada como alternativa, antes como um percurso lúdico -, quer com a definição de uma rede pedonal também contínua, que não obrigue o peão a fazer gincanas nem a ultrapassar obstáculos nas suas deslocações (estacionamento abusivo, mobiliário urbano mal localizado, lancis demasiado elevados, etc...).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Se, por outro lado, nos referirmos a uma aposta forte na renovação de frotas, já será algo mais oneroso e acredito que não poderá ser considerado do dia para a noite. É algo que deverá ser faseado e muito bem estruturado, já que tipicamente é um investimento bastante elevado que só por si não representa qualquer aumento de receitas, ou seja, não verá associado um retorno financeiro direto ao nível exclusivo das receitas. Não há nenhuma evidência que a procura aumente por se passar a usar biodiesel em vez de gasóleo, por exemplo. Nestes casos os incentivos e os apoios comunitários são essenciais e deverão ser muito bem aproveitados. Uma externalidade positiva deste investimento, para além da redução das emissões, seria a redução das importações de combustíveis fósseis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;Portugal está preparado para dar aos utentes bons meios alternativos?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Economicamente, e dada a fase que atravessamos, diria que não. Mas acho que é precisamente aqui que temos oportunidade de mostrar as nossas capacidades. Se somos conhecidos por ser “desenrascados”, custa-me um bocado que seja este o fator determinante que nos impede de concretizar projetos. Digo isto, e sem qualquer visão romântica da realidade, apenas no sentido prático de que se há tanta coisa onde mexer para concretizar estas mudanças, podemos começar por aquelas que não envolvem custos, pelo menos de forma direta, mas que podem gerar externalidades económicas positivas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Podemos focar-nos, por exemplo, na intervenção ao nível das mentalidades e da cultura de deslocação, que além de não ser fácil é bastante demorada. Bastante mais do que a construção de qualquer infraestrutura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Ao nível dos transportes as grandes variáveis são o tempo e o custo associado às deslocações. E é precisamente nestas variáveis que temos de intervir, já que até agora a associação é feita sempre na dicotomia “menos tempo de deslocação = maior custo de utilização”. Ora isto não tem de ser verdade nas deslocações urbanas, por exemplo, e que representam uma grande percentagem das deslocações diárias e regulares em Portugal. Com o congestionamento crescente que se verifica dentro dos centros urbanos, não é estranho termos menores tempos de deslocação associados aos modos suaves, nomeadamente a pé e de bicicleta, do que ao automóvel, sendo naturalmente menores os custos associados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Aqui é perfeitamente enquadrável a promoção do “andar a pé” e da utilização da bicicleta como forma de deslocação cada vez mais banalizada. Ora se já estivermos alerta para esta mudança e com vontade de a viabilizar, será um bom chamariz para a aposta num investimento na sua concretização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;O processo inverso pode até ser prejudicial e um desperdício de recursos. &lt;b&gt;Há casos de ciclovias inutilizadas e abandonadas, onde foram gastos recursos para a sua construção.&lt;/b&gt; Ou seja, é importante estudar e experimentar onde é que estes investimentos podem ter sucesso antes de se investir nelas. Nós funcionamos melhor se recebermos as coisas depois de termos demonstrado que precisamos delas. Importa mudar radicalmente as abordagens a estes investimentos. A era das avaliações qualitativas e das evidências empíricas na funadamentação das opções de investimento terminou no enquadramento atual. É pena que tenha sido só agora, pois já podíamos dispor de outro tipo de infraestruturas se não tivéssemos desperdiçado recursos em investimentos que se revelaram inúteis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;Quais seriam as melhores soluções para diminuir o número de carros nas cidades portuguesas?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Na minha opinião dever-se-ia apostar na promoção dos modos suaves e da utilização do Transporte Público, o que passa por investir nas medidas referidas nas respostas anteriores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Por exemplo, há muitos pais que utilizam o carro nas suas deslocações diárias, tendo essa opção sido exclusivamente condicionada pela necessidade de deixar os filhos na escola. Eliminando esta necessidade, nomeadamente através de esquemas de transporte escolar - como o pedi-bus, por exemplo – não teriam dificuldade em utilizar os Transportes Públicos ou em fazer uso de esquemas de car sharing, mais difícil se incluirmos estas escalas nas escolas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Há ainda opções estruturantes como a acessibilidade às escolas públicas e privadas em Transporte Público. Dou um exemplo nacional muito interessante: a opção pela localização de uma escola infantil no interface de transportes do Pragal – onde coabitam vários modos de transporte: combóio, metro de superfície, autocarro e um grande parque de estacionamento automóvel - que aí funciona já há vários anos. Esta é uma forma de tentar garantir que os filhos estão sempre no percurso casa-trabalho dos seus pais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;Porque não um programa eco-escola, à semelhança do e-escola, só que em vez de se darem computadores se dariam bicicletas e/ou títulos de transporte público?&lt;/b&gt; Esta medida poderia ser ponderada mesmo no enquadramento de emergência económica em que vivemos, atendendo a que os valores correspondentes aos “subsídios” associados aos títulos oferecidos ou vendidos, poderiam ser compensados pela redução das importações de combustíveis fósseis. Também aqui, é fazer as contas porque pode efetivamente compensar no curto prazo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Naturalmente que existem viagens que terão sempre, e por motivos vários, de se realizar em automóvel. Nestes casos, a partilha do veículo por vários utilizadores é talvez a forma mais eficaz e simples de o fazer, exigindo apenas uma boa coordenação entre os intervenientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Ao nível das rotinas diárias, a complementaridade de usos permite minorar o número de viagens, já que atua na não-necessidade de utilização do automóvel nas deslocações ditas primárias, como escola-trabalho-compras. A flexibilização dos horários de trabalho, e dos horários de abertura do comércio, será sempre uma forma de descongestionamento, apesar de não significar necessariamente uma redução efetiva do número de veículos, mas da sua utilização. Mas estas são medidas a tomar fora do campo da mobilidade, mas que nela se refletem de forma inequívoca, uma vez que a mobilidade é sempre uma necessidade derivada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;Como vê o posicionamento de Portugal em relação às outras cidades europeias, em termos de infraestruturas necessárias à existência de, por exemplo, mais carros elétricos, mais espaço para bicicletas, mais e melhores espaços para peões nas ruas?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A Europa tem muitos bons e maus exemplos, atenção. Mas em relação às cidades que devemos considerar como modelo e tomar como exemplo, estamos ainda numa posição muito pueril. Mas isso tem muito a ver com a falta de tradição e de cultura na abordagem dos temas relacionados com o ambiente e com a sustentabilidade. Acho que, para além de ser uma questão económica, é uma questão de prioridades. Portugal ainda não está suficientemente alerta para esta necessidade enquanto verdadeiramente prioritária, mas está certamente a caminhar para isso. E a um muito bom ritmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Se olharmos hoje para as nossas cidades, vemos centros urbanos com vias e áreas exclusivamente pedonais, assim como redes, ainda que modestas, de ciclovias. E o facto de ambas as infraestruturas estarem em crescimento é um sinal que estamos no bom caminho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;É igualmente importante não se cair no exagero injustificado, mas isso é outro assunto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Em relação aos carros elétricos será a necessidade a ditar a concretização, ou seja, atempadamente a proliferação dos veículos elétricos imporá uma rede de abastecimento mais difusa. No entanto, e neste momento, não é por ausência de uma infraestrutura básica de abastecimento que não aumenta a importância deste tipo de propulsão na frota automóvel particular. Houve já um investimento com alguma expressão nestas infraestruturas, em particular nas grandes cidades, que todos já estamos a pagar. Há que o rentabilizar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;Olhando para os hábitos da população portuguesa (que usa muito o carro como principal meio de transporte), acha que é possível mudar mentalidades?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Muito honestamente, acho que não só é possível, como acho que os portugueses estão desejosos que isso aconteça. Basta saber como “embrulhar as coisas”. Valorizar acima de tudo os benefícios e apostar muito numa boa promoção da tão desejada mudança de hábitos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Como já referi, penso que neste campo a crise económica que atravessamos deve ser encarada como uma oportunidade ímpar, já que uma das grandes vantagens da transferência modal para os modos ditos mais “amigos do ambiente” é precisamente a económica. Seria excelente conseguir tirar alguns proveitos desta situação menos boa e gerar externalidades positivas. Até porque estas permaneceriam, e essa seria um dos bons legados deste período.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;b&gt;Fala-se muito nas “cidades do futuro” mais sustentáveis mas ser sustentável é mais do que ser ecológico. Tendo em conta o seu trabalho e o tema da mobilidade, como define a “cidade do futuro”?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A cidade do futuro é aquela que é composta por cidadãos do futuro. E os cidadãos do futuro são pessoas cada vez mais alertas para as questões ambientais e de sustentabilidade, quanto mais não seja pela sua relação com a poupança de recursos, nomeadamente os naturais (ambientais e energéticos) e financeiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Para mim, a cidade do futuro verá o uso do automóvel como uma forma de deslocação esporádica e necessária apenas para viagens de média distância e para necessidades especiais, apostará na proximidade dos ciclos de vida diários – casa-trabalho-escola-compras - de modo a que as pessoas possam satisfazer as suas necessidades básicas sem ter de recorrer ao automóvel e, finalmente, uma cidade que investirá mais no incentivo ao uso dos modos suaves e dos transportes públicos, mais do que na construção de infraestruturas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Estas características juntas permitirão acabar com algo que é uma triste imagem do que é a circulação automóvel em Portugal, que é o facto de o maior inimigo do ciclista e do peão ser o condutor do veículo automóvel. Muitos ciclistas ocasionais apontam a falta de segurança e o medo dos automobilistas como principal causa para a não adoção da bicicleta como meio de deslocação regular. Para além disso importa rapidamente tornar obsoleta a tristemente célebre classificação de peão: “um condutor a quem foi amputado o veículo”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Este é um dos muitos exemplos do que falta fazer na caminhada para uma mobilidade mais sustentável, e que é algo que não tem exclusivamente a ver com investimentos numa primeira fase, mas sim com educação e consciência social, na sua aplicação à mobilidade. Se formos capazes de o reconhecer e por em prática, significa que já apanhámos o comboio da sustentabilidade, só falta agora levá-lo a bom porto, ou melhor à boa estação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;a href="http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1186723.html"&gt;@SAPO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-952050252186859653?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/952050252186859653/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=952050252186859653' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/952050252186859653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/952050252186859653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/09/meios-eco-friendly-comecam-ser-vistos.html' title='Meios &quot;eco-friendly&quot; começam a ser vistos como uma necessidade'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-RXX10jLpbWE/Tnj4SSl1QQI/AAAAAAAAmdQ/u_tUAy4IoQ0/s72-c/scm.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5987385271682695937</id><published>2011-08-31T19:41:00.000+01:00</published><updated>2011-10-12T21:29:09.340+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ordenamento ou falta dele'/><title type='text'>Portugal de Interiores… Um problema e uma oportunidade.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-EMdOGp7w31A/Tl5_yTYy58I/AAAAAAAAmF4/OLyLj6TUp6Q/s1600/ant%25C3%25B3nio-serrano-300x223.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://1.bp.blogspot.com/-EMdOGp7w31A/Tl5_yTYy58I/AAAAAAAAmF4/OLyLj6TUp6Q/s200/ant%25C3%25B3nio-serrano-300x223.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Portugal é um país litoralizado e concentrado nos grandes centros urbanos. Os últimos censos demonstram que esta tendência de várias décadas se vem acentuando. A melhoria das acessibilidades e das infra-estruturas permitiram em alguns locais ganhar novas centralidades, mas na maioria das situações promoveu o êxodo das zonas mais rurais para as zonas mais urbanas. Quando se fala do interior, temos que pensar em diferentes realidades, pois o Distrito da Guarda ou de Portalegre têm um nível de interioridade de um Distrito como o de Viseu, que por sua vez tem um nível de interioridade do Distrito de Aveiro ou de Faro. O que quero dizer é que praticamente todos os Distritos têm uma zona mais rural, mais interior, sendo que o problema assume uma grande gravidade dos Distritos que se afastam mais do litoral. Um país desigual na organização do território e na ocupação do espaço. Tenho a profunda convicção de que este estado só se pode inverter com uma profunda reorganização administrativa do País e que nunca como hoje existiram tantas condições para a levar a cabo. A implementação da Regionalização seria na minha óptica um instrumento muito poderoso para conceber politicas de proximidade, devidamente integradas com o nível Distrital e com o nível da Administração Central.  Temos que passar de políticas do “hardware” para as politicas do “software”. As primeiras estão centradas nas infra-estruturas e as segundas centradas nas pessoas, nas redes, na organização dos espaços, no conhecimento, na promoção integrada dos territórios, na valorização dos diferentes patrimónios, etc. Trata-se de uma politica de nova geração, que implica maior racionalização, mas exige uma resposta social próxima dos problemas. A exiguidade de recursos financeiros que o Portugal revela e o acordo com a “Troika” representa uma oportunidade de mudança de paradigma numa atitude audaciosa, sem calculismos políticos. O que devemos ter é menos Estado Central e mais Poder Regional para inverter a ditadura da visão centralista longe dos problemas, longe das soluções…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://interiormente.org/?p=476"&gt;Interiormente&lt;/a&gt;, Prof António Serrano&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5987385271682695937?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5987385271682695937/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5987385271682695937' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5987385271682695937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5987385271682695937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/08/portugal-de-interiores-um-problema-e.html' title='Portugal de Interiores… Um problema e uma oportunidade.'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-EMdOGp7w31A/Tl5_yTYy58I/AAAAAAAAmF4/OLyLj6TUp6Q/s72-c/ant%25C3%25B3nio-serrano-300x223.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5270673633630028356</id><published>2011-08-24T14:53:00.000+01:00</published><updated>2011-08-24T14:53:58.895+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coworking'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sharing Economy'/><title type='text'>How To Create A Pop-Up Coworking Space</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xmw29oKqhv0/TlUCUEGdyNI/AAAAAAAAmEc/n369n36IJV4/s1600/pop-up-coworking-shop.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="238" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-xmw29oKqhv0/TlUCUEGdyNI/AAAAAAAAmEc/n369n36IJV4/s400/pop-up-coworking-shop.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;The sharing economy is a new way of living in which access is valued over ownership, experience is valued over material possessions, and "mine" becomes “ours” so everyone's needs are met without waste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This new paradigm means that spaces and services become more temporary: they "pop-up" to meet a need or facilitate a community, and fade away or change forms when the need has been filled.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We've already explored ways that the coworking movement has capitalized on the pop-up concept to introduce mobile professionals to this new style of collaborative work.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Now, here are some tips for creating your own pop-up coworking space!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Location, Location, Permission - The best pop-up spaces are those located in heavily trafficked areas or permanent spots that are ideal for members of the mobile workforce.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Past pop-up coworking spaces include museums, art galleries, parks, vacant store fronts, clothing stores, book stores, airports, conferences, farmers' markets, and even RVs. Just remember is that pop-up does not equal flash-mob.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Make sure you inform property owners of your desire to host a coworking gathering and get their express permission. Even if the space is public, like a park or city square, you probably still need permission to occupy it. Keep in mind that collaborating in this way is the first step toward building a permanent community!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Power/Internet/Furniture - Once you've got a space locked down, it's time to think about making it as comfortable as possible for those who participate. If you're working with a private space, ask the owner or landlord about using existing power supplies, internet, furniture and electronics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If it's a vacant or outdoor space, you'll need to make sure power and Wifi is available. This can be achieved by pooling together personal hot spots, or asking a local internet provider to sponsor the event.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One you've got the necessary power and connectivity, think about visiting a local thrift store or browsing Craig's List for free tables and chairs. If you're confident in your core community, ask people to bring spare tables and chairs, or connect with a local business that might donate some furniture in exchange for a chance to increase awareness about their newest products.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Handle The Hype - OK, now you've got the space and something to sit on... It's time to focus on getting people interested! Pop-up stores are wildly successful because they represent a chance to interact with something brand new or exclusive. There are lots of ways to build hype about your pop-up coworking space, especially through social media.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Share tiny clues about the location each day leading up until the opening.&lt;br /&gt;Make it an invite-only event.&lt;br /&gt;Make it exclusive for freelancers for one or two industries.&lt;br /&gt;Promise the presence of local celebrities.&lt;br /&gt;Inform the press.&lt;br /&gt;Offer coffee, beer, food or the chance to win something.&lt;br /&gt;Emphasize the chance to meet, network, and collaborate with other local freelancers and small business owners.&lt;br /&gt;What if your community already has coworking? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pop-up coworking is a versitile event . It can be used to generate awareness in a community that lacks a coworking space, or to demonstrate the casual nature of coworking in a community that already has one or more spaces. Some have used  a pop-up event to gague community interest in coworking before making plans to open a more permanent space, or as an overflow option when the current space is full.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;How long should it last?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The beauty of pop-up spaces is that they don't have to last forever, and you shouldn't force them to become permanent. Best practices say that anything from a weekend to 2 weeks is plenty of time at a single location. Remember, the whole point is to leave them wanting more! If you're planning to pop-up again in a new location, make sure attendees know to watch for more clues about where and when it will be.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What if the pop-up coworking space is a big success?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If lots of people show up for your pop-up event and you get the feeling that they don't want it to go away, think about moving into the more structured but still-casual Jelly format.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.shareable.net/blog/how-to-create-a-pop-up-coworking-space#.TlKtFiQ8GjA.email"&gt;Shareable&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5270673633630028356?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5270673633630028356/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5270673633630028356' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5270673633630028356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5270673633630028356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/08/how-to-create-pop-up-coworking-space.html' title='How To Create A Pop-Up Coworking Space'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xmw29oKqhv0/TlUCUEGdyNI/AAAAAAAAmEc/n369n36IJV4/s72-c/pop-up-coworking-shop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8611936399383039682</id><published>2011-08-05T17:51:00.002+01:00</published><updated>2011-08-05T17:52:53.585+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EN'/><title type='text'>Jose Antonio Abreu fala sobre a transformação dos jovens através da música</title><content type='html'>&lt;object width="526" height="374"&gt; &lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2009/Blank/JoseAntonioAbreu_2009-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JoseAntonioAbreu-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=464&amp;lang=por_br&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=jose_abreu_on_kids_transformed_by_music;year=2009;theme=ted_prize_winners;theme=spectacular_performance;theme=rethinking_poverty;theme=ted_under_30;theme=speaking_at_ted2009;theme=the_creative_spark;event=TED2009;tag=Arts;tag=Culture;tag=Entertainment;tag=Global+Issues;tag=TED+Prize;tag=TED2009;tag=education;tag=music;tag=philanthropy;tag=poverty;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="526" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2009/Blank/JoseAntonioAbreu_2009-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JoseAntonioAbreu-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=464&amp;lang=por_br&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=jose_abreu_on_kids_transformed_by_music;year=2009;theme=ted_prize_winners;theme=spectacular_performance;theme=rethinking_poverty;theme=ted_under_30;theme=speaking_at_ted2009;theme=the_creative_spark;event=TED2009;tag=Arts;tag=Culture;tag=Entertainment;tag=Global+Issues;tag=TED+Prize;tag=TED2009;tag=education;tag=music;tag=philanthropy;tag=poverty;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8611936399383039682?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8611936399383039682/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8611936399383039682' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8611936399383039682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8611936399383039682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/08/jose-antonio-abreu-fala-sobre.html' title='Jose Antonio Abreu fala sobre a transformação dos jovens através da música'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-2113712979232474951</id><published>2011-08-05T15:40:00.000+01:00</published><updated>2011-08-05T15:40:37.932+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ordenamento ou falta dele'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco-sustentabilidade'/><title type='text'>Portugal “não é um país urbano”</title><content type='html'>Portugal é um país maioritariamente rural e está a ficar cada vez mais desertificado por causa das alterações climáticas, alertou hoje o presidente da Comissão Nacional de Coordenação do Combate à Desertificação.&lt;br /&gt;“A desertificação está a aumentar gradualmente, também devido às alterações climáticas”, disse à agência Lusa.&lt;br /&gt;O responsável falava à margem do seminário de abertura da discussão pública da proposta de Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PANCD) 2011/2020, que hoje decorre em Lisboa. Pretende-se ter o documento pronto para entregar ao Governo em meados de Setembro.&lt;br /&gt;Amândio Torres ressalvou que, quando se fala em desertificação, não se refere apenas à populacional mas também à degradação dos solos e do ecossistema. Além disso, sublinhou, ao contrário do que se poderá pensar, Portugal “não é um país urbano”.&lt;br /&gt;“Noventa e seis por cento do país é rural, composto por áreas de floresta, espaços silvestres e áreas agrícolas”, afirmou.&lt;br /&gt;No entanto, “a política nacional incide sobretudo nos quatro por cento da área urbana”, lamentou.&lt;br /&gt;Referindo-se ao PANCD, Amândio Torres disse que o objetivo é identificar problemas e apresentar propostas de solução.&lt;br /&gt;“Os problemas diferem de sítio para sítio, logo as respostas não podem ser iguais para todos”, disse.&lt;br /&gt;Uma das sugestões que deixa prende-se com os Planos Diretores Municipais (PDM) porque considera que “têm de deixar de ser um instrumento para a gestão urbana e passar a ser um instrumento para a gestão rural”.&lt;br /&gt;O PANCD propõe nos seus objetivos estratégicos melhorar as condições de vida das populações das zonas suscetíveis e a gestão sustentável dos ecossistemas dessas áreas.&lt;br /&gt;Gerar benefícios globais e potenciar sinergias com os processos das alterações climáticas e da biodiversidade é outros dos objetivos, bem como mobilizar recursos para a implementação do PANCD.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-2113712979232474951?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/2113712979232474951/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=2113712979232474951' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2113712979232474951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2113712979232474951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/08/portugal-nao-e-um-pais-urbano.html' title='Portugal “não é um país urbano”'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-9222196246655785920</id><published>2011-08-03T23:55:00.001+01:00</published><updated>2011-08-03T23:55:54.441+01:00</updated><title type='text'>Vendedores e designers vão conviver no Mercado de Matosinhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yjfce4WZkAM/TjnRkTakFFI/AAAAAAAAl_Y/6U2P2nuxAto/s1600/Screen%2Bshot%2B2011-08-03%2Bat%2B23.53.18.png" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="134" width="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-yjfce4WZkAM/TjnRkTakFFI/AAAAAAAAl_Y/6U2P2nuxAto/s200/Screen%2Bshot%2B2011-08-03%2Bat%2B23.53.18.png" /&gt;&lt;/a&gt;O Mercado de Matosinhos abre na segunda-feira com uma nova configuração, já que os 84 comerciantes vão estar concentrados em 2 pontos, abrindo espaço para uma incubadora de 10 empresas de design, soube-se esta sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na segunda-feira, a actividade tradicional do mercado enquadra-se numa nova disposição, com a actividade tradicional do mercado concentrada em 2 pontos do edifício classificado”, revelou o presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autarca esclarece que a mudança implicará uma redução do número de comerciantes, que passa de 112 para 84, mas na prática fica quase tudo na mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Verdadeiramente, já cá não estavam 112. O que muda é que deixarão de existir espaços vazios”, afirmou, assegurando que as soluções “foram consensualizadas com os comerciantes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir a renovação do mercado, falta o parecer final do Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (Igespar) relativamente ao projecto de incubação de empresas do Quadra – Centro de Inovação e Criatividade, desenvolvido em parceria com a ESAD – Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estou convencido de que o projecto será aprovado, até porque a melhor forma de preservar um monumento, como é o caso do mercado de Matosinhos, é mantê-lo aberto e activo”, notou Guilherme Pinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto, orçado em 300 mil euros, deverá permitir que cerca de 10 empresas ligadas ao design se instalem naquele espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo mercado pretende, assim, “preservar a actividade tradicional e casá-la com uma actividade de ponta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dar a Matosinhos “capacidade para induzir cada vez mais investimento” e mostrar que a actividade económica do concelho “está imparável” são os objectivos do presidente da autarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://porto24.pt/porto/22072011/vendedores-e-designers-vao-conviver-no-mercado-de-matosinhos/"&gt;Porto24&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-9222196246655785920?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/9222196246655785920/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=9222196246655785920' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/9222196246655785920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/9222196246655785920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/08/vendedores-e-designers-vao-conviver-no.html' title='Vendedores e designers vão conviver no Mercado de Matosinhos'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yjfce4WZkAM/TjnRkTakFFI/AAAAAAAAl_Y/6U2P2nuxAto/s72-c/Screen%2Bshot%2B2011-08-03%2Bat%2B23.53.18.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-181026078257380605</id><published>2011-07-29T23:43:00.000+01:00</published><updated>2011-07-29T23:43:22.414+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Regional'/><title type='text'>Ministro da Economia quer "travar" desertificação no interior do país</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UQA-1oldU5Y/TjM3bwQyfRI/AAAAAAAAl8c/s3RhA7MlJOw/s1600/santos_pereira.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="130" width="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-UQA-1oldU5Y/TjM3bwQyfRI/AAAAAAAAl8c/s3RhA7MlJOw/s200/santos_pereira.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Álvaro Santos Pereira mostrou-se hoje empenhado em "travar" a desertificação no interior do país e lembrou que é também "uma pessoa do interior".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, mostrou-se hoje empenhado em "travar" a desertificação no interior do país, prometendo que não irá esquecer-se daquela região, uma vez que é também "uma pessoa do interior". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu sou uma pessoa do interior. Uma coisa que eu não farei será esquecer o interior", disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós temos uma secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, eu não digo isso só por nome, eu digo isso piamente porque vale a pena acreditar e apostar no interior para construir-mos um Portugal mais harmonioso e menos dual", sublinhou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álvaro Santos Pereira falava aos jornalistas no final de uma visita à fábrica de produção de PET da IMG, em Portalegre, iniciativa inserida no âmbito de um ciclo de visitas a empresas de sucesso e em dificuldades promovida pelo Ministério da Economia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o ministro recordou que o Governo "não tem soluções mágicas" para inverter a situação que se vive nas regiões do interior, sustentando que a "chave" para resolver esse problema passa pelo diálogo e trabalho com as populações e empresas dessas regiões desertificadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Governo não tem soluções mágicas para o interior, nós precisamos de trabalhar com as populações do interior, com as empresas do interior, para tornar-mos o interior mais atractivo para as pessoas que cá vivem e querem cá viver", declarou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo Control PET -- sociedade participada pelos grupos portugueses Imatosgil e Banco Espírito Santo compraram em Junho a unidade de produção de PET Artenius Portugal, em Portalegre, empresa que era propriedade da espanhola La Seda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa, desenhada em 1996 para a produção de fibras de poliéster, foi reconvertida para a produção em processo contínuo de polímeros PET, tinha uma produção anual de 70 mil toneladas e estava com a sua actividade industrial paralisada desde finais de 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a La Seda, na altura do negócio, o valor da venda foi de 5,6 milhões de euros a pagar entre 2011 e 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=498977"&gt;Jornal de Negócios&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-181026078257380605?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/181026078257380605/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=181026078257380605' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/181026078257380605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/181026078257380605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/07/ministro-da-economia-quer-travar.html' title='Ministro da Economia quer &quot;travar&quot; desertificação no interior do país'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-UQA-1oldU5Y/TjM3bwQyfRI/AAAAAAAAl8c/s3RhA7MlJOw/s72-c/santos_pereira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8856178205005849040</id><published>2011-07-22T01:16:00.002+01:00</published><updated>2011-09-22T18:15:46.617+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Não saia do seu lugar (6ª feira)'/><title type='text'>Bobby McFerrin Demonstrates the Power of the Pentatonic Scale</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="310" src="http://www.youtube.com/embed/ne6tB2KiZuk" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8856178205005849040?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8856178205005849040/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8856178205005849040' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8856178205005849040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8856178205005849040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/07/bobby-mcferrin-demonstrates-power-of.html' title='Bobby McFerrin Demonstrates the Power of the Pentatonic Scale'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ne6tB2KiZuk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-1217517474576918334</id><published>2011-07-19T17:54:00.002+01:00</published><updated>2011-07-19T17:56:30.024+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Capital Social'/><title type='text'>REDE SOCIAL por Augusto de Franco</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/10175173?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0&amp;amp;color=ff000d" width="400" height="225" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/10175173"&gt;TEDxSP 2009 - Augusto de Franco&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/tedxsp"&gt;TEDxSP&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-1217517474576918334?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/1217517474576918334/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=1217517474576918334' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1217517474576918334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1217517474576918334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/07/rede-social-por-augusto-de-franco.html' title='REDE SOCIAL por Augusto de Franco'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-917348891581961635</id><published>2011-07-16T14:17:00.004+01:00</published><updated>2011-07-17T00:29:02.777+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geração Sem Remuneração'/><title type='text'>Portugal tem de ser uma Nação Start Up</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-O5NXUpQJw5A/TiIb9FZXiQI/AAAAAAAAl3c/VUgYHxmJq54/s1600/192094_10150109371294088_766614087_6094048_7481678_o%2B%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="299" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-O5NXUpQJw5A/TiIb9FZXiQI/AAAAAAAAl3c/VUgYHxmJq54/s400/192094_10150109371294088_766614087_6094048_7481678_o%2B%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por CATARINA CARVALHO&lt;br /&gt;Diogo Vasconcelos fez da inovação a sua profissão. Director internacional da Cisco, vive em Londres mas viaja pelo mundo à procura de experiências social ou economicamente inovadoras. Eis as suas lições sobre inovação que, considera, será a pedra-de-toque para o futuro da economia portuguesa.&lt;br /&gt;«Nem imagina a minha semana passada...», diz Diogo Vasconcelos, às nove da manhã de segunda-feira.&lt;br /&gt;Não é bem assim. Esta entrevista deu para fazer uma ideia: esteve marcada para uma das suas breves passagens por Lisboa, foi desmarcada e remarcada duas vezes e acabou por ser feita por videoconferência entre Porto Salvo e Londres. Tudo por causa dos problemas de agenda de Diogo Vasconcelos. Ele começou essa semana em Bruxelas a moderar um seminário com representantes dos ministros da Ciência dos 27 países da União Europeia (UE) sobre... inovação. E acabou-a em Lisboa numa reunião de um grupo que inclui a Caixa Geral de Depósitos e que pretende trazer capital de risco para jovens e inovadoras empresas portuguesas.&lt;br /&gt;Mas não seria de esperar que o português que mais se dedica ao tema desta revista, a inovação, não tivesse uma agenda tão cheia.&lt;br /&gt;Afinal, Diogo Vasconcelos é presidente da direcção da APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações -, director internacional da Cisco, onde coordena vários programas de inovação social como o Social Innovation Exchange - uma organização que reúne ONG nesta área -, presidente e membro de vários grupos de discussão sobre políticas de inovação dentro da UE e conselheiro do Presidente da República, para referirmos apenas as mais significativas.&lt;br /&gt;E tem sido sempre assim. Foi vice-presidente e deputado do PSD. No governo de Durão Barroso, coordenou a Agência para a Sociedade do Conhecimento, que fez o Portal do Cidadão, a banda larga nas escolas, as compras electrónicas, entre outras coisas. E também fez parte da Agência para a Inovação.&lt;br /&gt;Hoje, com 42 anos, este licenciado em Direito, mas que nunca exerceu advocacia, vive em Londres e parece ter encontrado na inovação a palavra-chave para a sua vida. Eis as lições, conselhos e visões de quem anda pelo mundo e acha que neste pequeno rectângulo ainda temos muito que aprender nesta área decisiva para a economia do futuro... e do presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Há alguma fórmula, método ou forma de pensar que propicie o aparecimento de novas ideias?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em Where good ideas come from, Steve Johnson tenta encontrar essa resposta. E conclui que as boas ideias surgem quando diferentes intuições se confrontam. Como criar ambientes propícios a que tal aconteça? Um bom método é criar espaços para que gente com formações diferentes se encontre. Em Copenhaga, três ministérios criaram o MindLab, em que cidadãos são convidados a desenhar novos serviços públicos. A Google permite que os empregados usem vinte por cento do tempo a criar projectos além das suas funções - o Android nasceu assim. Ao contrário do que se ensina nas escolas de gestão, não é nas reuniões formais que se inova. A cafetaria da empresa é mil vezes mais importante do que a sala de reuniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Que conselhos daria aos empresários para terem sucesso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Entrar num mercado em crescimento, onde seja possível fazer algo de verdadeiramente novo. Saber explicar a novidade em poucos segundos. Escolher uma boa equipa, começar pequeno, controlar bem os custos e a tesouraria. Escolher clientes exigentes. Não é um sprint, é uma maratona. Encarar cada «não» como uma pergunta. Ser flexível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que define e como se mede uma inovação?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Inovar é imaginar novos futuros possíveis. Quem inova é empreendedor e move-se pelo desejo de deixar uma marca. O economista austríaco Joseph Schumpeter foi o profeta da inovação. Destruição Criativa foi o nome dado a este processo de alterar o statu quo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma inovação dá sempre dinheiro?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não, inovar implica incerteza. Muitas inovações chegam antes do seu tempo. O primeiro tablet chamava-se Newton, foi lançado pela Apple em 1989 e foi um flop. Doze anos depois, o iPad conquista o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais são os negócios de futuro em Portugal?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Serviços e produtos a pensar no mercado dos seniores. Negócios na área do ambiente, da eficiência energética e da reabilitação urbana. Creio que é daí que virão muitos dos novos empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Costumamos falar do desenrascanço português, desenrascar pode ser sinónimo de inovar?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os portugueses são criativos, trabalhadores e adaptam-se facilmente a novos contextos. Desenrascar é uma mais-valia, mas cria excesso de confiança. Vale a pena planear. Os planos quase nunca se cumprem, mas ajudam a arrumar ideias, a identificar pontos francos, erros e objectivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quando é que os portugueses foram mais inovadores? E o que é que nos faz falta agora?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quando se abriram. Quando, confrontados com desafios difíceis, souberam mudar. Temos hoje gente mais qualificada e com mais mundo, empresas muito boas, cientistas de nível mundial e infra-estruturas de comunicações ao nível as melhores do mundo. O que falta? Confiança e capital social. Valorizar o conhecimento. Portugal tem um défice enorme de capital social, fraca mobilidade social e uma enorme incapacidade de gerar consensos sobre o futuro. A Suécia é o que é porque empresários e trabalhadores souberam construir em conjunto. Portugal não tem uma elite comprometida com o seu país, com coragem de intervir na política. Falta valorizar quem empreende, quem cria emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quem é o político português mais inovador de todos os tempos?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O infante D. Henrique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Foi conselheiro do Presidente Cavaco Silva para esta área, o que fazia exactamente?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Acompanhava a actividade legislativa do governo e do Parlamento nas matérias ligadas à sociedade do conhecimento. Sugeria iniciativas sobre inovação, aconselhava, fazia a ponte entre a sociedade civil e a Presidência. Tive a responsabilidade da página do Presidente, que entrou no ar no momento da sua tomada de posse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Já foi deputado e vice-presidente do PSD - continua ligado ao partido. A política portuguesa é um ambiente favorável à inovação?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A política portuguesa está sedenta de inovação. Os partidos deviam assumir-se como plataformas abertas de construção do futuro e não como grupos fechados. Deviam estar mais próximos das populações, abrir espaço a gente com vontade de participar, para além dos formatos tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em que medida é que a inovação é mais crucial, por exemplo, para Portugal do que para a Alemanha?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para Portugal, a situação é de emergência. Vender mais e mais caro ao exterior implica incorporar mais conhecimento e mais design nos produtos, capitalizar as empresas, diminuir os custos e redobrar os apoios em I&amp;D. A Alemanha é a quarta economia mundial e vai liderar a retoma europeia. Mas até a Alemanha está a mudar. Em Berlim e Munique, o que vemos? Um ambiente multicultural fantástico, atracção de talento de todo o mundo, confiança no futuro... Apesar dos cortes na despesa, a Alemanha vai fazer o maior aumento de sempre no investimento em inovação: mais 16 mil milhões de euros para educação e inovação, um aumento de dez por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;É director na Cisco, em Londres, e a sua vida é viajar pelo mundo de um lado para o outro. Que países estão a lidar melhor com os desafios do futuro e onde encontrou melhores exemplos?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso ser grande nem central para inovar. Ninguém é demasiado pequeno ou periférico. Os finlandeses, por exemplo, querem dominar no design. Não só industrial mas de serviços. Fundiram três universidades - gestão, engenharia e design - para criar a Alvar Aalto University, que quer ser a primeira universidade de inovação no mundo. O design será neste século o que o marketing foi no século xx. Quando falamos de design, falamos de envolver o cliente na criação do produto. Os focus group já não chegam. Se levarem a sério este desafio de criar com e não para, as empresas vão precisar menos de MBA e mais de antropólogos. Israel é um outro exemplo. Há quarenta anos exportava laranjas e têxteis de baixo valor. Hoje, 53 por cento das exportações são alta tecnologia. É o segundo país mais atraente para capital de risco, o maior investidor mundial em I&amp;D per capita, o primeiro não-americano com empresas no Nasdaq. Uma verdadeira start up nation. Um dos grandes responsáveis por isso foi Yigal Erlich, chief cientist nos anos 1990. Lançou o Yozma que atraiu para Israel a nata do capital de risco mundial. Passou de três a oitenta fundos de capital de risco e de 350 a 3500 start ups tecnológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na semana passada, esteve em Lisboa para uma reunião de investidores de capital de risco. Será por aí o nosso caminho?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Uma política de inovação mais ambiciosa e radical - um verdadeiro restart - passa essencialmente pela criação de espaço para os novos empreendedores e, em especial, para os mais radicais. Portugal tem de ser um paraíso para os empreendedores ambiciosos, pois só um surto de novas iniciativas empresariais pode criar emprego e abrir perspectivas de futuro. Sem capacidade de se financiarem no exterior e pouco capitalizadas, milhares de empresas podem asfixiar. A inovação incremental destrói emprego, pois estamos a pedir às empresas para serem mais produtivas e isso significa que uma parte da sua eficiência passará por menos gente. Só a inovação radical diminui o desemprego: novas empresas, novos produtos, novos mercados. Todos os estudos evidenciam que essas empresas criam mais emprego, mais qualificado e exportam mais. A nossa política económica devia estar voltada para isso: fazer de Portugal uma start up nation. A actual crise custou à Europa seis milhões de empregos e muitos desses postos de trabalho não vão voltar. É indispensável estimular novas fontes de crescimento. A Europa tem um grande défice de empresas inovadoras, jovens e de crescimento rápido. Nos EUA, entre 1992 e 2005, 64 por cento dos empregos foram criados por empresas com menos de cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como é que a Europa pode encurtar essa distância em relação aos Estados Unidos?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Há dois tipos de inovação, a incremental e a radical. A primeira é fazer cada vez melhor, mais com menos recursos. A Europa é boa nisso. A segunda, significa inventar o futuro. Aqui, os americanos dominam. Veja-se os telemóveis: foram as universidades e as empresas europeias a desenvolver o standard GSM e até há pouco a Europa era rainha e senhora neste mercado. Mas a Apple introduz o iPhone e um mercado totalmente novo, de centenas de milhares de aplicações. A Google reage com o Android, hoje com mais adesões diárias. Em escassos anos, a liderança mundial deste mercado passou para o outro lado do Atlântico, para a Califórnia, o lugar onde nada é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E onde fica a Europa?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os programas de investigação europeus - cada vez mais burocráticos - favorecem as grandes empresas de hoje e ignoram as grandes empresas de amanhã. A prioridade europeia devia ser uma nova vaga empreendedora, capaz de criar um novo optimismo e um renascimento económico e social. É vital reforçar o mercado interno, criar um mercado único europeu para a inovação, acabando com a fragmentação actual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Olhe, reduzindo drasticamente a complexidade e custos das patentes. Obter uma patente nos 27 países da União Europeia é 15 vezes mais caro do que nos EUA. E precisamos de aumentar o investimento em capital de risco. Os bancos mostram-se relutantes em emprestar a empresas sem colateral, pelo que o papel do capital de risco é decisivo para financiar as empresas. Ora, as empresas com potencial para se internacionalizar têm acesso muito limitado, pois a maior parte dos fundos de venture capital na Europa são pequenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Faz parte do grupo Innovation Union (União da Inovação) - que funciona junto da Comissão Europeia. Já conseguiu convencer Durão Barroso e a Comissão das vantagens de apoiar ideias inovadoras em vez de auto-estradas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Europa tem de passar das auto-estradas para as redes do futuro: banda larga e redes eléctricas inteligentes. Essas redes são a chave para novos empregos e novos mercados e para a redução de custos. Mas sem novos serviços, a apetência por estas redes ficará muito aquém do seu potencial. O grande driver do progresso terá de ser a criatividade de consumidores e empreendedores. Assim serão criados novos modelos de negócio e estímulo a novos padrões de consumo. Nos anos 1980 e 1990, a agenda da inovação esteve focada exclusivamente nas empresas. Hoje, a Europa precisa de mobilizar a criatividade colectiva para melhorar a capacidade de inovação e responder aos desafios sociais do nosso tempo: o envelhecimento, o desemprego juvenil e a redução das emissões de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como é que isso se faz, se temos cada vez menos orçamento e uma enorme pressão para reduzir o défice?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cortar nos desperdícios é fundamental, mas não chega: fazer mais com menos implica inovar radicalmente. A forma mais fácil de reduzir o défice é cortar nos salários e eliminar e reduzir serviços públicos. A forma mais inteligente é mobilizar a sociedade para criar novas soluções para as questões sociais. Em vez de reduzirmos a oferta de serviços públicos, devemos reduzir a procura. Como se faz? Prevenir o crime fica mais barato do que pôr mais polícias na rua. Se melhorar a autonomia dos doentes com doenças crónicas, estes não precisam de ir constantemente ao hospital. Um tempo de crise deve ser um tempo de criatividade social. E teremos uma nova lógica - sociedade do bem estar (welfare society) e não Estado de bem estar (welfare State). Se se acreditar que o Estado não tem o monopólio do serviço público, pode devolver-se o poder aos cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Acha que alguém consegue ter boas ideias neste ambiente deprimido?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Muitas das empresas de sucesso foram criadas em períodos de crise. E todas as grandes recessões do passado foram seguidas por mudanças radicais na estrutura industrial. Na economia privada, o crescimento terá de vir das exportações. Num mundo ligado, os cidadãos de todo o mundo são clientes potenciais e recursos de alta qualidade podem ser encontrados em todo o mundo. Ou seja: nenhum país é, à partida, demasiado pequeno ou periférico. Veja-se a Holanda, a Suécia, a Dinamarca: são países pequenos mas abertos ao mundo, com empresas líderes em múltiplos sectores, um ambiente favorável ao empreendedorismo e uma cultura de rigor, de aposta permanente na ciência, na inovação e na criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como é que podíamos estar a aproveitar esta crise do ponto de vista da inovação?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Apostando nos sectores que vão criar mais empregos: ambiente, envelhecimento, reabilitação urbana, indústrias criativas, manufactura flexível. Tornando o Estado um sistema aberto, para permitir colaboração e a criação de novos mercados. Usando o poder aquisitivo Estado para estimular a inovação. Na União Europeia, a contratação pública representa 2,155 mil milhões de euros, o equivalente a 17 por cento do PIB europeu. Nos EUA, o programa de compras do governo federal gera cerca de 1800 novos produtos anualmente, a maior parte dos quais desenvolvidos por PME inovadoras. Sugeria ainda consagrar pelo menos um por cento do orçamento de cada ministério a fundos de inovação social, destinados a financiar as melhores ideias para fazer mais com menos. Nos EUA, foi lançada uma série de fundos desse tipo pelo governo, os quais têm mobilizado milhares de projectos e financiamento privado. Vale a pena, pois, estudar os vários fundos de inovação social lançados em vários países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sente que o mundo está, de facto, a mudar de paradigma? Para que paradigma?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um mundo mais com e menos para. De organizações como hierarquias a organizações como redes. De uma autoridade do topo para baixo a uma autoridade que se ganha pelo respeito entre os pares. De um mundo onde o valor nasce apenas da transacção ao mundo onde se cria valor pela relação. De políticos que falam para nós, para um mundo em que a política é uma conversação. Esta mudança significa que o futuro pertence às marcas, organizações e líderes que se assumirem como plataformas abertas, em que possamos participar na criação do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os últimos acontecimentos no Médio Oriente enquadram-se nesse novo paradigma?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sim. A informação está acessível, a expectativa de participação cresce sobretudo por parte de uma nova geração que não se resigna perante a corrupção e o nepotismo. Tenho andado pelo Médio Oriente e constato que a cultura ocidental é bem mais presente lá do que se imagina. Um dia veremos esta vaga inundar África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E a manifestação de jovens que está marcada para dia 12 em Lisboa e no Porto também?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Creio que sim.&lt;br /&gt;«Para nós, era inovar para sobreviver»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isto da inovação é uma paixão. Como é que apareceu na sua vida?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O Rui Marques convidou-me para director adjunto da Forum Estudante, estava a terminar o curso de Direito. Tinha a paixão pelo jornalismo e não hesitei. Pouco depois, a Media Capital decidiu vender a revista e resolvemos assumir nós o projecto. A partir daí, aprendemos a inovar para sobreviver. Não tínhamos estudos sobre o assunto nem a inovação estava «na agenda». Se fizéssemos diferente podíamos competir com quem tinha escala. Assim fizemos, na área do múltimedia e da internet. Mais tarde, lancei a Ideias &amp; Negócios para mostrar um Portugal inovador que não tinha lugar nas revistas económicas e iniciar uma pequena revolução cultural. A revista do «Despeça-se já!» mostrava um Portugal de novos empreendedores, gente com brilho nos olhos, grandes sonhos e ambições. Na ANJE, lancei a Academia dos Empreendedores para aproximar a universidade deste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quando lhe fizeram o convite para ir para a Cisco, em Londres, ponderou ou aceitou rapidamente?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Aceitei rapidamente, pois gostei muito do desafio. Vim para Londres em Fevereiro de 2007. Estes quatro anos foram fantásticos e passaram num ápice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Continua próximo do PSD. Considera regressar e voltar à política?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não conto regressar à política partidária activa, mas mantenho um empenhamento activo no seio da sociedade civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;«O direito ao emprego não existe»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está a par da geração Deolinda e do movimento dos precários? O que lhe parece?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Compreendo a insatisfação e a revolta perante um sistema feito para proteger quem está. Mas, ao contrário do que diz a letra, quem estuda não é parvo, é inteligente. Estudar não é uma forma de obter emprego, é uma actividade indispensável e uma atitude permanente numa sociedade do conhecimento. Ainda mais em Portugal, onde quem tem licenciatura tem ganhos enormes face a quem não é qualificado. O emprego precário cresce porque se teima em manter uma enorme desigualdade entre quem está fora e quem está dentro do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Do ponto de vista da inovação não há direito ao emprego. Pois não?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não tenho direito a emprego nem ele é para toda a vida. Se não está disponível, devo poder criar o meu emprego. Quanto ao governo, o que tem feito é piorar a situação: massacra os recibos verdes com impostos, regulamenta até ao limite os estágios, não facilita a contratação nem reduz os custos do emprego para as empresas. Sem perspectivas de emprego, ou os desempregados criam o seu emprego ou emigram. A opção mais fácil para os mais qualificados e mais jovens é emigrar. Aqui em Londres nunca se viram tantos portugueses, cada vez mais jovens e mais qualificados. O mundo está cheio de oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Qual seria a sua bandeira se fizesse hoje uma manifestação?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Há dois anos, lancei com Geoff Mulgan e outros amigos um manifesto intitulado Fixing the Future. Mantém-se actual. Não basta corrigir o passado, é preciso preparar o futuro. Isso significa promover a inovação social, fomentar o empreendedorismo e focar os recursos escassos nas actividades que irão criar mais empregos. Tudo isso implica uma ruptura com a lógica actual. A dicotomia Estado/mercado está ultrapassada. Precisamos de reforçar as capacidades da sociedade encontrar novas respostas. É possível criar emprego e simultaneamente dar resposta a necessidades sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.dn.pt/revistas/ns/interior.aspx?content_id=1798621"&gt;NS&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-917348891581961635?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/917348891581961635/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=917348891581961635' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/917348891581961635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/917348891581961635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/07/portugal-tem-de-ser-uma-nacao-start-up.html' title='Portugal tem de ser uma Nação Start Up'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-O5NXUpQJw5A/TiIb9FZXiQI/AAAAAAAAl3c/VUgYHxmJq54/s72-c/192094_10150109371294088_766614087_6094048_7481678_o%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-1456158055879249722</id><published>2011-07-08T02:36:00.001+01:00</published><updated>2011-07-08T14:08:18.515+01:00</updated><title type='text'>:-( Um abraço muito forte, Diogo!</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AJByLeDrx9c/ThcBDfEKNzI/AAAAAAAAl2M/q7GyGzpTtRQ/s1600/Screen%2Bshot%2B2011-07-08%2Bat%2B03.08.06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="263" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-AJByLeDrx9c/ThcBDfEKNzI/AAAAAAAAl2M/q7GyGzpTtRQ/s400/Screen%2Bshot%2B2011-07-08%2Bat%2B03.08.06.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pessoas que são farois dos nossos projectos.&lt;br /&gt;Não sei quantas pessoas "recomendei" na minha vida. Mas sei o que escrevi sobre &lt;a href="http://www.linkedin.com/profile/view?id=3348031&amp;authType=name&amp;authToken=7WwI&amp;trk=tyah#recommendations"&gt;Diogo Vasconcelos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Diogo mereceu vários posts neste blogue: Porque era um visionário, porque sabia comunicar e liderar, e porque tinha um passado empreendedor com tantas ou mais dificuldades que o meu; E deu a volta. Tal como o fez Steve Jobs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 43 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal perdeu um grande talento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-1456158055879249722?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/1456158055879249722/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=1456158055879249722' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1456158055879249722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1456158055879249722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/07/um-abraco-muito-forte-diogo.html' title=':-( Um abraço muito forte, Diogo!'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-AJByLeDrx9c/ThcBDfEKNzI/AAAAAAAAl2M/q7GyGzpTtRQ/s72-c/Screen%2Bshot%2B2011-07-08%2Bat%2B03.08.06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3023614125544916476</id><published>2011-06-28T07:01:00.000+01:00</published><updated>2011-06-28T07:01:00.429+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade Familiar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ordenamento ou falta dele'/><title type='text'>O stress da cidade está a deixar uma marca no cérebro das pessoas</title><content type='html'>O Metro à hora de ponta é só um exemplo do stress vivido na cidade, que infelizmente não acaba em cada experiência que se tem ou numa noite bem dormida. Foi isso que cientistas verificaram ao comparar pessoas que vivem em cidades com pessoas que vivem em zonas rurais. As primeiras reagem de uma forma diferente a experiências com stress. Esta diferença está marcada no cérebro, é mais profunda para quem nasceu e cresceu na cidade e está relacionada com doenças mentais como a esquizofrenia. O estudo foi publicado esta quarta-feira na revista Nature.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cada vez mais pessoas a viver em cidades (Rui Gaudêncio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A nossa informação revela efeitos neuronais em pessoas que crescem e habitam em zonas urbanas quando enfrentam situações de stress social”, conclui o artigo escrito por uma equipa do Instituto de Saúde Mental da Universidade de Heidelberg, na Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito da cidade no ser humano está longe de ser uma novidade e sabe-se por estudos descritivos que existe uma maior tendência de doenças mentais nas regiões urbanas. As pessoas têm 21 por cento de probabilidade acrescida de ter problemas de ansiedade e 39 por cento de terem problemas de humor. “Viver na cidade aumenta o risco de depressão e ansiedade e o rácio de esquizofrenia é marcadamente maior em pessoas que nasceram e cresceram na cidade”, escrevem os investigadores Daniel Kennedy e Ralph Adolphs, num artigo de análise da Nature sobre o estudo publicado agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova investigação, a equipa liderada por Andreas Meyer-Lindenberg foi analisar o cérebro de alemães que vivem em três contextos diferentes: regiões rurais, regiões urbanas com mais de 10.000 habitantes e regiões com mais de 100.000 habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas aplicaram vários testes de stress social a mais de uma centena de participantes saudáveis. Nos testes, as pessoas tinham que resolver problemas matemáticos ou espaciais em tempo limite e tinham uma pressão acrescida: um feedback negativo dos investigadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas mediram vários parâmetros fisiológicos e através de imagens de ressonância magnética verificaram a resposta neuronal aos desafios. Os testes conseguiram induzir o efeito de stress nos participantes a nível fisiológico e cerebral mas houve diferenças importantes. A região da amígdala tinha uma actividade maior nas pessoas que viviam em zonas urbanas mais povoadas do que nas que vivam em zonas rurais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas desde o nascimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amígdala é uma região que sinaliza os efeitos negativos e as ameaças do ambiente. Paulo Machado não ficou surpreendido com estes resultados. Para o investigador do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, “a experiência urbana é particularmente recente” na história do Homem, “é desafiadora” e pode fomentar o “desequilíbrio das pessoas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o especialista, esta resposta dos participantes é coerente face aos desafios que são colocados. “Está adaptada ao nível de stress que é imposto” nas regiões urbanas, disse o investigador, que não tem qualquer relação com o estudo, mas que o considera “altamente confirmatório” do que já se conhecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise cerebral também revelou que as pessoas que nasceram e cresceram em zonas urbanas tinham uma actividade anormal numa região específica do córtex durante as experiências. Esta região também está associada à resposta durante situações de stress num contexto social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é que as cidades estão a fazer às crianças e aos adolescentes, quando estão nas escolas e mais protegidos de situações de stress? “As provas epidemiológicas sugerem que o efeito máximo acontece durante o nascimento, antes de chegarem aos jardins-de-infância – uma possibilidade é que a culpa seja do stress sofrido pelos pais”, explicou ao PÚBLICO Andreas Meyer-Lindenberg, coordenador da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais, o estudo mostra que nestas pessoas há uma ligação neuronal mais fraca entre a região da amígdala e a região do córtex. Esta ligação enfraquecida já era conhecida em doentes esquizofrénicos. Segundo o comentário de Kennedy e Adolphs, isto sugere “que neste circuito podem convergir um risco genético e um risco ambiental para o surgimento das doenças mentais”. Ou seja, se há uma tendência genética para alguém desenvolver algum tipo de doença mental, o ambiente stressante citadino pode dar um empurrão valente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta questão é particularmente relevante para Paulo Machado. “Como nós hoje vivemos maioritariamente em cidades, isto deixa de ser um problema de uma minoria para passar a ser um problema de saúde pública”, explicou. Segundo o investigador, é preciso insistir neste estudos para tentar encontrar as causas directas de problemas que provocam o desequilíbrio e o stress nas pessoas. Um exemplo simples é o dióxido de carbono, que em maiores concentrações e durante largos períodos “aumenta exponencialmente a irritabilidade das pessoas”, disse o investigador português. Os taxistas ou condutores de transportes públicos estão especialmente vulneráveis a esta situação, que deve ser combatida. Já para a diminuição do stress, é preciso mudar o modo de vida, as rotinas, os horários, atitudes, comportamentos, o que é mais difícil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós não devemos olhar para estes estudos e dizer que alternativa é a não cidade. A cidade é uma das melhores invenções do homem”, disse. “O que precisamos é de uma verdadeira transformação do modo de vida urbano.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/o-stress-da-cidade-esta-a-deixar-uma-marca-no-cerebro-das-pessoas_1499868?p=1"&gt;Público&lt;/a&gt;, Nicolau Ferreira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3023614125544916476?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3023614125544916476/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3023614125544916476' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3023614125544916476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3023614125544916476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/06/o-stress-da-cidade-esta-deixar-uma.html' title='O stress da cidade está a deixar uma marca no cérebro das pessoas'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3932746739058856824</id><published>2011-06-27T11:07:00.000+01:00</published><updated>2011-06-27T11:07:20.074+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Regional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Êxodo Urbano'/><title type='text'>EDP avança hoje com projecto para incentivar novas famílias em Trás-os-Montes</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-t0Ro6QKGbIo/TghWQn-gnNI/AAAAAAAAlxg/OL-u5DSJ0YA/s1600/ng1103793_435x190.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="175" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-t0Ro6QKGbIo/TghWQn-gnNI/AAAAAAAAlxg/OL-u5DSJ0YA/s400/ng1103793_435x190.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A EDP, os Novos Povoadores e a Câmara de Alfândega da Fé vão avançar hoje com um projecto piloto para incentivar a instalação de novas famílias naquele concelho transmontano.&lt;br /&gt;Segundo disse hoje à  Lusa, a directora da Fundação EDP, Isabel Marques, esta iniciativa assenta num projecto piloto que está a ser instalado na região do Baixo Sabor, onde se encontra em fase de construção um grande empreendimento hidroeléctrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O projecto tem por objectivo atrair casais que pretendam construir uma nova vida nesta região, que tem perdido população, e acreditamos que há cada vez mais pessoas que pretendem mudar a sua vida para o interior do país», acrescentou a responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação de condições para reter jovens e atrair novos residentes figura no topo da lista de preocupações, a par do emprego e do desenvolvimento turístico da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O Baixo Sabor tem sido uma região piloto em vários projectos socais, económicas ou culturais promovidos pela EDP, dado o facto de haver uma barragem que está em fase adiantada de construção», sublinhou Isabel Marques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As famílias candidatas à mudança, deverão obedecer a alguns critérios que garantam «o sucesso do novo projecto de vida».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Para atender a esta necessidade, a EDP recorre à experiência dos Novos Povoadores, entidade, que tem vindo a desenvolver o conceito de repovoamento das zonas mais despovoadas do país, através da migração de famílias urbanas, a qual vai apoiar a mediação às famílias em mudança, em estreita articulação com a Câmara», concluiu a responsável pela Fundação EDP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa, após formalizada, visa atender a uma das principais expectativas detectadas pela EDP nos inquéritos de opinião realizados nas regiões abrangidas pelas novas barragens tendo em vista área do território menos povoadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto será financiado pela EDP, no âmbito do conjunto de iniciativas de promoção de desenvolvimento nos concelhos onde desenvolve novos investimentos hídricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=22613"&gt;Lusa/ SOL&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3932746739058856824?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3932746739058856824/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3932746739058856824' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3932746739058856824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3932746739058856824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/06/edp-avanca-hoje-com-projecto-para.html' title='EDP avança hoje com projecto para incentivar novas famílias em Trás-os-Montes'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-t0Ro6QKGbIo/TghWQn-gnNI/AAAAAAAAlxg/OL-u5DSJ0YA/s72-c/ng1103793_435x190.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5572370655607336162</id><published>2011-06-18T22:24:00.000+01:00</published><updated>2011-06-18T22:24:13.903+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><title type='text'>A piranha autárquica</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xPfkCRGNkqI/Tf0XXyWDJOI/AAAAAAAAlwo/fS97NWlPQhI/s1600/3662967539_28491b4afc_o.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="150" width="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-xPfkCRGNkqI/Tf0XXyWDJOI/AAAAAAAAlwo/fS97NWlPQhI/s200/3662967539_28491b4afc_o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;Há um drama no memorando assinado com o FMI e a UE.&lt;br /&gt;O poder autárquico vai ser atirado às piranhas mas ninguém vai querer meter a mão no assunto para não ficar sem ela. Ninguém duvida que este é um país onde concelhos e freguesias nasceram com a generosidade viçosa dos cogumelos. Serviram para tudo, sobretudo para criar clientelas musculadas e bajuladoras. Os novos regedores valem votos e gerem interesses para os quais os líderes partidários olham envergonhados mas que, no momento da verdade, não renegam. Não admira que, tal como a justiça, deva ser um alvo de reforma. Há um problema. Reformar as autarquias não trará uma digestão fácil a quem tiver de a fazer. Causará, muito provavelmente, alguma congestão política. Reformar as autarquias é decisivo. Mas requer uma gestão prudente, num país que se inclinou demasiado para o litoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso não pode ser feita por pura lógica matemática ou por excelso interesse partidário. São os abusos que estão em causa, não os princípios. A menos que a ideia do FMI e da UE seja desertificar Portugal e transformá-lo numa grande Lisboa com zonas adjacentes para as praias e o golfe. Reformar a teia autárquica requer criar verdadeiros pólos no interior que não sejam apenas centros de emprego mas verdadeiros íman para o repovoamento agrícola e social, que será fundamental num novo Portugal. A reforma autárquica não pode ser uma acção de contabilidade e de engenharia financeira supervisionada pelo FMI e pelos burocratas que em Bruxelas destruíram, com a ajuda amiga da ASAE, metade dos restaurantes populares do interior. Terá de ser conciliada com a visão de D. Sancho I, o Povoador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=490561"&gt;Negócios&lt;/a&gt;, Fernando Sobral&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5572370655607336162?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5572370655607336162/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5572370655607336162' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5572370655607336162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5572370655607336162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/06/piranha-autarquica.html' title='A piranha autárquica'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-xPfkCRGNkqI/Tf0XXyWDJOI/AAAAAAAAlwo/fS97NWlPQhI/s72-c/3662967539_28491b4afc_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6458747381931466815</id><published>2011-06-16T09:27:00.000+01:00</published><updated>2011-06-16T09:27:50.293+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Êxodo Urbano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><title type='text'>Projecto Novos Povoadores é alternativa à vida na cidade</title><content type='html'>«Muitas pessoas que vão para o interior já não regressam à cidade», garantiu à TSF um dos membros do projecto Novos Povoadores, que orienta quem quer viver com menos custos e mais qualidade de vida fora das metrópoles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de pessoas que integra o projecto de repovoamento de zonas rurais, denominado por Novos Povoadores, tem, desde há alguns anos, rumado ao interior desertificado de Portugal para ganhar qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em declarações à TSF, Frederico Lucas, um dos membros deste projecto, confirma que alguns dos efeitos da crise estão a mobilizar as pessoas para mudar de vida.&lt;br /&gt;«Existe mais gente a manifestar interesse em mudar para o interior do país há medida que os encargos sobem e os rendimentos descem na cidade», disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, sublinha o "povoador", o movimento de migração está a gerar um «fenómeno». «A maioria das pessoas que vão para o interior já não regressam à cidade. Apesar de terem nascido e vivido nas áreas metropolitanas querem, agora, outro estilo de vida», explica.&lt;br /&gt;Frederico Lucas, do projecto Novos Povoadores, considera positiva a chamada de atenção do Presidente da República, que, no discurso das comemorações do 10 de Junho, alertou para a desertificação do interior de Portugal, sublinhando as potencialidades das terras do interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Foi discurso importante para as pessoas que estão a ir para o interior e que o fazem com algum receio. Elas olham com esperança para esta mudança, mas têm receio porque é um modelo de vida que ainda está a nascer em Portugal. E, claro, questionam se é bom», conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1876175"&gt;TSF&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6458747381931466815?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1876175' title='Projecto Novos Povoadores é alternativa à vida na cidade'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6458747381931466815/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6458747381931466815' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6458747381931466815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6458747381931466815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/06/projecto-novos-povoadores-e-alternativa.html' title='Projecto Novos Povoadores é alternativa à vida na cidade'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6614572832957238277</id><published>2011-06-06T10:35:00.001+01:00</published><updated>2011-06-17T10:40:33.084+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><title type='text'>Empreendedores-empresários-ativistas procuram-se!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tpRAlzO0iok/TeyfEzArBOI/AAAAAAAAlqs/FyxG-iC-qbo/s1600/facebook-revolution.jpg" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="121" width="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-tpRAlzO0iok/TeyfEzArBOI/AAAAAAAAlqs/FyxG-iC-qbo/s200/facebook-revolution.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;As figuras públicas sem dúvida que são impulsionadoras de novas tendências. Se há portugueses que imitam os seus ídolos ao pintar as unhas dos pés de preto ou a dar um nome diferente a um filho, também há aqueles que observam de perto os empresários nacionais e a forma como contribuem para um país melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as empresas têm responsabilidades socias, nem que seja apenas em teoria e, é impossível dissociar o empresário da sua empresa. Isto é, o comportamento social da empresa influencia a imagem do empresário e vice-versa. Mas atualmente há empresários cada vez mais ativistas fazendo jus à teoria que têm em papel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, não são apenas empreendedores nas suas empresas como também o são na vida em geral. Temos como exemplos, Francisco Pinto Balsemão, que organizou o Salão de Mobilidade Sustentável, em que será analisada a evolução recente das marcas no que diz respeito aos carros elétricos e à instalação de infraestruturas que possibilite a concretização da mobilidade elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belmiro de Azevedo através do programa "Porto Seguro" foi um dos modelos de referência aos jovens, promovendo o empreendedorismo e fomentando a necessidade de formação; Rui Nabeiro que se dedica a diversas causas sociais tendo uma intervenção ativa na sociedade; entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes empreendedores-empresários-ativistas são fundamentais como exemplos à sociedade em geral e como forma de "obrigar" outras empresas/instituições públicas ou privadas a seguirem o mesmo caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://aeiou.expresso.pt/empreendedores-empresarios-ativistas-procuram-se=f653909"&gt;Expresso&lt;/a&gt;, Ana Campos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6614572832957238277?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6614572832957238277/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6614572832957238277' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6614572832957238277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6614572832957238277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/06/empreendedores-empresarios-ativistas.html' title='Empreendedores-empresários-ativistas procuram-se!'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-tpRAlzO0iok/TeyfEzArBOI/AAAAAAAAlqs/FyxG-iC-qbo/s72-c/facebook-revolution.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6111280546959325906</id><published>2011-05-20T18:31:00.000+01:00</published><updated>2011-05-20T18:31:04.464+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Não saia do seu lugar (6ª feira)'/><title type='text'>Mergulho matinal!</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/FdYkbNHzLaE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Irlanda do Norte, há um labrador retriever que todos os dias quando acorda pelas 6 da manhã, o seu passeio predilecto é ir até ao porto da pequena cidade onde vive, e depois mergulha e nada com um golfinho ficando com ele cerca de 10 minutos a deliciarem-se na água. Entretanto quando a 1ª embarcação sai do porto, o golfinho persegue essa embarcação para ir tomar o pequeno almoço (peixe atirado do barco) e o labrador regressa para a margem para o seu dono.&lt;br /&gt;O labrador faz isto desde os 8 meses, e tem agora 4 anos de idade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000137055735"&gt;Sérgio Briosa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6111280546959325906?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6111280546959325906/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6111280546959325906' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6111280546959325906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6111280546959325906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/05/mergulho-matinal.html' title='Mergulho matinal!'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/FdYkbNHzLaE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-4975968332465949302</id><published>2011-05-13T19:06:00.001+01:00</published><updated>2011-05-13T19:16:29.746+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Local'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alerta Verde'/><title type='text'>Virgílio, pastor, fala do País</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-axVrSBZGfPU/Tc1yrybvGWI/AAAAAAAAlcw/bh8zNjhwppU/s1600/Screen%2Bshot%2B2011-05-13%2Bat%2B19.03.49.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="267" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-axVrSBZGfPU/Tc1yrybvGWI/AAAAAAAAlcw/bh8zNjhwppU/s400/Screen%2Bshot%2B2011-05-13%2Bat%2B19.03.49.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tem 37 anos, a quarta classe, e gosta de pastorear o seu rebanho em liberdade. A "ruína" de Portugal não lhe é indiferente. Estas são algumas das suas convicções&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu gosto disto. É como lhe digo, isto é diferente. A gente não anda ao mandado de ninguém. Agarrei-me a isto, agarrei-me ao gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trabalhar para um patrão ganha-se muito melhor dinheiro. E com outras condições. Pega-se às oito da manhã e larga-se às cinco. Está a gente livre. Tem-se sábados, dias santos, feriados. Tem-se subsídio de férias e de Natal. Eu, na época da ordenha tenho de pegar às seis da manhã, quando não é às cinco e meia. E às vezes à meia-noite ainda lá ando. São dois dias num. Então trabalhar para um patrão não é maior sossego? Anda-se ao mandado deles, não é? Mas é um sossego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não fui assim criado. Fui habituado assim e gosto de fazer o que faço. Não é pelo que se ganha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ar puro é diferente. É outra liberdade. Às vezes falam-me que é mais bonito morar numa cidade como a Covilhã ou Lisboa. Eu, se fosse morar para a Covilhã morria logo. Com o ar e o cheiro dos carros e o barulho. Eu sou novo, mas fui criado à moda antiga. O meu pai tem 86 anos. Trabalhou sempre na agricultura para criar os filhos. Éramos nove irmãos. Sou o mais novo de todos. Somos da Bouça. Foi assim, o gado foi passando, passando, e já cá estou há 20 anos. Queriam vender o gado e eu disse que ficava com ele. Antigamente tinham muitos filhos e criavam-nos todos. Agora é um ou dois e já é muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que isto agora está como está. Isto está na ruína porquê? Nem numa enxada sabem pegar. Não sabem lavrar um bocadinho de terra nem cuidar de um animal. E onde é que se produz a maior parte dos alimentos? É do gado e da terra é que vem tudo. A mim dizem-me "tu cheiras a cabra". É verdade! Mas de onde é que vem tudo? É dos computadores ou da internet? A malta de agora julga que vem tudo do ar. Se acabarem os rebanhos e ninguém cuidar da terra como é que vai ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui no Morgadinho era só cabradas. Agora ando cá eu... Se acabar tudo, quero ver como vão comer. Por isso é que está tudo a ficar caro como o lume. Portugal não produz nada. Tem de vir dos estrangeiros. Quem quer o produto tem de o pagar bem caro. Quem é que quer cuidar dos rebanhos hoje em dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosta mais de nós quem vem de fora. Os turistas gostam de falar connosco e de ver o gado. Os da terra ainda fazem pouco. "Cheiras a cabra". Mas o queijo, os iogurtes e a manteiga, o leite e as carnes não nascem do céu. Tem de haver quem tome conta do gado para haver produção. E isto dá trabalho a muita gente. Doutores e fábricas e tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juventude agora, acho bem, não sou nada contra isso, só quer é estudar. Mas antigamente, os velhos e os garotos passavam o dia a trabalhar. Eu com cinco, seis anos vinha para a quinta trabalhar depois da escola. Se não fosse... carrega o macho [levanta o cajado como se fosse bater em alguém].&lt;br /&gt;A juventude de agora não sabe trabalhar na terra porque não lhes ensinam. Se toda a gente tivesse um quintalzinho e aprendessem era bom. Se soubessem produzir, isto se calhar não estava assim. Isto está mau para toda a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora aqui, nas Cortes e na Bouça há cinco pastores. Antigamente havia uns 100. Em acabando eu, isto acaba por completo. Nem para os turistas tirarem uma fotografia aqui na Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, nas Cortes e na Bouça tudo tinha gado e tudo se governava com o gado. Agora está a acabar. Porque também põem certas condições que a gente não se consegue aguentar. Verdade seja dita. Querem que a gente ponha ordenha mecânica. A gente ordenha tudo à mão, é o antigo. Então, no pavilhão onde eu tenho o gado, nem luz sequer tenho... Só um gerador para dar uma luzita para a gente ver qualquer coisa. Para botar uma ordenha mecânica é preciso um gerador muito valente ou electricidade normal, pronto. E onde é que a gente tem condições para isso? Para isso mais vale acabar com o gado. Muita gente acabou com o gado pelas leis que põem. No inverno temos de ter o gado dois meses num lado, dois meses no outro. Tínhamos que ter um pavilhão de ordenha em cada quinta, não? Mas se nem um carro lá chega... Eu daquela quinta além para baixo tenho que acarretar o leite às costas até à estrada. E é agora, que a estrada é nova. Antes levava um cântaro de 35 litros às costas e outro na mão até ao povo. Ali da Malhada do Salgueiro e da Malhada da Fonte, levava o cântaro às costas por aquela vereda. Por isso é que estou velho. Fiz isso durante 10 anos. Tínhamos que ter a ordenha feita às 10 da manhã para levar o leite a tempo de ir para a fábrica. Se não, ia à vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente acabou com o gado. Os velhotes não estão para isso. E os novos também não querem. E eu, qualquer dia, acabo também. Eu não tenho frigorífico. Ligo-o aonde? Até lhe sei responder... Aos tomates do chibo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem põe estas leis julga que aqui é como no Alentejo em que conseguem ali ter duas ou três mil ovelhas dentro de uma quinta. Mas isto aqui não é o Alentejo, é a serra. É pedras e frio. Quem põe essas leis devia andar aqui uma semana a tomar conta do gado, no inverno. Às vezes a gente até chora, com o temporal. A gente chega a casa a pingar e a tremer com frio. Eu uso safões, que é uma coisa de pelo de cabra para pôr nas pernas. Gosto mais do pêlo de cabra porque escorre a água, enquanto que a lã da ovelha ensopa e fica pesada. Uso botas de borracha e fato de oleado. E uma capa destas que às vezes, em chegando ao curral, fica oito dias a enxugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuei com isto e gosto. Não é pelo produto. Há anos em que não se tira nada. Os cabritos é uma coisa muito sensível e que leva muito caminho... Morrem muito. O borrego é muito mais  resistente. Se nascer bom, ao fim de um mês está um borrego do caraças, enquanto que o cabrito é preciso dois e três meses e às vezes encanita-se. Tanto que o leite da ovelha é muito mais forte e muito mais caro. O queijo de ovelha custa três contos o quilo e o da cabra custa um conto e tal. Vá que isso agora melhorou um bocadinho. Antes pagavam 25 cêntimos por litro. Era uma pechincha. Agora é que subiu um bocadinho. Tenho poucas ovelhas, só 15. Eu gosto mais da cabra. A ovelha só quer erva. Anda um bocado, mas se não enche a barriga de erva anda o dia inteiro a berrar, mé-mé. A cabra em andando um bocado no lameiro já fica contente, quer é roer mato. Ela própria sai do lameiro. Enquanto que a ovelha pode ficar todo o dia a comer erva. E aqui há pouca. Os nossos terrenos são fracos. Agora há, porque é a primavera. Mas qualquer dia, para o fim de Setembro, já não há nadinha, seca tudo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://aeiou.visao.pt/virgilio-pastor-fala-do-pais=f601926"&gt;Visão&lt;/a&gt;, Paulo Pena&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-4975968332465949302?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/4975968332465949302/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=4975968332465949302' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4975968332465949302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4975968332465949302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/05/virgilio-pastor-fala-do-pais.html' title='Virgílio, pastor, fala do País'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-axVrSBZGfPU/Tc1yrybvGWI/AAAAAAAAlcw/bh8zNjhwppU/s72-c/Screen%2Bshot%2B2011-05-13%2Bat%2B19.03.49.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6402661374746117262</id><published>2011-05-10T21:38:00.001+01:00</published><updated>2011-05-10T21:39:22.426+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&apos;I made a mistake&apos; admits Greenspan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><title type='text'>A crise levou o dinheiro, mas não a criatividade</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Wbixka8pmFc/TcmiF1XzJaI/AAAAAAAAlcA/2vi51hndrPQ/s1600/CorbisReykjavik.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-Wbixka8pmFc/TcmiF1XzJaI/AAAAAAAAlcA/2vi51hndrPQ/s400/CorbisReykjavik.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo diminuiu um quarto, em Reiquiavique. As prateleiras dos supermercados deixaram de ter tantos produtos importados. Algumas famílias começaram a cultivar quintais. E a tricotar camisolas. Os Range Rovers agora chamam-se game-overs. Consumir? "Isso é tão 2007..." Os bancos faliram, as famílias entraram em bancarrota, o Estado estremeceu. Veio o FMI, mas o sistema de proteção social não mudou. Democracia: é a receita dos islandeses para sair da kreppa, o nome islandês da crise. Os banqueiros vão ser julgados. O anterior primeiro-ministro vai ser acusado. A Constituição está a ser revista por cidadãos comuns. A pequena ilha nórdica quase foi ao fundo, mas está a reinventar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sorriso de menina de Salvör esconde-lhe a determinação. Veste uma saia acima do joelho, botas altas, um casaco rosa. Tem os olhos castanhos, uma raridade nesta confluência genética de íris claras e olhos rasgados. Filha de um ex-governador do Banco Central, é professora de Ética, diretora do departamento, na Universidade da Islândia. "Nunca me interessei por política", diz, a rir, no seu novo gabinete, que ocupa desde novembro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é uma das 25 pessoas "comuns", cidadãos dos 18 aos 91 anos, eleitos pelo povo para reescrever a Constituição do país. Foi a revolução que a levou para a política. É preciso entrar em bancarrota para que um país se dê conta da falta que faz uma professora de Ética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvör, 48 anos ("quarenta e qualquer coisa... ai... sim, quarenta e oito"), foi apanhada pelo turbilhão. Os bancos faliram, o Governo não teve dinheiro para os salvar. Nacionalizou-os, mas não assumiu as maiores dívidas. Vieram as histórias de compadrio, corrupção, o buraco negro de milhares de milhões de euros, a súbita e inesperada fragilidade das pessoas. A pobreza, o desemprego. "Era preciso dar uma resposta", explica Salvör.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois meses depois da crise, desencadeada em outubro de 2008, e de a revolução se ter instalado nas ruas de Reiquiavique a capital, com milhares de islandeses dispostos a tudo para conseguir uma solução para os seus problemas, Salvör integrou a Comissão Especial de Inquérito que reconstituiu a história da kreppa islandesa, o mais extraordinário e abrupto crash da história económica do mundo, parafraseando o Prémio Nobel da especialidade, Paul Krugman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram apenas seis, na Comissão. Três especialistas em Ética, dois advogados e um economista. E muito já diz esta composição... Salvör leu todos os documentos, vasculhou a incrível história de banqueiros como Jon Asgeir Johnnesson, o maior acionista do banco Giltnir, o primeiro gigante a falir. Um multimilionário que vivia do crédito do seu próprio banco (e de outros). Tinha um iate de luxo, um avião privado e dois apartamentos de 25 milhões de dólares, em Manhattan, Gramercy Park.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2 400 páginas, a Comissão de Salvör contou todas as histórias. E a população não fez orelhas moucas. O relatório todo (investigado e escrito entre janeiro de 2009 e março de 2010) foi lido, por atores, no Teatro Municipal de Reiquiavique. A leitura era retransmitida pela rádio. Mas há um resumo possível, numa página: a "teia" de relações entre os banqueiros, os reguladores e os responsáveis políticos. Uma espécie de organograma da catástrofe, com linhas retas e ligações sinuosas. Foi essa a imagem que ficou, até porque três dias depois de ser conhecido, o relatório ficou submerso pela erupção do vulcão Eyjafjallajökull, em 21 de março de 2010. "Não lixem a Islândia. Podemos não ter dinheiro, mas temos fogo", diz uma das T-shirts expostas na livraria IDA, em Reiquiavique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi naquela comissão que nasceu a mais surpreendente das ideias: "É preciso repensar a República, tornar a discussão sobre as responsabilidades do poder mais democrática. É preciso empenhar as pessoas", explica Salvör, com uma expressão terna, enquanto caminha por uma sala ampla, dividida em cubículos numerados de 1 a 25, o local onde se reúnem os representantes do povo mandatados para rever a Constituição, pela primeira vez, desde que a Islândia se tornou independente da Dinamarca, em 1944.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ali pescadores, agricultores, professores, funcionários públicos. Cidadãos, entre os 18 e os 91 anos, que se propuseram para reescrever a lei fundamental do país, depois da crise. Salvör faz parte dos 25. "Foi a primeira vez que me candidatei a qualquer coisa", diz, a rir. Concorreram 552 islandeses. "Era uma experiência. Ninguém sabia como fazer... Os candidatos não sabiam como apresentar o seu programa. Os media não sabiam como proceder, não podiam dar espaço a mais de 500 candidaturas..." Resultado: "Usei o Facebook. Mandei mails a todos os meus contactos. Fui construindo uma rede", recorda. No dia 27 de novembro do ano passado, Salvör foi escolhida, numa eleição nacional inédita. E, na primeira reunião dos 25, elegeram-na para presidir aos trabalhos. Tem agora pouco mais de dois meses para escrever a nova Constituição islandesa, que terá de ser sufragada pelo atual Parlamento, e pelo próximo que resultar das futuras eleições legislativas (uma salvaguarda que pretende tornar a lei mais importante da Islândia imune às conjunturas políticas).&lt;br /&gt;Acusar os responsáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está a nevar, mas os rapazes caminham pela rua de T-shirt, e as raparigas de minissaia. O vento faz os farrapos de gelo rodopiar pelo ar, mas, ao longo da estada, no meio de quilómetros de desoladores campos de lava, há fumarolas e vapor de água fervente a subir em colunas direitas. A paradoxal Islândia não se deitou no divã do psicanalista depois do colapso financeiro. A kreppa não é o fim. Pode ser, até, um recomeço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora seja a casa que Bryndis e Johannes queriam, a sala está despida de luxos. Despojada. Paredes brancas, quatro fotografias pequenas penduradas, dois sofás, um cadeirão e uma mesa que enchem de pequenos pães redondos, acabados de cozer, manteiga, café. "Desde que não piore, acho que aguentamos", diz a terapeuta da fala, de 37 anos, enquanto adormece o filho, Eysteinn, de 2 anos, no colo. O mais novo dos três filhos do casal nasceu depois do crash. E já não conheceu "o País mais feliz do mundo" (segundo o ranking do jornal inglês The Guardian) em que os irmãos, Gudmundur e Sigtryggur, de 12 e 4 anos, tiveram a sorte de nascer. Eysteinn é alérgico a derivados do leite e, também, ao mais comum dos substitutos lácteos, a soja. Agora, no supermercado, faltam os gelados, o leite e a manteiga que tolera comer. As importações caíram, dizem as estatísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marido de Bryndis, Johannes, 38 anos, é professor de Linguística, especialista em sagas medievais islandesas - um género literário que perpetua os feitos sanguinários dos primeiros colonizadores desta ilha do Atlântico Norte, a meio caminho entre a Europa e a América, encostada ao Ártico. "Antes, quando éramos mais jovens, esperávamos que o nosso tempo chegasse. Que a prosperidade viesse. Agora não...", diz, com os cotovelos apoiados nos joelhos, mãos na cara. Mas não é assim que acaba uma saga. A desilusão não parece paralisar a "geração parva" da Islândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johannes saiu à rua, no frio inverno de 2008, de frigideira na mão, como milhares de outros islandeses. Fez parte da revolução. Exigiu transparência, democracia, soluções para os seus problemas. E vá algum português atrever-se a explicar a um islandês que "tristezas não pagam dívidas"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvör Nordal, 48 anos, deve ter-se cruzado com Johannes, na praça Austurvöllur, a praça da revolução, fronteira ao edifício novecentista do Parlamento, o Althingi (o primeiro edifício islandês a ser construído com casa de banho). Os islandeses reencontraram-se ali, com o seu destino. O país que liderava o Índice de Desenvolvimento Humano da ONU, de repente, via-se num espelho deformado. Caminhando sobre o gelo frio e quebradiço. Como qualquer Argentina ou Zimbabué, endividado até ao fundo dos bolsos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um momento para o outro, os islandeses foram à procura dos culpados, apontaram o dedo. Mas também procuraram soluções. Houve quem inventasse um "Ministério das Ideias". E houve, também, uma reunião inédita da Thjodfondur, uma espécie de assembleia geral do povo, com mil representantes que debateram os "valores" que queriam para um novo país sair da crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da comissão de inquérito saíram duas investigações. Uma judicial, aos banqueiros, que procura responsabilidades criminais. Foi a magistrada francesa, Eva Joly, que montou as bases da Procuradoria-Especial para os Crimes da Banca, liderada pelo islandês Olafur Thor Hauksson, que já deteve para interrogatório e mandou arrestar bens dos principais banqueiros que dominavam o sistema financeiro do país, antes do colapso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali saiu, também, e pela primeira vez na História da Islândia, uma investigação especial à responsabilidade política. O Supremo Tribunal islandês, constituído por peritos em leis e políticos nomeados pelo Parlamento, vai reunir-se em breve para julgar o ex-primeiro-ministro Geir Haarde, acusado de incompetência e má gestão. Um terço dos funcionários da agência estatal de regulação passaram a trabalhar para os bancos que deviam fiscalizar. O Governo promoveu, até à véspera da falência, os feitos dos "novos vikings" (o cognome dos banqueiros). O Estado falhou.&lt;br /&gt;'Deus abençoe a Islândia'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Range Rovers estão a envelhecer. Os velhos edifícios de madeira, cobertos com chapas de zinco coloridas, vão manter-se no seu lugar. Não hão de nascer arranha-céus envidraçados nos quarteirões mais característicos de Laugavegur, a avenida central de Reiquiavique, como desejavam os banqueiros. Em vez de lojas Armani, abrem apenas modestos estabelecimentos como o da Associação de Tricotadeiras da Islândia ou lojas de roupa em segunda-mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os todo-o-terreno que luziam de novos estão a caminho de integrar o parque automóvel mais velho da Europa. Chamam-lhes, agora, os "game-overs". Ainda são muitos, mas já não representam a maior concentração do mundo por habitante, como até há dois anos. Rolam, matraqueando os pregos que trazem incrustados nos pneus, pela neve de Laugavegur, no passeio quotidiano de fim de semana. Thetla reddast! "No final, tudo vai correr bem."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bryndis não repete esta crença islandesa nos amanhãs que cantam. O melhor que lhe sai, enquanto atrás de si, do lado de fora da janela da sua sala branca, a neve cai sem parar, é "a vida continua". Foi aqui, nesta sala, acabada de comprar, no outono de 2008, que percebeu. "Tudo colapsou..." Estava a pintar as paredes de branco, com Johannes, o seu marido, e tinha o rádio ligado. No início, tudo corria bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número 4 da rua Gladheimar, uma vivenda geminada de dois pisos, materializava um sonho antigo. Uma sala grande, espaço para os livros de Johannes, quartos para os filhos, Gudmundur e Sigtryggur (Eysteinn haveria de nascer, em 2009). A casa velha tinha apenas 68 m2, e ainda rendeu um lucro de 37 mil euros. Mas o rádio, naquele 8 de outubro de 2008, tinha más notícias para Bryndis e Johannes, enquanto pintavam a sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro-ministro Geir Haarde, líder do Partido da Independência, conservador de direita, que ganhou todas as eleições legislativas na Islândia desde 1946, está a discursar em direto. No final, diz uma frase que deixa Bryndis, Johannes e o país inteiro de olhar parado, em suspenso: "Deus abençoe a Islândia." De lá para cá, o casal concentra-se em "não permitir que a situação afete as crianças". Deixaram de ir comer fora, "cinema só uma ou duas vezes por ano". Alugaram um quintal, onde cultivam "saladas, cenouras, batatas". Para pouparem no supermercado, sim, mas também para "passar às crianças o valor da terra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase de Haarde deixou os islandeses perplexos. Einar Mar Gundmundsson está em Copenhaga a falar sobre a sua obra literária e recebe a mensagem. "Deus abençoe a Islândia." Mete-se num avião para Reiquiavique, no dia seguinte. Thór Saari está no seu gabinete da OCDE, na Universidade de Reiquiavique, e vê a expressão preocupada de Haarde, na televisão. Diz: "O homem parece fora de si... Que discurso é este?" Raghneidur está grávida, sentada no sofá da sua sala, em repouso, e liga para o marido Ólafur. "O que é isto? O que se passa?" Lilja Mosesdóttir veio para Reiquiavique, a macrocéfala capital, que concentra quase metade da população, com um doutoramento em Regulação Financeira e a promessa de um contrato na Universidade da Islândia. Aos 48 anos, esta economista deixou a sua carreira universitária no Norte do país para ouvir, incrédula, a funcionária da Universidade dizer-lhe que o contrato não será assinado. Não há dinheiro.&lt;br /&gt;De manifestante a deputada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bancos faliram. Foi como se uma praga do Velho Testamento atingisse a economia islandesa: o Giltnir, o Kaupthing e o Landsabanki, juntos, valiam dez vezes o Produto Interno Bruto do país. Como peças alinhadas de um dominó, as casas desvalorizaram-se, em média 30% (a de Johannes e Bryndis perdeu 31 mil euros do seu valor, em três dias), ao mesmo tempo que os empréstimos subiam (20%, no mínimo). A inflação aumentou e arrastou os empréstimos bancários para máximos históricos, que se manterão para sempre, a menos que uma vaga de deflação, muito improvável, corrija a subida. O Governo desvalorizou a coroa islandesa para absorver o impacto, mas isso não ajudou nada a vida de quem tinha empréstimos em moeda estrangeira (ienes, euros, dólares ou francos suíços). Os preços subiram. Os salários perderam valor. Quase metade das empresas faliu. E o contrato de Lilja foi-se, no turbilhão. A professora universitária passou a integrar a mais inconcebível das novas estatísticas islandeses: 9% de desempregados, num país que sempre vivera em pleno emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johannes fez como Lilja, Thór, Einar Már e milhares de outros. Pegou numa frigideira da sua cozinha nova e veio para a rua. Bater em tachos e panelas foi a forma que os islandeses encontraram para protestar contra esta espécie de apocalipse que lhes trouxe o destino. O destino e um grupo pequeno de banqueiros e políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, dois anos e meio depois da "revolução das frigideiras", Lilja recebe-nos à porta do Althingi, o Parlamento islandês. É deputada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há detetores de metais nem polícia. O funcionário trata a deputada pelo seu primeiro nome. E Lilja mostra-nos como viu, do lado de fora, o que agora vê por dentro. Durante as manifestações, os deputados hesitavam em cruzar o passadiço de vidro que liga o velho edifício ao novo anexo onde se situam os gabinetes. "Houve quem atirasse pedras, mas os vidros são à prova de bala..." Com uma voz pausada e suave, Lilja Mosesdóttir conta como passou de manifestante a eleita do povo: "A economia colapsou em três dias. As pessoas tornaram-se ativas. Muito ativas... Deixei as minhas pesquisas académicas e fui ler tudo o que havia sobre políticas de reação à crise." Na pequena sala de sessões do Althingi, as paredes são verdes e azuis. As cadeiras estão tão juntas que nenhum deputado se pode levantar, sem pedir licença ao colega do lado. Sentam-se aqui 63 eleitos, uma representação à medida deste país de 320 mil habitantes. Os lugares são rotativos. Os partidos não mandam na distribuição das cadeiras. Cada lugar é sorteado, anualmente, o que faz com que Lilja, que começou por integrar a bancada dos Verdes de Esquerda, e agora é independente, possa ter como vizinhos deputados da Aliança Social-Democrata, ou do Partido da Independência, ou do Partido do Progresso (ruralista, de direita), ou do Movimento, a nova formação que emergiu dos protestos de 2008.&lt;br /&gt;Humor na 'fortaleza de marfim'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thór Saari é o presidente do Movimento. Mas esse também é um cargo que roda, todos os anos. O Movimento é, aliás, um partido com os dias contados, explica Saari: "Temos um programa de três pontos: aprofundar a democracia; resolver o problema das famílias endividadas; e acabar com o desemprego. Ao fim de dois mandatos, se conseguirmos cumprir o nosso programa, acabamos. Se não conseguirmos, acabamos também", ri-se Thór que, tal como Lilja, é economista, especialista em dívida, e trocou as sebentas pela política, no calor da revolução de 2008. Trabalhava para a OCDE, em Reiquiavique, e já tinha sido quadro do Banco Central islandês e do Instituto de Gestão da Dívida. Encontrou-se com a rua. "Conhecemo-nos todos aqui", conta Thór Saari. "Passámos aqui seis dias e seis noites, sem sair, até que o Governo se demitiu. Uma revolução pacífica, na rua, no inverno, na Islândia... Ninguém pensava que fosse possível. Mas foi." Entre o dia 8 de outubro (quando Bryndis pintava a sua sala e o primeiro-ministro disse "Deus abençoe a Islândia") e o dia 6 de janeiro de 2009, data em que Haarde se demitiu e convocou novas eleições, a praça Austurvöllur foi o verdadeiro Parlamento. Primeiro, surgiram as frigideiras e o protesto sem programa, o choque puro e simples. Depois, fez-se um cordão humano, mais simbólico que ameaçador, à volta do Althingi, para impedir os deputados de entrar. A seguir, houve quem hasteasse uma bandeira da cadeira de supermercados Bónus (um porquinho sorridente) no mastro da bandeira nacional - porque essa cadeia pertence ao principal vilão islandês do momento, Jon Asgeir Jhanesson, o tal milionário a crédito. À medida que se iam conhecendo os contornos da falência dos bancos, e da promiscuidade entre a alta finança e a política, houve quem passasse à ação direta: o carro do primeiro-ministro foi apedrejado, os banqueiros foram atingidos com ovos, as suas casas foram pintadas de vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thór chegou ao Parlamento, "a fortaleza de marfim", como lhe chama, no dia 25 de abril de 2009, e, com ele, uma maioria de esquerda, uma coligação entre social-democratas e Verdes de Esquerda. O Governo é liderado por Jóhanna Sigurdardóttir, social-democrata de 68 anos, lésbica. A aliança que apoia o Governo é frágil, e acaba de resistir, por apenas dois votos, a uma moção de censura, no Parlamento. Thór Saari e Lilja Mosesdóttir votaram para que o Governo caísse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Althingi senta-se, também, o antigo responsável ministerial pela banca. "Arrasta-se pelas paredes, calado. É um tipo simpático, mas, depois do que aconteceu, não pode voltar a ser um político digno de confiança", observa Saari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Movimento diz-se "acima do espetro", nem de esquerda nem de direita. E Thór garante que não é só isso que o separa dos políticos tradicionais. "Quando vim para aqui, estava a preparar um doutoramento em Filosofia. E reparo, todos os dias, que os políticos não pensam em termos de certo ou errado. Pensam na dicotomia possível versus impossível. Nós não somos políticos." A política islandesa foi tomada por não-políticos. Jon Gnárr, por exemplo, era um punk-rocker e comediante, famoso pelas suas rábulas na televisão. Quando fundou o Melhor Partido (um nome que deve render bons direitos de autor), ninguém o levou a sério. Quando ganhou, com 34% dos votos, a Câmara de Reiquiavique, ninguém pensou que se mantivesse lá por muito tempo. Quando desfilou, vestido de Rainha de Inglaterra, na parada gay de 2010, muitos acharam que estava acabado. E quando, na semana passada, se recusou a receber o comandante de uma embarcação militar alemã, e declinou a autorização para que o navio (que transportava um helicóptero de busca e salvamento que seria emprestado à Islândia) lançasse âncora no porto principal da capital islandesa, os esgares multiplicaram-se. Gnárr é um "anarco-situacionista" que faz política a rir, no meio do "teatro do absurdo" que, nas suas palavras, é a política do país.&lt;br /&gt;Lápis contados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absurdo. A megaloja de materiais de construção Bauhaus está pronta há dois anos, ali a dois passos de Reiquiavique, mas nunca chegou a abrir. Na principal autoestrada que sai para o Norte, Fellshlid Mosfellssdeit era o sítio onde as pessoas soltavam os cães para um passeio pelos campos. Vieram os bancos e as construtoras e nasceram os arruamentos. O alcatrão negro está impecável. As rotundas distribuem as ruas. Mas não há destino. Só alcatrão e rotundas e postes de eletricidade. Os lotes de terreno ladeiam esta cidade sem casas. Uma grua ficou ali, esquecida, entre as placas da Remax com o "vende-se" agora menos apelativo do negócio imobiliário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O setor da construção foi dizimado, em 2008", explica Thorolfur Mathíasson, diretor do departamento de Economia da Universidade de Reiquiavique, no seu gabinete, onde há um quadro cheio de rabiscos com gráficos de curvas acentuadas. Ao contrário da construção, as pescas e a energia estão a trazer para cima os indicadores da Islândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade vulcânica é aproveitada para fornecer água quente a todas as casas (a água fria nem sequer tem contador doméstico). E, também, para fazer funcionar as gigantescas fundições de alumínio, exploradas por multinacionais americanas, que rivalizam com a pesca, no topo das exportações islandesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia foi aquilo que o assunto Icesave retirou, na opinião de Mathíasson, ao país para sair, ainda mais depressa, da crise. O caso arrasta-se, depois de, por duas vezes, em referendo, os islandeses terem recusado o acordo estabelecido entre o seu Governo e a Inglaterra e a Holanda. O Icesave era uma filial online do Landsbanki, que faliu, em outubro de 2008. Cerca de 400 mil depositantes britânicos e holandeses ficaram com o seu dinheiro congelado (cerca de 5 mil milhões de euros, no total). O Reino Unido aplicou a sua Lei Antiterrorista para forçar a Islândia a pagar. E, como não teve êxito, resolveu adiantar o dinheiro (como o Governo de Haia) do seu próprio orçamento, enviando a fatura para Reiquiavique. O Governo islandês procurou negociar um pagamento faseado. Mas o Presidente da República (ver entrevista) não assinou o acordo, levando o assunto a referendo. A população rejeitou aquela solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como consequência, a Islândia não pode pedir dinheiro emprestado nos "mercados". Tem de viver com empréstimos bilaterais (China, Polónia) e com o empréstimo do FMI, negociado em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal negociador do FMI na Islândia foi o mesmíssimo Poul Thomsen, o dinamarquês de olhos azuis que aterrou em Lisboa há poucas semanas. Lilja Mosesdóttir reuniu-se com ele e considera-o "muito bem preparado" e até "permeável às reivindicações do povo". Na Islândia foi assim... "Em Portugal, também pode ser, se as pessoas lutarem pelo que querem", aconselha Lilja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mathíasson também considera "justa" a abordagem do FMI. "Impuseram uma redução do défice, mas não estabeleceram condições para os cortes. Isso acontece, talvez, porque o FMI não tem de convencer o eleitorado, como tem a chanceler alemã, Ângela Merkel..." Na Islândia, os cortes orçamentais preservaram o sistema de proteção social. No hospital de Bryndis, agora, há que "pensar duas vezes antes de fazer uma fotocópia". Os lápis estão contados, sim. Fecharam serviços públicos (hospitais e escolas), mas não houve cortes nos apoios sociais, nem privatizações. Pelo contrário, o welfare islandês foi elogiado pelo FMI, e até cresceu, nestes últimos anos (ver caixa). Há pressões para privatizar as empresas energéticas, mas o Governo opõe-se e, garante Sälvor Nordal, a futura Constituição vai defender que a propriedade dos setores essenciais (como a energia) seja pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, o país está a crescer economicamente. "Há uma resiliência silenciosa da economia", explica Mathíasson.&lt;br /&gt;Portugueses e islandeses: as diferenças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez esta "resiliência silenciosa" esteja nos genes do povo, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Cardoso vive em Reiquiavique desde 1997. É um dos pouco mais de 600 portugueses registados na Islândia (já foram cerca de mil). Foi estudar. Apaixonou-se por uma islandesa. Casaram. É especialista em sistemas informáticos para a banca, mas continua a frequentar pós-graduações e mestrados (Relações Internacionais, Gestão). Compara, assim, os dois povos que tão bem conhece: "A população, aqui, é muito ativa. Os portugueses toleram muito... Aqui, não há tanta tolerância como em Portugal." Esta impressão faz sentido aos olhos de uma islandesa com o trajeto de vida inverso ao de Paulo. Gudlaug Run Margeirsdóttir estudou em Portugal, licenciou-se em Literatura, em Coimbra. Apaixonou-se por um português. Casaram. Só regressou, de vez, a Reiquiavique em 2007. E vê assim as diferenças entres estes dois pequenos povos, com um acentuado "complexo de inferioridade": "Os islandeses são menos complacentes. No dia a dia, os portugueses são mais críticos. Os islandeses são mais reservados. Em Portugal, pode dizer-se que 'isto é uma porcaria' e continuar a gostar de viver assim. Parece que os portugueses têm medo de ser um pouco mais agressivos. Às vezes, pergunto-me por que os portugueses não agem mais em vez de falarem tanto..." Gudlaug é tradutora literária. Traduziu para português o Nobel islandês, Halldór Laxness, autor do romance Gente Independente, que caricatura a obstinação e o tradicionalismo rural dos islandeses. Traduziu, também, o mais celebrado dos autores contemporâneos, Einar Mar Gudmundsson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Einar vive nos arredores de Reiquiavique, numa vivenda a meia encosta de uma montanha. Tem um anexo, de madeira, ao lado da casa, onde trabalha. As paredes estão forradas com lombadas. Há livros numa mesa enorme de madeira. Há originais datilografados pelo chão. E um Saramago traduzido para islandês numa das prateleiras altas. "Jantámos juntos, uma vez", recorda Einar, enquanto nos serve café por um termo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Einar fez quatro discursos, no improvisado palanque da praça da revolução. Sempre que falava, lia. Na primeira vez, estava a seu lado o dirigente sindical dos eletricistas, Gudmundur Gunnarsson, pai da cantora Björk. Entrou, a fundo, na revolução. Integrou comités de debate. Reuniu-se com especialistas. Foi um dos rostos da organização dos protestos. E continuou a escrever. O seu Livro Branco, entre o ensaio e a ficção, é o primeiro relato da crise. E foi formando convicções. "Isto não é uma questão judicial, é uma questão moral. Não tenho qualquer esperança nos inquéritos aos banqueiros ou ao primeiro-ministro." Viu "felicidade" nas pessoas que consigo discutiam. E novos valores: "O consumismo deixou de ser o mais importante. Agora, por toda a cidade, há gente que não se conhecia e que partilha ideias e projetos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo diminuiu um quarto, em Reiquiavique. Mas aumentaram as doenças relacionadas com o stresse: ataques cardíacos, AVC. Os doentes afásicos de Bryndis não podem ser sujeitos a qualquer tipo de conversa sobre bancos e política, porque "isso torna a terapia mais difícil, se existe stresse".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há coisas que nunca mudam. O cartão de crédito é indispensável em qualquer bolso de islandês. Paga-se a crédito a cerveja que se bebe na discoteca, o táxi, o restaurante, o supermercado. Isso é "tão 2007", diz a expressão crítica, inventada para afastar os fantasmas do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aprendemos devagar", ri-se Ragnheidur Birna Bjornsdóttir, 36 anos, especialista informática da Segurança Social. Na sua casa, a crise não foi sentida como na maioria dos lares islandeses. Ólafur, o marido, de 46 anos, gestor, explica porquê: "Sempre soube que os bancos não são nossos amigos. Estão a tentar fazer negócio. Não posso confiar cegamente neles." Quando os bancos faliram, o casal amortizou a hipoteca e pôde seguir com a vida em frente. Mesmo que a sua expressão se carregue, ao falar da corrupção endógena "nesta pequena sociedade em que toda a gente se conhece", Ólafur mantém o humor. E Ragnheidur cita a frase que dá alento, mesmo que o frio gele os ossos e a dívida se avolume, thetta reddast, "no fim, tudo vai correr bem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, riem-se, à mesa da sua sala, nos arredores da capital, "talvez ainda sejamos a nação mais feliz do mundo..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://clix.visao.pt/a-crise-levou-o-dinheiro-mas-nao-a-criatividade=f600966"&gt;Revista Visão&lt;/a&gt;, Paulo Pena&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6402661374746117262?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6402661374746117262/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6402661374746117262' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6402661374746117262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6402661374746117262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/05/crise-levou-o-dinheiro-mas-nao.html' title='A crise levou o dinheiro, mas não a criatividade'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Wbixka8pmFc/TcmiF1XzJaI/AAAAAAAAlcA/2vi51hndrPQ/s72-c/CorbisReykjavik.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8548299402906396508</id><published>2011-05-02T07:35:00.003+01:00</published><updated>2011-05-10T20:47:14.453+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Local'/><title type='text'>TEDxTaxi</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe width="460" height="339" src="http://www.youtube.com/embed/QzmlUNTblvo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8548299402906396508?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8548299402906396508/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8548299402906396508' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8548299402906396508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8548299402906396508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/05/tedxtaxi.html' title='TEDxTaxi'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/QzmlUNTblvo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5502393610018073659</id><published>2011-04-29T07:10:00.000+01:00</published><updated>2011-04-29T07:10:00.384+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><title type='text'>Blogues &amp; Companhia</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/18469102?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400" height="300" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/18469102"&gt;Blogues &amp; Companhia&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user4131740"&gt;rtv&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5502393610018073659?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5502393610018073659/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5502393610018073659' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5502393610018073659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5502393610018073659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/04/blogues-companhia.html' title='Blogues &amp; Companhia'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8868434265811825767</id><published>2011-04-28T08:01:00.008+01:00</published><updated>2011-04-28T08:01:00.037+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&apos;I made a mistake&apos; admits Greenspan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade Social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especulação'/><title type='text'>Porque a democracia é mais importante para a nossa sociedade que os mercados.</title><content type='html'>'Podemos dizer que esta foi uma crise financeira. Mas também podemos dizer que foi, fundamentalmente, uma crise democrática. Quando decidi colocar a questão em referendo, disse que ao olhar para todas as análises fiquei, no fim, com uma escolha: entre as exigências dos mercados financeiros, por um lado, e a democracia, por outro, eu tenho de escolher a democracia. Porque a democracia é muito mais fundamental para a nossa sociedade do que os mercados.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente Islandês Ólafur Ragnar Grímsson, PhD em ciência Política, em entrevista para a Revista Visão (28 Abril 2011)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8868434265811825767?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8868434265811825767/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8868434265811825767' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8868434265811825767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8868434265811825767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/04/porque-democracia-e-mais-importante.html' title='Porque a democracia é mais importante para a nossa sociedade que os mercados.'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8661497062894239468</id><published>2011-04-27T07:42:00.000+01:00</published><updated>2011-04-27T07:42:00.266+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Innovation Competency Model</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pbGXy07m2R8/Tba98Lmk5UI/AAAAAAAAlZQ/TMA6QRzAKNA/s1600/6a00e54ef4f3768834014e6085c590970c-800wi.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="104" width="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-pbGXy07m2R8/Tba98Lmk5UI/AAAAAAAAlZQ/TMA6QRzAKNA/s200/6a00e54ef4f3768834014e6085c590970c-800wi.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;To build innovation muscle, companies must include innovation in their competency models. A competency is a persistent pattern of behavior resulting from a cluster of knowledge, skills, abilities, and motivations.  Competency models formalize that behavior and make it persistent.  They  prescribe the ideal patterns needed for exceptional performance.  They help diagnose and evaluate employee performance.  It takes a lot of work to develop one, but it's worth it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Here is a nice example of an innovation competency modeled developed at Central Michigan University through a collaboration of authors.  It could be customized to address the specific needs of a company or industry.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Core Competencies of Innovation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creativity&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Generating Ideas:  Coming up with a variety of approaches to problem solving.&lt;br /&gt;* Critical Thinking:  Logically identifying how different possible approaches are strong and weak, and analyzing these judgments.&lt;br /&gt;* Synthesis/Reorganization:  Finding a better way to approach problems through synthesizing and reorganizing the information.&lt;br /&gt;* Creative Problem Solving:  Using novel ideas to solve problems as a leader.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enterprising&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Identifying Problem:  Pinpointing the actual nature and cause of problems and the dynamics that underlie them.&lt;br /&gt;* Seeking Improvement:  Constantly looking for ways that one can improve one’s organization.&lt;br /&gt;* Gathering Information:  Identifying useful sources of information and gathering and utilizing only that information which is essential.&lt;br /&gt;* Independent Thinking:  Thinking ‘outside the box’ even if this sometimes may go against popular opinion.&lt;br /&gt;* Technological Savvy:  Understanding and utilizing technology to improve work processes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrating Perspectives&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Openness to Ideas:  A willingness to listen to suggestions from others and to try new ideas.&lt;br /&gt;* Research Orientation:  Observing the behavior of others, reading extensively, and keeping your mind open to ideas and solutions from others. Reading and talking to people in related fields to discover innovations or current trends in the field.&lt;br /&gt;* Collaborating:  Working with others and seeking the opinions of others to reach a creative solution.&lt;br /&gt;* Engaging in Non-Work Related Interests:  Being well-rounded and seeking information from other fields and areas of life to find novel approaches to situations.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forecasting&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Perceiving Systems:  Acknowledging important changes that occur in a system or predicting accurately when they might occur.&lt;br /&gt;* Evaluating Long-Term Consequences:  Concluding what a change in systems will result in long-term&lt;br /&gt;* Visioning:  Developing an image of an ideal working state of an organization. &lt;br /&gt;* Managing the Future:  Evaluating future directions and risks based on current and future strengths, weaknesses, opportunities and threats.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Managing Change&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Sensitivity to Situations:  Assessing situational forces that are promoting and inhibiting an idea for change.&lt;br /&gt;* Challenging the Status Quo: Willingness to act against the way things have traditionally been done when tradition impedes performance improvements.&lt;br /&gt;* Intelligent Risk-Taking:  Being willing and able to take calculated risks when necessary.&lt;br /&gt;* Reinforcing Change:  Encouraging subordinates to come up with innovative solutions. Recognizing and rewarding those who take initiative and act in a creative manner. Facilitating the institutionalization of change initiatives.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.innovationinpractice.com/innovation_in_practice/2011/04/innovation-competency-model.html"&gt;Innovation in Pratice&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8661497062894239468?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8661497062894239468/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8661497062894239468' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8661497062894239468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8661497062894239468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/04/innovation-competency-model.html' title='Innovation Competency Model'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-pbGXy07m2R8/Tba98Lmk5UI/AAAAAAAAlZQ/TMA6QRzAKNA/s72-c/6a00e54ef4f3768834014e6085c590970c-800wi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3821769430816406226</id><published>2011-04-26T10:49:00.000+01:00</published><updated>2011-04-26T10:49:02.616+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Hard Skills + Soft Skills = Job</title><content type='html'>O desemprego está a crescer na faixa etária mais produtiva: dos 15 aos 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse periodo que somos capazes de ser genuinamente criativos e com isso, criar modelos disruptivos de negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É simples a formula de sucesso em que tropecei, e serve de título a este post: A conjugação da formação formal com a experiência de vida, mesmo que ainda curta, permite compreender o equilibrio entre a vocação e a competência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos ter receio em associar a nossa experiência rural ou no acompanhamento de colónias de férias com uma licenciatura em gestão ou em engenharia química. É nessa conjugação que encontramos o caminho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://infoex.pt/index.php?id=2845384874181176068"&gt;infoex.pt&lt;/a&gt; 18 DEZ 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.rtp.pt/noticias/player.swf?image=http://img0.rtp.pt/icm/noticias/images/d3/d3863eda13de995e3e5b4a415c0f4073_N.jpg&amp;streamer=rtmp://video2.rtp.pt/flv/RTPFiles&amp;file=/cacheinfon/wescolagestao14wwtp_WWW_78060.mp4" width="491" height="401" bgcolor="#ffffff" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="image=http://img0.rtp.pt/icm/noticias/images/d3/d3863eda13de995e3e5b4a415c0f4073_N.jpg&amp;streamer=rtmp://video2.rtp.pt/flv/RTPFiles&amp;file=/cacheinfon/wescolagestao14wwtp_WWW_78060.mp4"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3821769430816406226?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3821769430816406226/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3821769430816406226' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3821769430816406226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3821769430816406226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/04/hard-skills-soft-skills-job.html' title='Hard Skills + Soft Skills = Job'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8970792319984553693</id><published>2011-04-21T13:10:00.001+01:00</published><updated>2011-04-21T13:11:59.802+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><title type='text'>6 escritórios verdadeiramente ecológicos</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://inhabitat.com/wp-content/blogs.dir/1/files/2010/09/Pre-fabricated-Adaptive-Auxiliary-Volume-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://inhabitat.com/wp-content/blogs.dir/1/files/2010/09/Pre-fabricated-Adaptive-Auxiliary-Volume-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre é fácil manter a concentração durante oito horas de trabalho. A posição sentada prolongada, a falta de ar puro e o stress do trabalho contínuo são factores que precipitam a chegada do cansaço. No entanto, há sítios que, segundo o site Inhabitat, o podem ajudar a sentir-se inspirado quando está a trabalhar e que em nada descuram as preocupações com o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Inhabitat seleccionou os seis escritórios verdadeiramente ecológicos de todo o mundo, que ultrapassam a barreira das quatro paredes e privilegiam o contacto com a natureza. Aqui, a concentração pode atingir níveis elevados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do escritório “empoleirado” no cimo de uma colina e rodeado de árvores, onde a vista não poupa a elogios, até a um espaço pré-fabricado modular construído com materiais reciclados, há opções para todos os gostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Edifício verde por dentro e por fora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edifício da Infrax, fornecedor de serviços de utilidade pública (electricidade e gás natural, por exemplo), na Bélgica, foi construído especificamente para reduzir o consumo de energia e melhorar consideravelmente o conforto dos funcionários. Para tal, combina a tecnologia com o design, de forma aprimorada. A obra, com a assinatura da Crepain-Binst Architecture, já recebeu várias distinções que lhe valeram reconhecimento a nível mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Um escritório mesmo à porta de casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado especialmente para o crescente número de teletrabalhadores ou para quem não necessita de ocupar um posto de trabalho cinco dias por semana, o OfficePod afirma-se como um dos conceitos mais inovadores no campo do ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvido pelo atelier britânico Tatle + Hindle, o escritório caracteriza-se por oferecer um ambiente de trabalho produtivo e agradável, mas também por ser um espaço ecológico e económico. Idealizado para ser colocado no jardim, o OfficePod conjuga tudo o que é preciso para trabalhar, visando reduzir o tempo das deslocações casa-trabalho, aumentar a flexibilidade e tempo disponível, reduzir a emissão poluentes e aproveitar racionalmente o espaço urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Num patamar acima da ecologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pretende dar à sua empresa uma nova dimensão sem esquecer a vertente sustentável do espaço, construir um escritório sobre palafita (construção sobre estacas) pode ser a solução. Foi precisamente o que fizeram os arquitectos da Cheungvogl, responsáveis por um escritório de Nunnmps, em Chicago, que procuraram minimizar a pegada de carbono proveniente da sua construção e preservar o estado natural do local. De um modo geral, dois terços do edifício são subterrâneos e o restante está sobre palafita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Trabalhar tranquilamente rodeado de árvores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizado em Chuckanut Bay, em Washington, a casa do consultor Peter Frazier é um lugar tranquilo para se trabalhar e até para se viver. Aqui tudo foi pensado ao pormenor, desde o mobiliário, como mesas e cadeiras que foram feitas para garantir o maior conforto e comodidade. A casa dispõe de uma sala, cozinha, quarto e casa de banho e de uma vista irrepreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Escritório 100% reciclado construído por estudantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco estudantes da Academia de Arte da Califórnia – Justin Ackerman, Mary Telling, Justin Hanan, Shaum Mehra e Shanay Moghbel – desenvolveram um escritório pré-fabricado, pondo à prova as suas capacidades de design e as suas preocupações com o ambiente. Com dois andares e totalmente construído com materiais reciclados, o projecto valeu-lhes a distinção do Instituto Americano de Arquitectos (AIA East Bay) pela sua aposta sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Edifício envidraçado que garante luz natural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas suas características, a sede do Banco Europeu de Investimentos, no Luxemburgo, projectado pela empresa alemã Ingenhoven Architects, ganhou o primeiro lugar no prémio Emilio Ambasz de arquitectura sustentável para edifícios internacionais. Constituído por uma estrutura de metal com vidros em ziguezague, o edifício foi premiado devido à sua vertente ecológica, à eficiência energética e à disposição das salas que promovem a interacção e comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o edifício é inteiramente coberto por vidro, a luz do dia penetra por todos os ângulos. As janelas flexíveis permitem que os funcionários controlem individualmente a sua abertura, assim como a temperatura e iluminação. O edifício possui jardins de Inverno e de Verão, tendo recebido a certificação de “Muito Bom” no programa britânico BREEAM (Building Research Establishment Environmental Assessment Method).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://inhabitat.com/6-eco-offices-that-beat-your-cubicle-any-day/"&gt;Confira as fotos dos seis escritórios,&lt;/a&gt; no artigo original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.greensavers.pt/2011/04/20/6-escritorios-verdadeiramente-ecologicos/?utm_source=Green+Savers&amp;utm_campaign=b31571c12e-Green+Savers+Daily&amp;utm_medium=email"&gt;greensavers.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8970792319984553693?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8970792319984553693/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8970792319984553693' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8970792319984553693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8970792319984553693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/04/6-escritorios-verdadeiramente.html' title='6 escritórios verdadeiramente ecológicos'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3988508351729989028</id><published>2011-04-15T12:51:00.000+01:00</published><updated>2011-04-15T12:51:09.222+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><title type='text'>Este país (não) é para velhos</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-K4ktVGkQcfw/Tagw7j9etoI/AAAAAAAAlWg/5QqNkzdcY_E/s1600/20110414_EstePaisNaoEparaVelhos2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="148" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-K4ktVGkQcfw/Tagw7j9etoI/AAAAAAAAlWg/5QqNkzdcY_E/s400/20110414_EstePaisNaoEparaVelhos2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes desafios demográficos da actualidade estiveram em análise numa conferência realizada a 6 de Abril na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Perante a constatação de que Portugal não renova as suas gerações há 28 anos, vários especialistas nas áreas económica e demográfica defenderam a adopção urgente de medidas capazes de contrariar o impacto negativo do envelhecimento na economia nacional. Portugal apresenta actualmente um défice de 1,2 milhões de crianças e jovens e, em crise, a quebra da natalidade só pode agravar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Saúde, a Segurança Social e o mercado de trabalho, concretamente ao nível da empregabilidade, são as três áreas mais afectadas pela evolução demográfica em Portugal nas últimas décadas, concluíram os especialistas, perante as dezenas de participantes na conferência “Economia, Demografia e Sustentabilidade”, organizada pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em colaboração com o OJE. O economista Fernando Ribeiro Mendes, o ex-ministro das Finanças, Luís Campos e Cunha e o presidente do ISEG, João Duque, forma alguns dos convidados a debaterem os efeitos do (des)incentivo à natalidade em Portugal, analisando as actuais políticas locais e nacionais, face ao progressivo envelhecimento da população. Um número redondo reforçou a importância desta reflexão, muitas vezes desvalorizada por não parecer visível no curto prazo: Portugal não pratica a renovação das suas gerações há 28 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro filho cada vez mais adiado&lt;br /&gt;As alterações na estrutura demográfica são hoje uma questão complexa que depende de várias dinâmicas, e não apenas das três variáveis básicas: fecundidade/natalidade; mortalidade e migrações. Para Cristina Sousa Gomes e Maria Luís Rocha Pinto, docentes na área de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas da Universidade de Aveiro, apesar de se perspectivar um crescimento populacional nos países menos desenvolvidos, “o século XXI será de envelhecimento”. Para as duas especialistas em Demografia, “procurar evitar o declínio da população é uma questão eminentemente política”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior impacto demográfico incide no género feminino, dizem, e Portugal não é excepção: as mulheres portuguesas têm vindo, progressivamente, a adiar o nascimento do primeiro filho e, de acordo com dados de 2011 do INE, a descendência média diminuiu no país de 2.99, em 1971, para 1.32 filhos por mulher, em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de vários dados compilados pelo Eurostat (relativos aos 27 de UE), pelo Eurobarómetro e pelo INE, as demógrafas concluem que o emprego feminino em Portugal (20-64 anos) era superior (66.1%) ao da EU (62.5%); e que o emprego de mulheres (25-54 anos) com pelo menos um filho, no nosso país, (75.2%) ultrapassava também a média europeia (68.2%). Já o emprego feminino em part-time era inferior em Portugal (15.2%), face à UE (31.4%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa análise por escalões etários, verifica-se que o emprego feminino aos 65-69 anos era, em 2009, mais elevado em Portugal (21.8% ) que na UE (7.4%); tal como aos 60-64 anos (33.8%, contra os 22.8% da UE); e aos 55-64 anos, escalão em que atingia, no nosso país, os 42.7.8%, enquanto a média europeia se situava nos 37.8%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note-se que o número médio de horas de trabalho semanal era também superior em Portugal (36 horas), relativamente à UE (33 horas). E que as mulheres portuguesas abandonam o mercado de trabalho, em média, mais tarde (62.3 anos) que as da UE (60.8 anos), tendo por base os dados de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o apoio social a crianças até aos dois anos de idade era superior em Portugal (33%) em relação ao da EU (28%), mas esse mesmo apoio, quando atribuído a crianças desde os três anos até ao final da escolaridade obrigatória, era inferior em Portugal (78%) face à EU (83%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a formação, o abandono feminino precoce do ensino (18-24 anos) era mais intenso em Portugal (26.1%) que na UE (12.5%); e a percentagem de mulheres, entre os trinta e os 34 anos, com nível de formação superior era significativamente menor em Portugal (24.8%) que na UE (35.7%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conciliar família e trabalho é essencial&lt;br /&gt;Perante esta conjuntura pouco favorável, os principais motivos para os casais não desejarem ter mais filhos prendem-se com os entraves que as mulheres sentem em conseguir integrar o mercado de trabalho; com as dificuldades na conciliação família-trabalho; com os custos associados ao crescimento das crianças; e com as dificuldades relacionadas com a sua educação. Problemas de saúde, na gravidez, parto e cuidados infantis são outros factores mencionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil perceber que à medida que a esperança de vida continua a aumentar, o envelhecimento tenderá a acentuar-se. Apesar de 2009 ter trazido “um ligeiro crescimento da fecundidade no contexto europeu, continua, globalmente longe de assegurar a substituição de gerações”, alertam as docentes da Universidade de Aveiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso país, “as mudanças na sociedade foram rápidas e abruptas” e, em 2009, continuou a verificar-se o declínio da fecundidade, “com uma expressão diferenciada no território”.&lt;br /&gt;Segundo Maria Rocha Pinto e Maria Cristina Gomes, “têm havido tentativas europeias no sentido harmonizar e incentivar as actuações dos Estados, junto da população”, mas a diversidade de realidades é acentuada, em função das políticas sociais de cada país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num contexto de crise que “pode criar alguma retracção” na evolução positiva da estrutura demográfica nacional, importa questionar até que ponto as medidas tomadas não são avulso e integram uma política de fundo e em que medida existe uma continuidade e articulação dessas políticas no campo social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que a substituição de gerações está comprometida, as políticas locais a favor da natalidade são cada vez mais importantes. Mas “ainda não há noção do seu verdadeiro impacto porque tal não está estudado cientificamente”, acusam as demógrafas: “seria extremamente caro, mas era muito importante que Portugal tivesse um estudo científico sobre fecundidade, percebendo, por exemplo, o impacto das políticas já implementadas pelas autarquias, ao nível local. Mas até agora não foi possível perceber com clareza o impacto dessas medidas”, avançou Maria Rocha Pinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, e face à tendência que dita que as mulheres têm menos filhos do que os que desejariam – particularmente aquelas que não têm qualquer criança ou apenas uma -, “importa concretamente pensar na resposta aos anseios de fecundidade”. Importa ainda “compreender os padrões e tendências da fecundidade, de forma a adequar as políticas garantindo os seus efeitos, sobretudo “quando se atende às dificuldades e aos contrastes sociais que nos distanciam da média europeia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal precisa de empreendedores&lt;br /&gt;Defendendo políticas urgentes de incentivo à natalidade, o presidente do ISEG, considera que uma população envelhecida tem um perfil “menos empreendedor e menor propensão para o risco e para a inovação”. Embora contrária às necessidades do País, esta realidade requer que a sociedade se adapte, alterando as suas ofertas de consumo, por exemplo, no sector do turismo, sugere João Duque.&lt;br /&gt;Por outro lado, a população mais idosa enfrenta maiores exigências ao nível da adaptação à tecnologia e “para os mais jovens haverá mais competitividade”, conclui o economista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje estamos mais velhos e, sobretudo, mais sozinhos”, acrescenta Ribeiro Mendes, recordando os elevados índices de doença crónica e dependência que se registam no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal construiu “direitos para o futuro que não podem ser garantidos” e tem hoje um modelo de segurança social “baseado na dívida”, que “não é sustentável: os direitos futuros dos pensionistas vão vencer algum dia e não haverá dinheiro para todos”, critica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumarizando as diferentes funções que a segurança social conjuga – é “um mealheiro para poupança, é um seguro para eventualidades futuras e é um mecanismo de correcção de desigualdades”, o economista considerou que a correcção de desigualdades sociais, levada a cabo por “uma obsessão pela convergência com o salário mínimo” antes de ter sido criado o Indexante de Apoios Sociais, foi exagerada. Ribeiro Mendes defendeu mesmo que a idade mínima para a reforma poderia ser aumentada. Esta alteração, provavelmente dos actuais 65 anos para os 67 anos, deverá constituir uma das soluções para garantir a sustentabilidade do nosso sistema de segurança social, sustentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem uma “almofada colectiva para segurar o sistema de pensões”, as empresas devem reforçar o seu compromisso com a RS, dando mais benefícios sociais, disse ainda o professor universitário especialista em responsabilidade social das organizações: “temos de pedir mais compromissos às empresas em matéria de responsabilidade social”, paralelamente à participação pública, que deve ser mantida, e á responsabilidade individual, que tem de ser reforçada, defende Ribeiro Mendes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, num país que não renova as suas gerações há quase três décadas onde a população activa está necessária e progressivamente mais envelhecida, as empresas enfrentam dificuldades acrescidas “na aquisição de novos conhecimentos”, afirma, por sua vez, Luís Campos e Cunha. Para o ex-ministro das finanças, parte do défice público “está relacionado com o envelhecimento” e os reformados podiam ter um papel mais activo nas empresas. “O aumento da despesa pública na Saúde e na Segurança Social têm forte impacto nas Finanças Públicas”, recorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sublinhando que os desafios da demografia se colocam a longo prazo, Campos e Cunha acredita que “a democracia está pouco preparada para lidar” com esta situação, já que “os Governos duram quatro anos, e as alterações demográficas podem demorar quarenta.” Ao contrário de antigamente, em que ao número de filhos correspondia força de trabalho na família, “hoje quer-se dar uma boa educação aos filhos e uma boa preparação para a vida”. Consequentemente, “as famílias com mais filhos são mais pobres, porque investem na educação dos filhos e estes são um encargo até aos vinte ou trinta anos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovens e idosos devem trabalhar juntos&lt;br /&gt;Já para Pedro Pita Barros, professor de Economia e especialista em Economia da Saúde, “o envelhecimento não é o principal causador do aumento da despesa na Saúde”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua opinião, o principal desafio nesta área reside em encontrar respostas para as diferentes necessidades, que melhorem a utilização dos mecanismos actualmente existentes. Segundo Pita Barros, o envelhecimento explica apenas treze a quinze por cento do aumento da despesa pública com a saúde. O crescimento do rendimento médio dos portugueses nas últimas décadas e a imparável inovação tecnológica aplicada à área da medicina são os grandes drivers desse aumento da despesa. Esta teoria de Pita Barros assenta numa leitura correcta das estatísticas, que “têm servido para demonstrar que a despesa com saúde cresce a partir dos 65 anos, mas isso só acontece porque antes a esperança de vida terminava aos 65 anos e as despesas eram feitas antes dessa idade”, explica. Com o aumento da esperança de vida, “as despesas tendem a avolumar-se após essa idade, já que tradicionalmente se gasta mais nos últimos dois anos de vida”, o que significa que “apenas foram transferidas para mais tarde”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todos os casos, “faltam ainda muitas respostas para um envelhecimento saudável, em que os cuidados sejam menos prestados pelos hospitais e mais pela sociedade”, adverte.&lt;br /&gt;Mas não é só na saúde que é necessário reequacionar políticas. Em matéria de recursos humanos, e como sugere Rita Campos e Cunha, as empresas “têm de apostar em políticas que passam pela compatibilização entre trabalho e família, pela melhor integração entre colaboradores jovens e velhos, para transmissão de conhecimentos, e pela motivação dos mais novos, que vêem as suas expectativas de carreira afectadas pela presença dos colaboradores mais velhos até mais tarde”. Para a professora de Gestão de Recursos Humanos, é também necessário “reformular as políticas de Reforma, evitando a estagnação dos mais velhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concretamente para esta faixa etária, Rita Campos e Cunha sustenta a introdução de novos métodos de formação, de competências e de mecanismos de avaliação do desempenho nas empresas e propõe a criação de pacotes de benefícios sociais para os colaboradores mais velhos, a par da atribuição de funções menos stressantes, da flexibilização do horário de trabalho e da contratação de reformados. Para os colaboradores jovens, a especialista defende que parte do seu trabalho pode ser realizado em regime de teletrabalho ou em part-time, com horários flexíveis. Os jovens devem ter a possibilidade de coordenar as suas tarefas com as férias escolares e têm direito a baixas de parto mais flexíveis, defende ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os imigrantes são outro grupo para o qual devem ser melhoradas as políticas de apoio ao emprego, já que representam um segmento “que continuará a compensar o decréscimo natural de portugueses”, acredita Rita Campos e Cunha: a esse nível, “serão necessárias políticas de gestão da diversidade, que passam pela não discriminação salarial, pelo acesso a um emprego ajustado às competências do colaborador, por uma cultura de aceitação das diferenças e pelo apoio à integração cultural e educacional dos filhos dos colaboradores”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curto prazo, as empresas terão trabalhadores mais velhos e um segmento&lt;br /&gt;menor de jovens adultos, enquanto a médio prazo, sofrerão mesmo “com a perda de&lt;br /&gt;competências críticas e com a escassez de talento”, defende a também psicóloga. Neste contexto, a “escassez do talento mais jovem irá sentir-se” no mercado empresarial, conclui Rita Campos e Cunha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tendência que só pode ser invertida aumentando a descendência média em Portugal que, como foi referido, se cifra em apenas 1,32 filhos por mulher, em 2009. Mas desenvolver políticas de natalidade requer uma melhor conciliação entre emprego e família e a criação de incentivos para as famílias, muito concretamente na área da educação. Ou seja, implica percorrer um caminho que Portugal precisa de atravessar urgentemente mas que, em conjuntura de crise económica e social aguda, não deverá iniciar tão cedo. Comprometendo ainda mais a substituição das gerações no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.ver.pt/conteudos/verArtigo.aspx?id=1175&amp;a=Sustentabilidade"&gt;Portal VER&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3988508351729989028?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3988508351729989028/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3988508351729989028' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3988508351729989028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3988508351729989028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/04/este-pais-nao-e-para-velhos.html' title='Este país (não) é para velhos'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-K4ktVGkQcfw/Tagw7j9etoI/AAAAAAAAlWg/5QqNkzdcY_E/s72-c/20110414_EstePaisNaoEparaVelhos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-4080608595292642399</id><published>2011-04-04T18:07:00.001+01:00</published><updated>2011-04-04T18:08:07.195+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ordenamento ou falta dele'/><title type='text'>Sortelha</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.cincoquinas.com/ngest/fotos/Primavera%20em%20Sortelha.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="200" src="http://www.cincoquinas.com/ngest/fotos/Primavera%20em%20Sortelha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Por muralhas de terras que já foram municípios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concelho do Sabugal ocupou posição de relevo na defesa das fronteiras do reino. No seu território há vários castelos em terras que já foram sede de concelho. Sortelha, Vila do Touro, Vilar Maior e Alfaiates são esses exemplos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SORTELHA, Vila do Touro, Vilar Maior e Alfaiates fazem hoje parte do vasto concelho do Sabugal. Em comum partilham uma história: todas elas foram sede de municípios. Mas há algo mais que as une num vasto abraço à história: o seu papel na defesa do reino, estando na primeira linha de embate em tempos em que as fronteiras eram instáveis em ténues geografias de receios avulsos, num território que se foi conquistando e defendendo légua a légua. E raramente sem o sacrifício das povoações da raia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concelho do Sabugal tem uma riquíssima história e património construído, elevando-se na raia como um dos esteios da defesa de Portugal. Raros concelhos ostentarão tantos castelos e ruínas de um tempo onde se lutou na consolidação de um país. A defesa começava aqui, por estes lugares com vista sobre terras a perder de vista, sob olhar austero destes guardiões de pedra erguidos nas alturas da raia beirã. Sortelha. Segunda-feira. Nesta tarde chuvosa, apenas um casal de turistas quebrava o silêncio. De máquina em punho, recolhia apontamentos fotográficos para memória futura. Sortelha deslumbra. E eles, os turistas, estão a ter conhecimento disso, em passo demorado e, por vezes, surpreendido. O tempo pretérito acomodou-se por aqui, neste regaço de pedra forte e sublime. Sortelha deslumbra porque guarda em si o seu tempo quase intacto. Tem uma áurea que nenhuma máquina fotográfica consegue captar. Tem o tempo que passou a passar por estas ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro das muralhas da aldeia vivem apenas três pessoas, "e todas de famílias diferentes", dizem-nos. Fora delas, as contas são outras, são feitas com algumas centenas de habitantes, mas não demasiadas. Esta é a mesma raia que, hoje, é das primeiras a sofrer com o desenfreado despovoamento do interior, com a saída dos seus para as cidades do litoral ou para o estrangeiro, tal como há séculos era a primeira a sofrer o embate das invasões. E não há castelo, nem muralha que sustenha estas fugas alavancadas no sonho e na necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de Sortelha remete-nos para o ano de 1181, para o reinado de D. Sancho I, com os primeiros esforços de repovoamento do lugar. Mas será com D. Sancho II que se dará a reforma administrativa e militar do território. Será este monarca que ordenará a construção do primeiro castelo e atribuirá o foral a Sortelha, em 1228. Ao longo dos séculos, esta aldeia contribuiu para a sedimentação da reconquista cristã dos séculos XII e XIII e para as disputas territoriais fronteiriças com os reinos de Leão e Castela na região de Riba- Côa. Nos reinados de D. Dinis, D. Fernando e de D. Manuel I, o castelo foi alvo de intervenções reconstrutivas. Já depois da restauração da independência, em 1640, uma nova rede defensiva é implementada em alguns pontos do país, baseada numa fortificação abaluartada, onde o tecido defensivo de Sortelha sofreu uma adaptação parcial das torres e muralhas às novas técnicas militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sortelha guardou até 1885 o estatuto de sede de concelho. Hoje, a sua importância mede-se pelo turismo. É uma das estrelas da rede das Aldeias Históricas. Do alto dos seus 700 metros, a vista ainda alcança a ribeira do Casteleiro, a Serra da Malcata, a Cova da Beira e a Serra da Estrela. Mas dali já não vêm receios de invasões nem marchas de exércitos invasores. Só turistas, que entram por esta porta da muralha que lhes está constantemente franqueada. Hoje, todas as invasões são bem-vindas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São essas boas-vindas que nos foram dadas em local propício: "As Boas Vindas Bar", onde Ana Maria nos recebe. Para além de turistas nacionais, a aldeia recebe hoje "muitos espanhóis e ingleses", principalmente nos períodos festivos e aos fins-de-semana. Ana Maria está a tomar conta deste bar, que é propriedade do irmão. Vive em Sortelha, mas "fora das muralhas". Todos os dias abre estas portas. Nesta velha Sortelha, vive-se "essencialmente do turismo e da agricultura", diz-nos. A aldeia já não nos defende, mas mantém intocável todo um charme que acumulou século após século, próprio de quem soube envelhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade do Sabugal está a 14 quilómetros. A sede de concelho é dona de um castelo imponente. Sabugal tornou-se sede de concelho em 1190, ganhando já no reinado de D. Dinis importância regional, coroando-se o castelo com uma imponente torre de menagem com as suas cinco quinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rita Costa Gomes, em "Castelos da Raia - I Beira", a importância da localidade "estava muito ligada, na época medieval, à travessia do Côa por uma ponte de pedra". Deste castelo assente em local estratégico assistiu-se à entrada e saída de exércitos inimigos em Portugal, a convulsões militares que resultaram na destruição de monumentos e casario. Em torno do castelo a toponímia das ruas remete-nos para referências históricas incontornáveis: "Rua de Aljubarrota", "Rua Pedro Álvares Cabral" ou "Largo de Alcanizes". Este largo tem uma ligação estreita ao castelo que lhe está em frente. O tratado de Alcanizes foi assinado entre D. Dinis e o soberano de Leão e Castela, Fernando IV, em 1297. Neste compromisso delimitaram-se as fronteiras entre os dois reinos e em troca de direitos portugueses em domínios nos "Reinos de Leão e de Galiza", era reconhecida a Portugal a posse das chamadas terras de Riba-Côa, que compreendiam várias povoações e castelos, entre as quais, Sabugal. A dez quilómetros encontramos outra aldeia que outrora foi sede de concelho: Vila do Touro. Do velho castelo nada se vislumbra à entrada da aldeia, pelo que seguir pela rua dos Templários parece ser o melhor trilho para o passado. Chegaremos, por fim, junto à porta de arco em ogiva das muralhas. Este é dos poucos testemunhos existentes da sua antiga malha defensiva. Passando por este arco, subimos até nos darmos conta do porquê da importância geográfica de Vila do Touro na defesa das fronteiras: uma imensa vista sobre o horizonte, sobre uma vastidão de terras que tocavam as fronteiras com Castela e Leão, para geografias a perder de vista, onde o avançar de um exército jamais poderia passar desapercebido. Uma vista de surpresa e espanto, desde as ruínas da muralha de uma pequena localidade que foi sede de concelho até 1836. Atrás de nós, alargando-se para fora destas ruínas, uma povoação fundada no século XII, durante a Reconquista, tendo-lhe sido atribuído foral em 1220, durante o reinado de D. Afonso II. Mas agora, o tempo é de regresso; afastar-nos deste horizonte, de onde já se dissiparam as ameaças, receios e angústias. Hoje, as lutas são outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.jornaldofundao.pt/noticia.asp?idEdicao=105&amp;id=7279&amp;idSeccao=998&amp;Action=noticia"&gt;Jornal do Fundão&lt;/a&gt;, por Nuno Francisco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-4080608595292642399?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/4080608595292642399/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=4080608595292642399' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4080608595292642399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4080608595292642399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/04/sortelha.html' title='Sortelha'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-7970991098133225953</id><published>2011-03-30T12:11:00.002+01:00</published><updated>2011-03-30T12:12:22.090+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ordenamento ou falta dele'/><title type='text'>Cidades e Regiões Inteligentes</title><content type='html'>As conclusões associadas à implementação do Projecto "Cidades e Regiões Digitais", que decorreu um pouco por todo o país, envolvendo "redes integradas de cooperação territorial" (Municípios, Universidades, Centros I&amp;D, Empresas, Sociedade Civil), são a melhor demonstração de que em 2011, apesar de todas as políticas públicas e estratégias tendo em vista a modernização do território português, o país teima em não conseguir assumir uma dinâmica de "salto em frente" para o futuro tendo por base os factores dinâmicos da inovação e competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa Europa das Cidades e Regiões, onde a aposta na inovação e conhecimento se configura como a grande plataforma de aumento da competitividade à escala global, os números sobre a coesão territorial e social traduzem uma evolução completamente distinta do paradigma desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime Quesado A excessiva concentração de activos empresariais e de talentos nas grandes metrópoles, como é o caso da Grande Lisboa, uma aterradora desertificação das zonas mais interiores, na maioria dos casos divergentes nos indicadores acumulados de capital social básico, suscitam muitas questões quanto à verdadeira dimensão estruturante de muitas das apostas feitas em matéria de investimentos destinados a corrigir esta "dualidade" de desenvolvimento do país ao longo dos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da relativa reduzida dimensão do país, não restam dúvidas de que a aposta numa política integrada e sistemática de Cidades Médias, tendo por base o paradigma da inovação e do conhecimento, com conciliação operativa entre a fixação de estruturas empresariais criadoras de riqueza e talentos humanos indutores de criatividade, é o único caminho possível para controlar este fenómeno da Metropolização da capital que parece não ter fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel das Universidades e Institutos Politécnicos que nos últimos 20 anos foram responsáveis pela animação de uma importante parte das cidades do interior, com o aumento da população permanente e a aposta em novos factores de afirmação local, está esgotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, o compromisso entre aposta, através da Ciência, Inovação e Tecnologia, em Competitividade Estruturante na Criação de Valor Empresarial, e atenção especial à Coesão Social, do ponto de vista de equidade e justiça, é o grande desafio a não perder. A Sociedade do Conhecimento tem nesta matéria um papel muito especial a desempenhar e numa época onde se assiste à crescente Metropolização do país em torno do Porto e Lisboa, a aposta em projectos de coesão territorial como as "Cidades e Regiões Digitais" pode fazer a diferença, com a sua distinção na mobilização das pessoas para um verdadeiro Novo Contrato Social, focado na qualidade de vida e aposta no valor estratégico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_cidades_e_regioes_inteligentes_1140511.html"&gt;TeK Sapo&lt;/a&gt;, por Francisco Jaime Quesado, Especialista em Estratégia, Inovação e Conhecimento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-7970991098133225953?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/7970991098133225953/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=7970991098133225953' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7970991098133225953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7970991098133225953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/03/cidades-e-regioes-inteligente.html' title='Cidades e Regiões Inteligentes'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6570563151474869072</id><published>2011-03-23T08:09:00.012Z</published><updated>2011-03-23T08:09:01.187Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ordenamento ou falta dele'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco-sustentabilidade'/><title type='text'>Nascem as cidades inteligentes</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6up9fDXxjHI/TYSrSL6z9LI/AAAAAAAAlN8/nYD2Feky1Eg/s1600/Intelligent_City.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="266" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-6up9fDXxjHI/TYSrSL6z9LI/AAAAAAAAlN8/nYD2Feky1Eg/s400/Intelligent_City.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;No Brasil, ainda estamos na fase de lutar contra o trânsito, as enchentes e os apagões. Mas vários países já começam a materializar as chamadas cidades inteligentes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto no Brasil a população e as autoridades se debatem com desafios como tentar diminuir as horas que são perdidas no trânsito ou como evitar as tragédias causadas pelas chuvas, um grupo de cidades no mundo alcançou um patamar bem mais elevado de discussão. São lugares que estão sendo erguidos do zero ou metrópoles que já implantaram soluções urbanísticas que hoje são referência no tema cidades do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa delas, em Songdo, na Coreia do Sul, será possível “ir” ao médico ou à escola sem sair de casa. Em King Abdullah, na Arábia Saudita, todos os serviços públicos funcionarão 24 horas por dia e qualquer processo não levará mais do que 60 minutos para ser resolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade-estado de Singapura é literalmente ilhada diante de uma das maiores densidades demográficas do mundo. Mas evoluiu tanto nas soluções para seus dilemas — como eliminar os congestionamentos ou se tornar autossuficiente em água potável — que hoje seu governo virou uma espécie de consultor para outras cidades no mundo que querem ser mais inteligentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses projetos urbanísticos inovadores são alguns dos exemplos que surgiram nos últimos anos para uma adequação ao fato de que a maioria das pessoas vai se aglomerar cada vez mais em cidades. “Os velhos modelos urbanos não são mais sustentáveis”, diz Ryan Chin, pesquisador do Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos. “As cidades inteligentes e os novos modelos que elas estabelecem devem nortear o crescimento nos próximos anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cidades inteligentes são comunidades que lançam mão do que há de mais moderno em recursos tecnológicos e arquitetônicos como resposta aos desafios impostos pelo adensamento populacional. A ideia é criar ambientes sustentáveis, eficientes, com alto grau de conectividade e, consequentemente, com excelentes níveis de qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um curto espaço de tempo, o conceito de cidades inteligentes extrapolou os meios acadêmicos e o plano da utopia para virar uma nova e lucrativa indústria. De escritórios de design, arquitetura e urbanismo a grandes corporações dos setores de tecnologia e serviços, muitas empresas já possuem unidades de negócios exclusivamente destinadas a pensar nesse tipo de solução. Siemens, IBM, GE, Cisco, entre outras, são algumas das multinacionais que oferecem um volume crescente de projetos, produtos e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que o mercado de soluções inteligentes para cidades já seja de cerca de 1,2 trilhão de dólares. De acordo com um estudo recente da consultoria de gestão Booz&amp;Co., as cidades no mundo devem investir cerca de 37 trilhões de dólares nos próximos 25 anos para modernizar e expandir a infraestrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faltam investidores e governos dispostos a aplicar dinheiro no setor. Na Coreia do Sul, já está parcialmente pronta o que será sua cidade mais inteligente, Songdo. O projeto, avaliado em mais de 35 bilhões de dólares, tem conclusão prevista para 2014. A empreiteira americana Gale se comprometeu a construir toda a cidade em troca dos direitos de exploração dos imóveis.&lt;br /&gt;Coube à Cisco, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, desenvolver as soluções inteligentes que facilitarão a vida dos futuros moradores de Songdo. As redes de telefonia e internet são de última geração e permitirão conexões a velocidades inimagináveis para os padrões brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande destaque fica por conta de um inovador sistema de telepresença — disponível em todos os apartamentos e salas comerciais — que permite que os moradores façam consultas médicas, assistam a aulas ou participem de reuniões de trabalho sem sair de casa e, portanto, sem pressionar o trânsito ou os sistemas de transporte. “O avanço tecnológico leva a um salto incrível na qualidade de vida”, afirma Paulo Abreu, diretor de inovação da Cisco para a América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das principais características das cidades inteligentes é a sustentabilidade. Entre os exemplos nesse quesito está a ambiciosa Masdar, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes. A cidade deve ser a primeira 100% livre de emissões de dióxido de carbono. Com uma área de 6 quilômetros quadrados e uma população prevista de 40 000 habitantes, Masdar quer ser um laboratório para experimentos com o uso racional da energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início de março, o premiê espanhol José Luis Zapatero esteve na cidade para observar os progressos já alcançados. Os governos dos Emirados Árabes e da Espanha firmaram acordos de cooperação no setor de energia. “Masdar é um dos principais centros mundiais de pesquisa em energias renováveis”, disse Zapatero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem tudo sobre cidades inteligentes se refere a territórios tão futurísticos. As aglomerações urbanas são como organismos vivos e desenvolvem novas necessidades constantemente. O que hoje se convenciona incluir no campo das cidades inteligentes são formas de pensar a vida urbana e o uso das tecnologias que, em alguma medida, sempre estiveram entre as preocupações dos especialistas em urbanismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro — e mais importante — desafio é transformar as metrópoles tradicionais em ambientes mais inteligentes. “É muito mais difícil implantar um sistema complexo como o de Songdo ou Masdar numa cidade como São Paulo. Mas a tecnologia pode servir de base para projetos menos sofisticados”, diz Paulo Abreu, da Cisco. Realmente, ainda estamos em outro patamar. Mas não custa começar — já — a mirar o que há de mais inovador. Afinal, mais dia, menos dia, esse futuro terá de chegar também por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0988/noticias/aonde-o-futuro-ja-chegou?page=1&amp;slug_name=aonde-o-futuro-ja-chegou"&gt;Exame.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6570563151474869072?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6570563151474869072/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6570563151474869072' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6570563151474869072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6570563151474869072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/03/nascem-as-cidades-inteligentes.html' title='Nascem as cidades inteligentes'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6up9fDXxjHI/TYSrSL6z9LI/AAAAAAAAlN8/nYD2Feky1Eg/s72-c/Intelligent_City.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-4346321235993923211</id><published>2011-03-18T16:40:00.000Z</published><updated>2011-03-18T16:40:16.880Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Regional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia DNS'/><title type='text'>Portugal integra lista dos melhores destinos mundiais para Outsourcing</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-e2j1rzRvz-o/TYOKzrwb4JI/AAAAAAAAlNo/zCsz9bKeV9I/s1600/Team-Outsourcing.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="278" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-e2j1rzRvz-o/TYOKzrwb4JI/AAAAAAAAlNo/zCsz9bKeV9I/s400/Team-Outsourcing.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Gartner, uma das principais consultoras mundiais na área das tecnologias de informação, colocou Portugal na lista dos 11 países desenvolvidos a serem ponderados para a realização de outsourcing de tecnologias de informação e processos, logo após uma lista de 30 países dominada pelos mercados emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal integra, pela primeira vez, a lista dos melhores destinos mundiais para a realização de Outsourcing de tecnologias de informação e processos da consultora Gartner. Esta inclusão surge após as várias acções de promoção do sector desenvolvida pela Associação Portugal Outsourcing, inclusive nos mercados internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frederico Moreira Rato, presidente da Portugal Outsourcing salienta que “a entrada do nosso País neste importante ranking da Gartner vem reforçar a nossa visão de que Portugal tem potencial para desenvolver uma nova indústria de serviços exportadora de ponta baseada no Outsourcing de tecnologias de informação e processos. Mas também temos consciência que para entrar no pelotão da frente é necessário uma aposta da Administração Pública nos benefícios que o sector pode oferecer, bem como ultrapassar alguns constrangimentos à actividade, nomeadamente na área laboral e fiscal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ranking da consultora Gartner coloca Portugal entre os 11 países desenvolvidos com mais potencial para operações de offshore (outsourcing para destinos longínquos) e nearshore (outsourcing para mercados de proximidade), logo a seguir a uma lista de 30 países dominados por estados de mercados emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, Portugal é colocado a par de países como a Irlanda, Israel, Irlanda do Norte, Escócia, Espanha e País de Gales. Segunda a Gartner, este conjunto de países tem um ambiente doméstico maduro, com mão-de-obra qualificada nas tecnologias de informação e processos de negócio, infra-estruturas tecnológicas robustas, legislação madura e muitas vezes contam com investimentos significativos de multinacionais prestadoras de serviços. Contudo, estes países frequentemente têm uma performance desfavorável em termos de custos face a mercados emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo recente promovido pela Portugal Outsourcing salienta que a competitividade de Portugal como destino de projectos e centros de competências a nível internacional tem vindo a aumentar, o que já se traduziu na captação de importantes projectos e infra-estruturas para Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho denominado “Portugal como Destino Internacional de Outsourcing” defende a importância da adopção do outsourcing no Sector Público e a urgência da criação de medidas específicas para o sector, de forma a explorar o potencial demonstrado pelo País e a reforçar a sua competitividade no contexto europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas associadas da Portugal Outsourcing querem captar para o País projectos internacionais que permitam aumentar as exportações de serviços de tecnologia e processos nacionais, tendo como objectivo que o sector venha a alcançar mais de 1.300 milhões de euros em exportações em 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Portugal Outsourcing estima que o outsourcing de TI e processos em Portugal venha a representar 1,3% do PIB em seis anos, originando ganhos de produtividade anuais para a economia nacional que poderão ser superiores a 1.500 milhões de euros. As empresas associadas acreditam que o seu sector pode criar 12 mil novos empregos líquidos em Portugal nos próximos anos, com importante parte dessa evolução a ser gerada pelo mercado internacional e pela Administração Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roadshow promovido pela Portugal Outsourcing incluiu, em 2010, uma acção de apresentação em Londres que contou com especialistas nacionais e internacionais, estando previstas mais acções em cidades europeias em 2011. Entre os oradores na apresentação em Londres estiveram António Nogueira Leite, antigo Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, bem como Frederico Moreira Rato, Presidente da Associação Portugal Outsourcing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Portugal Outsourcing tem como associados as empresas Accenture, Altran, Capgemini, Deloitte, Everis, Glintt, HP, IBM, Indra, Logica, Mainroad, Novabase, Oni, Portugal Telecom, Reditus, Sibs Processos, Siemens e Xerox. O sector do outsourcing com recurso às tecnologias de informação e comunicação gera mais de 1.000 milhões de euros por ano para a economia nacional, o que representa cerca de 0,66% do PIB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="Portugal integra, pela primeira vez, a lista dos melhores destinos mundiais para a realização de Outsourcing de tecnologias de informação e processos da consultora Gartner. Esta inclusão surge após as várias acções de promoção do sector desenvolvida pela Associação Portugal Outsourcing, inclusive nos mercados internacionais. Frederico Moreira Rato, presidente da Portugal Outsourcing salienta que “a entrada do nosso País neste importante ranking da Gartner vem reforçar a nossa visão de que Portugal tem potencial para desenvolver uma nova indústria de serviços exportadora de ponta baseada no Outsourcing de tecnologias de informação e processos. Mas também temos consciência que para entrar no pelotão da frente é necessário uma aposta da Administração Pública nos benefícios que o sector pode oferecer, bem como ultrapassar alguns constrangimentos à actividade, nomeadamente na área laboral e fiscal”. O ranking da consultora Gartner coloca Portugal entre os 11 países desenvolvidos com mais potencial para operações de offshore (outsourcing para destinos longínquos) e nearshore (outsourcing para mercados de proximidade), logo a seguir a uma lista de 30 países dominados por estados de mercados emergentes. Na Europa, Portugal é colocado a par de países como a Irlanda, Israel, Irlanda do Norte, Escócia, Espanha e País de Gales. Segunda a Gartner, este conjunto de países tem um ambiente doméstico maduro, com mão-de-obra qualificada nas tecnologias de informação e processos de negócio, infra-estruturas tecnológicas robustas, legislação madura e muitas vezes contam com investimentos significativos de multinacionais prestadoras de serviços. Contudo, estes países frequentemente têm uma performance desfavorável em termos de custos face a mercados emergentes. Um estudo recente promovido pela Portugal Outsourcing salienta que a competitividade de Portugal como destino de projectos e centros de competências a nível internacional tem vindo a aumentar, o que já se traduziu na captação de importantes projectos e infra-estruturas para Portugal. O trabalho denominado “Portugal como Destino Internacional de Outsourcing” defende a importância da adopção do outsourcing no Sector Público e a urgência da criação de medidas específicas para o sector, de forma a explorar o potencial demonstrado pelo País e a reforçar a sua competitividade no contexto europeu. As empresas associadas da Portugal Outsourcing querem captar para o País projectos internacionais que permitam aumentar as exportações de serviços de tecnologia e processos nacionais, tendo como objectivo que o sector venha a alcançar mais de 1.300 milhões de euros em exportações em 2015. A Portugal Outsourcing estima que o outsourcing de TI e processos em Portugal venha a representar 1,3% do PIB em seis anos, originando ganhos de produtividade anuais para a economia nacional que poderão ser superiores a 1.500 milhões de euros. As empresas associadas acreditam que o seu sector pode criar 12 mil novos empregos líquidos em Portugal nos próximos anos, com importante parte dessa evolução a ser gerada pelo mercado internacional e pela Administração Pública. O roadshow promovido pela Portugal Outsourcing incluiu, em 2010, uma acção de apresentação em Londres que contou com especialistas nacionais e internacionais, estando previstas mais acções em cidades europeias em 2011. Entre os oradores na apresentação em Londres estiveram António Nogueira Leite, antigo Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, bem como Frederico Moreira Rato, Presidente da Associação Portugal Outsourcing. A Portugal Outsourcing tem como associados as empresas Accenture, Altran, Capgemini, Deloitte, Everis, Glintt, HP, IBM, Indra, Logica, Mainroad, Novabase, Oni, Portugal Telecom, Reditus, Sibs Processos, Siemens e Xerox. O sector do outsourcing com recurso às tecnologias de informação e comunicação gera mais de 1.000 milhões de euros por ano para a economia nacional, o que representa cerca de 0,66% do PIB."&gt;Portugal Global&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-4346321235993923211?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/4346321235993923211/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=4346321235993923211' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4346321235993923211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4346321235993923211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/03/portugal-integra-lista-dos-melhores.html' title='Portugal integra lista dos melhores destinos mundiais para Outsourcing'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-e2j1rzRvz-o/TYOKzrwb4JI/AAAAAAAAlNo/zCsz9bKeV9I/s72-c/Team-Outsourcing.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-2686809658810940464</id><published>2011-03-18T09:50:00.000Z</published><updated>2011-03-18T09:50:09.129Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Regional'/><title type='text'>Falta qualificação na onda do desenvolvimento</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CwnqwyZp6eU/TYMqgQ8WiUI/AAAAAAAAlNY/BOpj16DgJeE/s1600/2009_12_1610_55_1917742s%25C3%25A3o_francisco_do_conde.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="267" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-CwnqwyZp6eU/TYMqgQ8WiUI/AAAAAAAAlNY/BOpj16DgJeE/s400/2009_12_1610_55_1917742s%25C3%25A3o_francisco_do_conde.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cidades do interior paulista, por exemplo, representam com maestria essa rara fatia, atraindo riquezas pelas mãos da fórmula serviços de ponta x tranqüilidade e segurança. Naturalmente, toda essa bonança acaba por alavancar a indústria imobiliária local e, um dos grandes desafios apresentados por esse contexto positivo para o setor é justamente manter o crescimento populacional com garantias consideráveis de emprego e renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o interior paulista é um País, com PIB superando a casa dos US$ 135 bilhões - 12% maior que o PIB chileno, por exemplo -, respondendo por 44% de todas as riquezas produzidas no Estado de São Paulo e 13% do Brasil. Só nos primeiros cinco meses do ano passado, a região gerou quase 360 mil novos postos de trabalho, número que corresponde a 75% de todos os novos empregos do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora São Paulo concentre mais de 60% das cidades médias que crescem por meio de atividades educacionais (o Estado é responsável por um quarto de toda a produção científica nacional, abrigando importantes instituições de ensino superior brasileiras), sua indústria imobiliária não está livre de um flagelo comum: a falta de profissionais qualificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em décadas anteriores, imperavam no mercado a baixa produtividade, o pouco cuidado com a segurança, o uso de equipamentos rudimentares e a mão de obra pouco qualificada. Hoje, o sucesso de um produto depende da qualidade de todos os elos da construção civil. Para isso, a mão de obra passou a ser mais qualificada e novas regras surgiram para controlar os procedimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos no auge de um período produtivo, mas, como manter esse cenário, sem considerarmos a importância crescente da formação profissional? A verdade é que o forte momento da construção civil contrasta com a pequena quantidade de profissionais qualificados. Tanto mais quando assistimos à decolagem do programa Minha Casa, Minha Vida, que aumentou sensivelmente a quantidade de projetos, à consolidação das políticas de crédito imobiliário, ao advento do pré-sal, que movimenta sobremaneira a Baixada Santista, ou mesmo a toda a demanda, em breve, gerada pela Copa do Mundo e pelas Olimpíadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos sabem que a indústria imobiliária nacional já é uma das principais responsáveis pela geração recorde de empregos com carteira assinada (vide estudos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged – do Ministério do Trabalho). Mas, quando o empresário do setor implementa uma grande obra, que requer investimento elevado, cada vez menos encontra qualidade no momento da contratação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reforçar a tese, recente levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela que o custo da produção aumentou muito em função dos altos salários exigidos pelos poucos e bons profissionais. Apesar de tudo, em 2010 a maioria das empresas imobiliárias do Estado trabalhou em ritmo acelerado e com número de empregados crescente. E assim deve ser também ao longo de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa realidade também é detectada em cidades como Sorocaba, Campinas, Jundiaí, Taubaté e São José dos Campos, que, dentre outras, apesar dessa dificuldade avançam nos investimentos, não só no âmbito empresarial, mas também no sentido de reunir esforços e instituir parcerias com entidades afins, rumo à promoção do aperfeiçoamento e formação profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de capacitação é essencial e deve ocorrer o mais rápido possível. Com a rotatividade de profissionais no setor, as empresas deverão cultivar uma visão autocrítica sobre o clima organizacional e criar uma relação de confiabilidade, inclusive a partir das experiências e vivências de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escassez de mão de obra é um contexto que deve perdurar por algum tempo ainda, já que a formação de profissionais requer investimento de mais longo prazo. É preciso reinventar a empresa, quando a realidade muda, e avançar com mais afinco no setor da educação, para não desperdiçarmos esse momento de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=5730"&gt;INCorporativa&lt;/a&gt;, Flávio Amary, vice-presidente do Interior do Secovi-SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-2686809658810940464?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/2686809658810940464/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=2686809658810940464' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2686809658810940464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2686809658810940464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/03/falta-qualificacao-na-onda-do.html' title='Falta qualificação na onda do desenvolvimento'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-CwnqwyZp6eU/TYMqgQ8WiUI/AAAAAAAAlNY/BOpj16DgJeE/s72-c/2009_12_1610_55_1917742s%25C3%25A3o_francisco_do_conde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-737626620753846490</id><published>2011-03-13T23:03:00.000Z</published><updated>2011-03-13T23:03:15.086Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empregabilidade'/><title type='text'>Desemprego jovem atingiu em 2009 máximo histórico</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WmDY8UMTVL4/TX1NFh_i9rI/AAAAAAAAlMY/a5DNyyKmVBk/s1600/unemployment.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="134" src="http://4.bp.blogspot.com/-WmDY8UMTVL4/TX1NFh_i9rI/AAAAAAAAlMY/a5DNyyKmVBk/s200/unemployment.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;A taxa mundial de desemprego jovem atingiu em 2009 o nível mais alto de sempre 13% e deverá aumentar este ano, revela um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A taxa mundial de desemprego jovem atingiu em 2009 o nível mais alto da história - 13%, correspondentes a 81 milhões de pessoas - e deverá ainda aumentar este ano, segundo um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A divulgar no âmbito do lançamento do Ano Internacional da Juventude das Nações Unidas, o trabalho refere que, no final de 2009, 81 dos 620 milhões de jovens economicamente ativos entre os 15 e os 24 anos estavam desempregados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Face a 2007, houve um aumento de 7,8 milhões de jovens desempregados (1,1 milhões em 2007/2008 e 6,7 milhões em 2008/2009), com a taxa de desemprego neste segmento a subir de 11,9 para 13% entre 2007 e 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparativamente, nos 10 anos que antecederam a crise económica (de 1996/97 A 200/07) o ritmo de crescimento anual dos jovens desempregados ficou-se pelos cerca de 191 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos percentuais, o aumento de um ponto percentual registado entre 2008 e 2009 na taxa de desemprego jovem representa a maior variação anual dos últimos 20 anos e reverteu a tendência anterior à crise que apontava para uma diminuição das taxas de desemprego jovem desde 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as principais conclusões do estudo, entre 2008 e 2009 o número de jovens desempregados aumentou 9%, o que compara com um aumento de 14,6% no número de adultos desempregados, mas em termos de taxa de desemprego o impacto sobre os jovens foi maior, subindo um ponto percentual contra 0,5 pontos nos adultos durante 2008/09.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a OIT, em 2008 os jovens representavam 24% dos trabalhadores pobres no mundo e 18,1% do total de desempregados a nível mundial.&lt;br /&gt;Mulheres são mais atingidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do trabalho resulta ainda que as mulheres jovens têm maiores dificuldades que os homens em encontrar emprego: em 2009 a taxa de desemprego juvenil feminina foi de 13,2%, contra 12,9% nos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As projeções da OIT apontam para uma recuperação do emprego mais lenta para os jovens do que para os adultos, antecipando-se um aumento contínuo do desemprego juvenil mundial este ano até ao nível histórico de 81,2 milhões e uma taxa de 13,1%. Só durante o ano seguinte o número de jovens desempregados deverá cair para 78,5 milhões e uma taxa de 12,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a taxa de desemprego entre os adultos terá já alcançado o seu nível máximo em 2009 (4,9%), devendo recuar 0,1 pontos percentuais quer em 2010, quer em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intitulado "Tendências Mundiais do Emprego Jovem 2010", o relatório da OIT apresenta as tendências do emprego de jovens entre os 15 e os 24 anos a nível mundial e regional, com especial enfoque para o impacto da crise económica sobre este grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://aeiou.expresso.pt/desemprego-jovem-atingiu-em-2009-maximo-historico=f598689"&gt;Expresso&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-737626620753846490?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/737626620753846490/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=737626620753846490' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/737626620753846490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/737626620753846490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/03/desemprego-jovem-atingiu-em-2009-maximo.html' title='Desemprego jovem atingiu em 2009 máximo histórico'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WmDY8UMTVL4/TX1NFh_i9rI/AAAAAAAAlMY/a5DNyyKmVBk/s72-c/unemployment.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-7190390852860180930</id><published>2011-03-12T17:59:00.000Z</published><updated>2011-03-12T17:59:58.655Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade Familiar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Êxodo Urbano'/><title type='text'>Reflexões Urbanas</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BGwRFwhmjdA/TXuzzIIPszI/AAAAAAAAlLU/cqSBCfQ2KaI/s1600/Screen%2Bshot%2B2011-03-12%2Bat%2B17.51.24.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="399" src="http://1.bp.blogspot.com/-BGwRFwhmjdA/TXuzzIIPszI/AAAAAAAAlLU/cqSBCfQ2KaI/s400/Screen%2Bshot%2B2011-03-12%2Bat%2B17.51.24.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouves o despertador no telemóvel que colocas na mesinha de cabeceira. É cedo para ti e para o amanhecer, que ainda está a alguns minutos de distância. Não te custa sair da cama, mais do que te tem custado há 20 ou 25 anos. Os chinelos mudam, o soalho muda, o caminho para a casa de banho muda, até o número de pessoas em casa muda. Só a luta continua a mesma. Estás mais pesado, mais caído. Não tens o assobio de outrora. Preparas os miúdos, fazes mais de cem tarefas em pouco mais de sessenta minutos e já nem dás por isso. Respondes maquinalmente às perguntas dos teus filhos, que ainda não sabem ver as horas. Pensas meia dúzia de segundos no saldo que terás na conta bancária. Nos dias que faltam para o final do mês. Nas despesas. Toca a campainha do micro-ondas. Mais uns segundos a fazeres contas de cabeça sobre o tempo que tens, o caminho que tomarás, o trânsito e quanto levarás a chegar ao emprego. Quase ao mesmo tempo a torradeira cospe uma fatia de pão. Acabou-se o luxo de perder segundos a pensar. A partir daqui é tudo um reboliço. Devias levantar-te 15 minutos mais cedo. Há anos que sabes que devias. Mas não levantas. É a tua última peça de resistência. Ninguém te tira esses 15 minutos de sono, até porque já não tens mais nada. Sais de casa na correria habitual, a apressar os miúdos. Tudo em direção ao elevador. Pressionas o botão que um deles já pressionou. Levas os bolsos cheios: telemóvel, chave do carro, chave de casa, carteira e um sem número de extras que muda todos os dias e que não houve tempo de empurrar para dentro da mala – empurras depois, quando estiveres a sair do carro para subir para a empresa. Passas pela escola, deixas os miúdos. Beijas testas a correr, dás abraços de robot e à saída voltas a saudar os auxiliares (que no teu tempo se chamavam contínuos) com o mesmo entusiasmo da mensagem pré-gravada que as operadoras de telemóvel têm a avisar que quem tentaste contactar está de momento indisponível. Enfias-te nas entranhas do carro outra vez. Os rins já acusam cansaço e ainda agora é de manhã. Arrancas. Ligas o rádio e ouves as notícias do dia, que podiam muito bem ser as do dia anterior que nem davas por nada. Ouves a informação de trânsito e ficas a saber onde ele está pior quando já te encontras a entrar na fila que serpenteia a estrada que fazes todos os dias. Não podes ir mais depressa. É aí que abrandas e percebes que não devias ter respondido maquinalmente aos miúdos, que os devias ter beijado melhor e abraçado como se fosse a última vez, pois não sabes quando foi a última vez que realmente o fizeste assim. Sentes uma impressão no estômago. Chama-se saudade e já só te é permitido tê-la enquanto estás numa fila de trânsito. Uma horas depois estás a subir para o escritório. Chegaste à linha da frente e dela sairás ao fim da tarde – depois de teres feito mais de cem tarefas em pouco mais de cada sessenta minutos ali passados. Com a mesma correria voltas ao carro e nem na fila para casa te passa pela cabeça que há anos que estás a cair como um soldado desconhecido. Ainda te sobram munições? Usa-as para festejar a deserção. Acorda amanhã sem despertador, 15 minutos mais tarde, com a luz do dia a beijar-te o rosto, abraça a miudagem a valer. Pega no carro e neles e faz o caminho contrário à fila, aquele que está quase vazio. Conduz muito nesse sentido. Muito. Muito. Depois disso, assobia. 11/03/2011 - 11h07 - Fundação Champalimaud, “Champalimaud Centre for the Unknown”, Av. Brasília, Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.facebook.com/album.php?id=1480644090&amp;aid=91583"&gt;projecto Moboide (Mobile Polaroid)&lt;/a&gt;, Miguel Martins&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-7190390852860180930?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/7190390852860180930/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=7190390852860180930' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7190390852860180930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7190390852860180930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/03/reflexoes-urbanas.html' title='Reflexões Urbanas'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-BGwRFwhmjdA/TXuzzIIPszI/AAAAAAAAlLU/cqSBCfQ2KaI/s72-c/Screen%2Bshot%2B2011-03-12%2Bat%2B17.51.24.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-825544049128370468</id><published>2011-03-10T15:49:00.000Z</published><updated>2011-03-10T15:49:25.090Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco-sustentabilidade'/><title type='text'>PlanIT Valley quer ser a montra do urbanismo sustentável</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yKjeMyeS9eY/TXjyram2WZI/AAAAAAAAlKE/o1u3xQJ1Ihk/s1600/planit-valley.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="266" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-yKjeMyeS9eY/TXjyram2WZI/AAAAAAAAlKE/o1u3xQJ1Ihk/s400/planit-valley.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Numa área de 17 quilómetros quadrados no concelho de Paredes está a ser pensada a cidade do futuro, com respostas aos actuais desafios da vida urbana. Soluções que poderão ser exportadas se o projecto, extremamente ambicioso, se concretizar.&lt;/b&gt; Por Luísa Pinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revistas internacionais chamam-lhe cidade do futuro. Mas o que os promotores do PlanIT Valley, um projecto anunciado para Paredes, estão a tentar fazer é construir de raiz uma cidade para 225 mil pessoas com uma pegada ecológica próxima do zero, que integre as soluções para muitos dos problemas urbanos do presente. Mais de metade da população mundial vive actualmente em cidades, e a sustentabilidade do planeta depende, e muito, das respostas aos desafios associados à sustentabilidade ambiental. O que a Living PlanIT, uma empresa liderada por um ex-executivo da Microsoft, Steve Lewis, se propõe desenvolver é uma espécie de cidade-laboratório onde se desenvolvam e testem soluções. Uma cidade-catálogo, montra de tecnologias, bens e serviços exportáveis para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concretizarem-se os anúncios que têm vindo a ser feitos pela Living PlanIT, será a vinte quilómetros do Porto que vai aparecer um laboratório vivo onde novas soluções tecnológicas irão ser desenvolvidas e testadas, ao nível da construção de edifícios, da mobilidade, da produção e gestão da energia, do tratamento e reaproveitamento de resíduos... tudo controlado por uma gigantesca rede de sensores (fala-se em cem milhões) que permitem, além disso, monitorizar a qualidade de vida dos habitantes, e trazer interactividade à vida.A relação do habitante com esta cidade não seria muito diferente daquela que, individualmente, cada cidadão pode ter com o seu smartphone. O que se fala para Paredes é isso, uma smart city. Uma cidade inteligente que, segundo Celso Ferreira, o presidente da Câmara de Paredes, que abriu os braços a este projecto, não poderia ser desenvolvido em nenhuma metrópole já consolidada. "Nenhum condomínio iria permitir, de repente, a instalação de sensores... e aqui estamos a falar à escala de quarteirões e de cidade. Aqui estamos a começar do zero, e só vem para cá quem aceita estes princípios que, obviamente, não deixarão de respeitar todas as questões legais", explica o autarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, pois, de construir uma cidade de raiz, com Celso Ferreira a garantir o cumprimento dos critérios de ordenamento do território nacional. "Não vamos repetir, em Paredes, os erros que foram feitos no passado, um pouco por todo o país", assegura. O responsável do projecto, Steve Lewis, garante também ter a preocupação de construir em Portugal algo que não seja "desgarrado da realidade e da cultura portuguesa". Por isso, assegura, chamou o gabinete de arquitectura Balonas e Menano a desenhar o plano de implantação da cidade. "Um gabinete de topo, com soluções inovadoras e criativas", assevera Lewis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Balonas agradece a oportunidade de estar "a integrar uma rede de conhecimento". "Temos estado em contacto com um impressionante número de empresas, e a trabalhar em soluções que nos atiram para os lugares de topo, a nível mundial", afirma, entusiasmado, o arquitecto. A Balonas e Menano é parceira e investidora: é o gabinete de arquitectura que está a suportar os custos de investigação nestes processos, onde actualmente estão a trabalhar, afirma Pedro Balonas, 20 pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o conceito que foi tornado público, e o modelo de negócio que o sustenta: as empresas interessadas em desenvolver tecnologia e soluções, nas mais variadas áreas, como materiais científicos, técnicas de construção, engenharia mecânica, indústria automóvel, software, electrónica, etc, são convidadas a integrar um "ecossistema" de parcerias, tornando-se elas próprias investidoras. "O parceiro da Living PlanIT terá necessariamente de se instalar na PlanIT Valley, e levar os seus funcionários para testar as soluções e desenvolvê-las ali. E depois vendê-las", explica Steve Lewis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moradores chegam este ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conceito conhecido e publicado, tudo o resto permanece no segredo dos deuses. E nos últimos dois anos tem-se assistido a uma sucessão de números e anúncios, relativamente às empresas envolvidas e contactadas, e ao avanço, no terreno, desta construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Cidades, Steve Lewis avança as mais recentes. Até ao fim deste mês, inicio do próximo, deverão começar a ser adquiridas algumas parcelas de terreno (os 17 quilómetros quadrados reservados para o projecto são propriedade privada). E até ao fim do ano poderão começar a chegar os primeiros dos oito mil novos habitantes (entre funcionários de empresas e seus familiares). Lewis garante que já mais de 900 empresas visitaram Portugal nos últimos dois anos, e que nos próximos cinco é muito provável que se instalem em Portugal 1300 "pequenas, médias e grandes" firmas das mais diversas áreas de actuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento previsto para a execução deste projecto chega aos dez mil milhões de euros, para dotar esta smart city da capacidade de atrair, directa ou indirectamente, cerca de 12 mil empresas do sector tecnológico e criar cerca de 20.000 empregos. Para a concretização do projecto, não há datas. Os compromissos, para já, circunscrevem-se ao que chama a Fase 1: um investimento de cerca de 500 milhões de euros, só para a parte da construção e das infra-estruturas numa área de 37 hectares. A componente tecnológica - nomeadamente o Centro de Inovação Global para Sensores de Redes e a respectiva rede de sensores a instalar pela Cisco Systems, custarão mais 200 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steve Lewis esbanja elogios para todos os protagonistas portugueses que, a dada altura, tomaram contacto e decisões relativamente ao projecto, que anda a ser trabalhado e pensado desde 2007. Começa na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDRN), que acompanhou o projecto, e segue para a agência para a promoção do investimento (AICEP) e para o seu presidente, Basílio Horta. A primeira pelo auxílio do trabalho técnico, o segundo por ter dado "um apoio soberbo", e ter uma visão" muito prática, muito focada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Living PlanIT prossegue os elogios para o Governo português, que, alega, fez "o que se espera para um projecto deste tipo: saiu do caminho, não atrapalhou". Mas, acrescenta o presidente executivo da Living PlanIT, fez exigências que permitiram melhorar o projecto, em termos de incorporação nacional, de criação de postos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a AICEP, o projecto PlanIT Valley garantiu a dinamização de um cluster regional de PME da area tecnológica. Como contrapartida, terá facilidades administrativas e fiscais que merece um empreendimento com o selo PIN - Projecto de Interesse Nacional, concedido em Setembro de 2009. Questionada pelo Cidades, fonte oficial da AICEP sublinhou o carácter inovador do projecto, acreditando que os parceiros que já foram anunciados publicamente pelos promotores, e que são liderados pela Cisco, lhe conferem a "credibilidade" que poderá tornar possível o seu sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior dos elogios dispensados por Steve Lewis vai, no entanto, para o autarca de Paredes: "Não há muitos Celsos Ferreiras no mundo, homens com esta visão", argumenta. Para Lewis, "uma das maiores vantagens de Portugal é o facto de os autarcas terem poderes de decisão, de facto". "E isso não acontece em muitos outros países", assegura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é que Paredes tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Câmara de Paredes relata a "conquista" deste projecto para Portugal como algo que foi muito trabalhado, e que resultou de uma prospecção de indústrias que pudessem instalar-se no concelho e diversificar a oferta produtiva, muito concentrada no mobiliário. "Encetámos contactos com a indústria automóvel, queríamos trazer para o concelho indústrias de nicho. Foi aí que chegámos a Miguel Rodrigues, o autor do Vinci GT", explica o autarca, referindo-se ao carro desportivo que foi desenvolvido no Centro para a Excelência e Inovação da Industria Automóvel (CEIIA), instalado no TecMaia. O carro não chegou à produção industrial, mas em vez de perder uma fábrica, Paredes acabou de ganhar a promessa de "uma cidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Living PlanIT portuguesa é uma empresa com sede na Maia, da qual Miguel Rodrigues é sócio, e que tem como sócio maioritário Steve Lewis. A informação disponibilizada no Portal de Justiça revela uma empresa constituída com cinco mil euros de capital, tendo como actividade os "serviços de diversão e recreio", e com apenas um funcionário. Lewis diz ao PÚBLICO que, na fase actual, os funcionários são já 130, e que a maior parte deles trabalha em Portugal. "Mas o número de pessoas que, de alguma forma, está a trabalhar neste projecto, numa base diária, em todo o mundo, chega já às 2000", assegura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder do PlanIT Valley sublinha que não está à frente de uma empresa de imobiliária, nem de uma empresa de construção - "a Living planIT é uma empresa que desenvolve tecnologias inovadoras, e sustentáveis, à escala urbana", define - mas que chamou algumas das líderes mundiais destes sectores para a rede de parceiros. Por um lado, celebrou um acordo com a Quintain, uma empresa do sector imobiliário que está a desenvolver projectos de regeneração urbana no centro de Londres e que investe muito na investigação e desenvolvimento de novas urbes. Por outro, tem também como parceiro a BuroHappold, uma importante empresa de engenharia, que está a desenvolver projectos de construção em vários pontos do globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A nossa preocupação foi captar o interesse destas grandes empresas internacionais, que, pela sua capacidade e liderança, servirão como âncora para atrair outras empresas", afirma Steve Lewis. Apesar de varias tentativas, o PÚBLICO não encontrou empresas nem funcionários disponíveis para revelar as frentes em que estão a trabalhar. O segredo é a alma do negócio, e o momento actual, garante Lewis, é o do sprint final: "Está muita gente a correr para a meta, ao mesmo tempo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celso Ferreira explicou ao PÚBLICO que para evitar possíveis especulações dos proprietários, tem três localizações distintas por onde o projecto pode avançar. "Já há negociações no terreno, e a estratégia é a de que, quando percebermos em qual das três localizações é mais vantajoso, economicamente, avançar, iniciamos as transacções", justifica. O município ainda não fez nenhuma compra, mas já tem um empréstimo negociado. "É a Agência Municipal quem compra o terreno, e depois é ressarcida pela Living PlanIT desse valor", explica o autarca. Que valor? Celso Ferreira diz que não pode dizer, "por razões óbvias".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óbvia também é a dificuldade de concretizar um projecto com esta envergadura e este grau de integração dos parceiros a envolver. Mas o certo é que, se os planos de Lewis e dos que o acompanham ultrapassarem o entusiasmo que o inglês coloca em cada palavra, para se tornarem, de facto, uma cidade, haverá em Portugal um sítio onde o planeta pode observar propostas para novas formas de trabalhar, habitar, num mesmo espaço. Um lugar em que, por exemplo, os computadores nos ajudarão nas tarefas diárias, dizendo-nos para o telemóvel que a loja por onde estamos a passar, no caminho a pé para o trabalho, tem o produto que nos falta num armário da despensa de casa. E este serviço até já está a ser trabalhado, como solução a comercializar, por uma empresa portuguesa, assinala um não menos entusiasmado presidente da Câmara de Paredes. Steve Lewis, presidente da Living PlanIT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://jornal.publico.pt/noticia/06-03-2011/planit-valley-quer-ser-a-montra-do-urbanismo-sustentavel-21474643.htm#Comente"&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-825544049128370468?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/825544049128370468/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=825544049128370468' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/825544049128370468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/825544049128370468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/03/planit-valley-quer-ser-montra-do.html' title='PlanIT Valley quer ser a montra do urbanismo sustentável'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-yKjeMyeS9eY/TXjyram2WZI/AAAAAAAAlKE/o1u3xQJ1Ihk/s72-c/planit-valley.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-4425785142448112482</id><published>2011-02-27T21:47:00.000Z</published><updated>2011-02-27T21:47:56.865Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Local'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia DNS'/><title type='text'>Cinco passos para uma agenda?</title><content type='html'>Aderir ao movimento e exercer cidadania requer, igualmente, mobilização e participação. E também alguma organização, pelo que estão definidos cinco passos que podem conduzir à elaboração de uma agenda local, no âmbito do "Cidades pela Retoma".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Siga a campanha através do site noeconomicrecovery withoutcities.blogs.sapo.pt, no Facebook (facebook.com/cidadespelaretoma) ou inscrevendo-se na mailing list (groups.google.pt/group/cidadespelaretoma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Organize um grupo. Marque um encontro preliminar com pessoas da mesma cidade. É importante levar conhecimento técnico e científico para o processo de reflexão. Cative alguém dos quadrantes de economia, cultura, terceiro sector, ensino, saúde, política e media que possam ajudar no lançamento da ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Crie um blogue/site para informar a comunidade sobre a ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Promova conversas informais sobre o papel da cidade na retoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Produza uma agenda local para a retoma económica e a animação social da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDM http://www.drummajorinstitute.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emerald Cities http://www.emeraldcities.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Core Cities http://www.corecities.com/home&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AcdPorto http://networkedblogs.com/anEmX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faro1540 www.faro1540.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.F.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://jornal.publico.pt/noticia/27-02-2011/cinco-passos--para-uma-agenda-21428284.htm"&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-4425785142448112482?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/4425785142448112482/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=4425785142448112482' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4425785142448112482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4425785142448112482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/02/cinco-passos-para-uma-agenda.html' title='Cinco passos para uma agenda?'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-1400862768766094077</id><published>2011-02-22T10:23:00.000Z</published><updated>2011-02-22T10:23:11.488Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Êxodo Urbano'/><title type='text'>"Há risco de favelas à volta de Lisboa"</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/s9PhFv0gFMDZ2KzZ9J8u/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" width="400" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correio da Manhã – Qual a função do Sistema de Segurança Interna?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Mendes – O Sistema de Sistema Interna (SSI) pretendeu colmatar a questão da diversidade de tutelas nas diferentes forças e serviços de segurança. Diversas forças de segurança é uma fonte de descoordenação e criou-se este chapéu que seria o ponto fulcral da coordenação. A função fundamental do SSI é fomentar uma cultura de coordenação e cooperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O secretário-geral do SSI tem os poderes suficientes para desempenhar o cargo com eficácia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O problema é este, a nossa Lei de Segurança Interna não dá poderes efectivos ao secretário-geral. Imaginemos que ocorre um aumento significativo da criminalidade no Algarve e em zonas da competência da GNR. Eu digo ao senhor comandante-geral que estou preocupado e para fazer o favor de aumentar as acções policiais em certas zonas. E ele responde: ‘Não, o senhor está enganado, porque aqui não se passa nada de extraordinário’. O secretário-geral fica desarmado. Não pode ser assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O secretário-geral do SSI não tem acesso a informação policial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– No caso concreto, por exemplo, dos recentes assaltos a ourivesarias, nós sabemos que existem grupos criminosos a trabalhar nisto. O meu colega espanhol – e estamos perante grupos de criminalidade transnacional – sabe quem são os grupos, sabe de onde vêm e para onde vão, em que carros se movimentam, eu não tenho nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não posso, porque a lei não o permite. Não faz sentido nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Há um problema crónico das forças de segurança que é a ausência de partilha de informação. Consegue que as diferentes polícias troquem informações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Estamos longe do óptimo. Há maior cultura, mas é óbvio que não estamos, nem de perto nem de longe, no nível desejável. Mas nota-se muito nas equipas mistas de prevenção criminal que se troca esse tipo de informação. É esta partilha de informação que deve acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Mas já há partilha de informações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sabe que está na própria natureza do povo português jogar muito para dentro e guardar aquilo que é seu. É muito difícil transformar de um momento para o outro esse tipo de mentalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– As alterações ao Código do Processo Penal em 2007 contribuíram para o agravamento da insegurança em Portugal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Do ponto de vista imediato, tiveram uma manifesta importância. Isso viu-se na subida de criminalidade. Principalmente no segundo semestre de 2009. Foi uma consequência não tanto do Código, mas da interpretação de algumas disposições do Código. É preciso ter algum cuidado na permissividade de certo tipo de legislação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Existe uma tendência para mais focos de tensão social?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sem dúvida nenhuma. Estou convencido de que 2011 não vai ser tão sensível em termos de aumento exponencial de criminalidade. Vai ser em termos de convulsão social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Quais são as maiores ameaças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– As maiores ameaças em termos de criminologia são mais ou menos as mesmas nos últimos dez anos. Nós fizemos um estudo da evolução da criminalidade na última década e os crimes estão muito associados à toxicodependência que, longe de se ter reduzido, é um fenómeno com o qual a sociedade se habituou a conviver. Habituámo-nos a conviver com a toxicodependência, já não nos choca. É esse tipo de crime, o furto em interior de veículo, o roubo por esticão, o furto na rua, o roubo – e o resultante das relações interpessoais, a difamação, a ofensa corporal simples. Isto corresponde a uma fatia de mais de 50 por cento da criminalidade em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E para o futuro próximo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Eu acautelaria em termos de futuro a evolução deste pequeno crime para um crime mais grave e mais violento, o permanente agravamento da situação nas chamadas zonas urbanas sensíveis. Repare que a diminuição eventual das prestações sociais pode acarretar problemas graves nessas zonas, que já têm muitas dificuldades em termos económicos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Vai haver mais crimes por razões económicas e sociais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Exacto. Pode ocorrer, sobretudo, nessas zonas urbanas sensíveis. Teremos de contar, ainda, com o descontrolo completo que está a haver na União Europeia, não é só um problema nosso, em termos de circulação de pessoas. Está a assistir-se a algo perfeitamente descontrolado. Aquelas medidas compensatórias da livre circulação, as chamadas medidas de Schengen, não estão a funcionar eficazmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sente que há falta de autoridade do Estado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– De uma forma genérica, é óbvio que há uma manifesta falta de autoridade do Estado. Há uma fragilidade e uma fragilização das instituições. De todas. Estão frágeis as polícias, estão frágeis os tribunais. Creio que a opinião das pessoas sobre o poder político não é a melhor, mas posso estar enganado. Tudo o que é instituição está desacreditado. Nalguns casos não sei se intencionalmente desacreditado. Em relação ao caso concreto que me coloca: não é para sacudir a água do capote, mas não tive nada a ver com esse assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Os blindados são necessários?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Eu acho que sim. Vivi alguns anos em Bruxelas e o patrulhamento de toda a zona sensível era feito com apoio e utilização deste tipo de viaturas. Não é nada de inédito. Em 1995, quando saí da PJ, no relatório anual que fiz em relação a 94, chamei a atenção para as chamadas "zonas urbanas sensíveis" e para o problema da ‘favelização’ da cintura de Lisboa. Na altura, julgo que me chamaram meio maluco, que não devia saber do que estava a falar. Mas eu não sei se qualquer dia esse problema não se vai colocar e se não será idêntico, em ponto pequeno, à da favela do Alemão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Há o risco de ‘favelização’ à volta de Lisboa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Há. Embora nos últimos tempos tenha havido alguma tentativa de minorar essas questões através dos chamados contratos locais de segurança, que os franceses experimentaram e já abandonaram. Essas zonas têm uma percentagem elevada de população que tem sobrevivido à custa de prestações sociais. E eu não sei até quando é que o Estado aguenta as prestações sociais. E o que é que vai acontecer se essas pessoas perderem as prestações sociais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Há uma tendência para o crescimento da criminalidade transnacional organizada. As polícias estão preparadas para esse tipo de criminalidade, que no nosso país é ainda desconhecida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Transmito isto com satisfação: nós hoje estamos muito bem apetrechados para lidar com este tipo de fenómeno. Curiosamente, estamos muito menos habilitados – e isto é quase paradoxal – para lidar com outro tipo de fenómeno que é a criminalidade desorganizada, o problema do dia-a-dia, de pequenos grupos que se juntam, sem qualquer afinidade entre eles, e praticam meia dúzia de crimes com uma violência perfeitamente desproporcionada em relação aos fins que pretendem atingir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Assaltos a à mão armada a bombas de gasolina para roubar escassos euros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E assaltos a residências. Recebi aqui uma mensagem de uma situação ocorrida na zona das Caldas da Rainha, de uma senhora de 90 anos a quem roubaram de casa cento e tantos euros – e que foi barbaramente agredida. Nós não estávamos habituados a este tipo de situação irracional. E é este tipo de criminalidade que nós não podemos deixar de ter em vista. Hoje em dia, não nos podemos esquecer, já há criminalidade por ‘outsourcing’, parte-se muito do conceito brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E o que é essa criminalidade por ‘outsourcing’?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Uma pessoa quer praticar um crime, contrata meia dúzia de miúdos: tu vais ali, assaltas aqueles tipos e trazes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Já há casos desses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Já há casos desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Perante este quadro que está a traçar, porque é que sai se ainda há tanto por fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Creio que há pessoas muito mais capazes e muito mais novas. Foi uma decisão puramente pessoal. Decidi ao fim de muitos anos dizer que já dei o suficiente para este peditório. Agora, vou descansar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sentiu colaboração do ministro da Administração Interna, o Governo ouvia-o?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não muito. Não sei se tanto como deviam. Embora o problema seja mais deles do que meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sai desiludido com o ministro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não, senão já me tinha desiludido há muito tempo. Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não foi ouvido tanto como desejaria. O Governo e o primeiro-ministro não o ouviram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– As pessoas ainda não percepcionaram suficientemente a dimensão dos problemas que existem, provavelmente por estarem ocupadas com problemas de natureza mais imediata. Também compreendo que não estão criadas as condições políticas para nenhuma reforma de fundo. É escusado pensarmos nisso. Mas a pessoa que me vier substituir tem de ter um apoio que eu não tive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Prevê, então, um agravamento da insegurança...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Prevejo um agravamento da situação. Com aquilo que adivinho em relação à situação do País, será desejável que a pessoa que venha para este cargo tenha a percepção da realidade das coisas desde o início do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ASAE E SEF DEVIAM INTEGRAR-SE NAS POLÍCIAS"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Não faria sentido uma polícia única?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M.M. – É uma questão que se tem colocado em diversos países. Por exemplo, a Bélgica, que é um país que seguiu o nosso sistema, já evoluiu para a polícia única. Estamos a falar de um país com uma dimensão aproximada da nossa, quer em termos de território, quer em termos de população. Julgo que não é uma solução desejável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Defendo a manutenção de um sistema dual, com uma polícia civil, sobretudo para a área específica da investigação criminal, e uma polícia de tipo GNR para determinadas operações de natureza mais militar. O que defendo é que entre estas duas forças, entre uma polícia civil e uma GNR, não devem persistir competências em razão do território. Deveria haver uma divisão de competências em razão da matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Precisamos mesmo de todas estas polícias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Há ainda o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), a ASAE, a Polícia Marítima... Há uma dispersão, se for na praia é a Polícia Marítima, mas se for no passeio é a GNR. No mundo actual não faz sentido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O que é que seria desejável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Seria a criação de um sistema idêntico ao espanhol. Um sistema dual. Como têm os franceses também. No sistema francês, a Polícia Judiciária ficou como um corpo especial dentro da polícia nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Com uma cabeça comum...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sim, com uma cabeça comum. Há uma outra coisa que tenho notado, esta dispersão, com a existência de uma ASAE ou de um SEF autónomos, de uma Polícia Marítima com funções criminais. Não seria muito mais fácil de gerir, mais eficaz e mais racional se estas entidades com competências específicas em determinadas matérias fossem corpos especiais dentro de corpos policiais gerais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Será possível um dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Oxalá aconteça o mais depressa possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A ASAE e o SEF não fazem sentido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Têm toda a razão de ser. Não sei é se devem ser entidades autónomas. Podiam estar junto de uma polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"QUEM EXERCER O CARGO TEM DE TER MAIS PODERES"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – Seja quem for, poderia utilizar o cargo de secretário--geral no mau sentido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M. M. – Não, não pode. Sempre achei que havia um erro muito grande ao dizer isso sobre este lugar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Nunca se sentiu uma espécie de ‘cardeal Richelieu’ do regime?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não, nem tenho vocação nenhuma. Na primeira entrevista que dei, colocaram-me a questão dos poderes a mais. Eu disse que depois de ver as coisas e ter lido bem a lei fiquei convencido de que tinha era poderes a menos. Cada vez me convenço mais de que quem exercer o cargo tem de ter mais poderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"FIZEMOS MOTOR DE BUSCA PARA TODAS AS POLÍCIAS"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CM – O que mais se orgulha de ter feito e o que ficou por fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M. M. – O projecto de interoperabilidade das bases de dados das forças de segurança. Até Março de 2012, está em prática...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– É uma base de dados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Assegura o cruzamento de informações. É um motor de busca que torna compatíveis todas as bases de dados. Foi um salto qualitativo muito grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERFIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Silva Tavares Mendes, de 64 anos, nasceu na Anadia. Licenciou-se em Direito, em Coimbra. É juiz conselheiro jubilado. Em 2008, tomou posse como secretário-geral do Sistema de Segurança Interna. Foi director-geral da PJ e dirigiu o Centro de Estudos Judiciários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/ha-risco-de-favelas-a-volta-de-lisboa"&gt;Correio da Manhã&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-1400862768766094077?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/1400862768766094077/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=1400862768766094077' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1400862768766094077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/1400862768766094077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/02/ha-risco-de-favelas-volta-de-lisboa.html' title='&quot;Há risco de favelas à volta de Lisboa&quot;'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-7626543628378740631</id><published>2011-02-21T20:08:00.000Z</published><updated>2011-02-21T20:08:09.848Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><title type='text'>200 países, 200 anos, 4 minutos</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="400" height="255" src="http://www.youtube.com/embed/Qe9Lw_nlFQU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-7626543628378740631?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/7626543628378740631/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=7626543628378740631' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7626543628378740631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7626543628378740631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/02/200-paises-200-anos-4-minutos.html' title='200 países, 200 anos, 4 minutos'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Qe9Lw_nlFQU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-2690573609450989270</id><published>2011-02-05T21:43:00.001Z</published><updated>2011-02-05T21:47:53.466Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empregabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geração Sem Remuneração'/><title type='text'>Tudo o que espoliámos à “geração sem remuneração”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/hs049.snc6/167942_180746065294627_142403749128859_358046_4760242_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="450" src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/hs049.snc6/167942_180746065294627_142403749128859_358046_4760242_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para uns terem “direitos adquiridos” para sempre, outros ficaram sem direitos nenhuns: os mais novos, os nossos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o FMI chegou pela segunda vez a Portugal, em 1983, eu tinha 26 anos. Num daqueles dias de ambiente pesado, quando havia bandeiras pretas hasteadas nos portões das fábricas da periferia de Lisboa, quando nos admirávamos com ser possível continuar a viver e a trabalhar com meses e meses de salários em atraso, almocei com um incorrigível optimista no Martinho da Arcada. Nunca mais me esqueci de uma sua observação singela: “Já reparaste como, apesar de todos os actuais problemas, a nossa geração vive melhor do que as dos nossos pais? Tenta lembrar-te de como era quando eras miúdo…”&lt;br /&gt;Era verdade: a minha geração viveu e vive muito melhor do que a dos seus pais. E eles já viveram melhor do que os pais deles. Mas quando olho para a geração dos meus filhos, e dos que são mais novos do que eles, sinto, sei, que já não vai ser assim. E não vai ser assim porque nós estragámos tudo – ou ajudámos a estragar tudo. Talvez aqueles que são um bocadinho mais velhos do que eu, os verdadeiros herdeiros da “geração de 60”, os que ocuparam o grosso dos lugares do poder nas últimas três décadas, tenham um bocado mais de responsabilidade. Mas ninguém duvide que o futuro que estamos a deixar aos mais novos é muito pouco apetecível. E que o seu presente já é, em muitos aspectos, insuportável.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Começámos por lhes chamar a “geração 500 euros”, pois eram licenciados e muitos não conseguiam empregos senão no limiar do salário mínimo. Agora é ainda pior. Quase um em cada quatro pura e simplesmente não encontram emprego (mais de 30 por cento se tiverem um curso superior). Dos que encontram, muitos estão em “call centers”, em caixas de supermercados, ao volante de táxis, até com uma esfregona e um balde nas mãos apesar de terem andado pela Universidade e terem um “canudo”. Pagam-lhes contra recibos verdes e, agora, o Estado ainda lhes vai aplicar uma taxa maior sobre esse muito pouco que recebem. Vão ficando por casa dos pais, adiando vidas, saltitando por aqui e por ali com medo de compromissos.&lt;br /&gt;Há 30 anos, quando Rui Veloso fixou um estereótipo da minha geração em “A rapariguinha do Shopping”, a letra do Carlos Tê glosava a vaidade de gente humilde em ascensão social, fosse lá isso o que fosse: “Bem vestida e petulante/Desce pela escada rolante/Com uma revista de bordados/Com um olhar rutilante/E os sovacos perfumados/…/Nos lábios um bom batom/Sempre muito bem penteada/Cheia de rimel e crayon…”&lt;br /&gt;Hoje, quando os Deolinda entusiasmam os Coliseus de Lisboa e do Porto, o registo não podia ser mais diferente: “Sou da geração sem remuneração/E não me incomoda esta condição/Que parva que eu sou/Porque isto está mal e vai continuar/Já é uma sorte eu poder estagiar…” Exacto: “Já é uma sorte eu poder estagiar”, ou mesmo trabalhar só pelo subsídio de refeição, ou tentar a bolsa para o pós-doc depois de ter tido bolsa para o doutoramento e para o mestrado e nenhuma hipótese de emprego. Sim, “Que mundo tão parvo/Onde para ser escravo é preciso estudar…”&lt;br /&gt;É a geração espoliada. A geração que espoliámos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sem pieguices, sejamos honestos: na loucura revolucionária do pós-25 de Abril, primeiro, depois na euforia da adesão à CEE, por fim na corrida suicida ao consumo desencadeada pela adesão à moeda única e pelos juros baixos, desbaratámos numa geração o rendimento de duas gerações. Talvez mais. As nossas dívidas, a pública e a privada, já correspondem a três vezes o produto nacional – e não vamos ser nós a pagá-las, vamos deixá-las de herança.&lt;br /&gt;Quisemos tudo: bons salários, sempre a subir, e segurança no emprego; casa própria e casa de férias; um automóvel para todos os membros da família; o telemóvel e o plasma; menos horas de trabalho e a reforma o mais cedo possível. Pensámos que tudo isso era possível e, quando nos avisaram que não era, fizemos como as lapas numa rocha batida pelas ondas: enquistámos nas posições que tínhamos alcançado. Começámos a falar de “direitos adquiridos”. Exigimos cada vez mais o impossível sem muita disposição para darmos qualquer contrapartida. Eram as “conquistas de Abril”.&lt;br /&gt;Veja-se agora o país que deixamos aos mais novos. Se quiserem casa, têm de comprá-la, pois passaram-se décadas sem sermos capazes de ter uma lei das rendas decente: continuamos com os centros das cidades cheios de velhos e atiramos os mais novos para as periferias. Se quiserem emprego, mesmo quando são mais capazes, mesmo quando têm muito mais formação, ficam à porta porque há demasiada gente instalada em empregos que tomaram para a vida. Andaram pelas Universidades mas sabem que, nelas, os quadros estão praticamente fechados. Quando têm oportunidade num instituto de investigação, dão logo nas vistas, mas são poucas as oportunidades para tanta procura. Pensaram ser professores mas foram traídos pela dinâmica demográfica e pela diminuição do número de alunos. Sonharam com um carreira na advocacia, mas agora até a sua Ordem se lhes fecha. Que lhes sobra? As noites de sexta-feira e pensarem que amanhã é outro dia…&lt;br /&gt;E observe-se como lhes roubámos as pensões a que, teoricamente, um dia teriam direito: a reforma Vieira da Silva manteve com poucas alterações o valor das reformas para os que estão quase a reformar-se ao mesmo tempo que estabelecia fórmulas de cálculo que darão aos jovens de hoje reformas que corresponderão, na melhor das hipóteses, a metade daquelas a que a geração mais velha ainda tem direito. Eles nem deram por isso. Afinal como poderia a “geração ‘casinha dos pais’” pensar hoje no que lhe acontecerá daqui a 30 ou 40 anos?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esta geração nunca se revoltará, como a geração de 60, por estar “aborrecida”, ou “entediada”, com o progresso “burguês”. Esta geração também não se mobilizará porque… “talvez foder”. Mas esta geração, que foi perdendo as ilusões no Estado protector – ela sabe muito bem como está desprotegida no desemprego, por exemplo… –, habituou-se também a mudar, a testar, a arriscar e, sobretudo, a desconfiar dos “instalados”.&lt;br /&gt;Esta geração talvez já tenha percebido que não terá uma vida melhor do que a dos seus pais, pelo menos na escala que eles tiveram relativamente aos seus avós. Por isso esta geração não segue discursos políticos gastos, nem se deixa encantar com retóricas repetitivas, nem acredita nos que há muito prometem o paraíso.&lt;br /&gt;Por isso esta geração pode ser mobilizada para o gigantesco processo de mudança por que Portugal tem de passar – mais do que um processo de mudança, um processo de reinvenção. Portugal tem de deixar de ser uma sociedade fechada e espartilhada por interesses e capelinhas, tem de se abrir aos seus e, entre estes, aos que têm mais ambição, mais imaginação e mais vontade. E esses são os da geração “qualquer coisa” que só quer ser “alguma coisa”. Até porque parvoíce verdadeira é não mudar, e isso eles também já perceberam…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in PÚBLICO, José Manuel Fernandes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-2690573609450989270?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/2690573609450989270/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=2690573609450989270' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2690573609450989270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2690573609450989270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/02/tudo-o-que-espoliamos-geracao-sem.html' title='Tudo o que espoliámos à “geração sem remuneração”'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3733229323141309779</id><published>2011-02-01T10:48:00.002Z</published><updated>2011-02-01T10:48:51.109Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='The Star Tracker'/><title type='text'>Migrações - Retratos do nomadismo contemporâneo</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="400" height="255" src="http://www.youtube.com/embed/YkSohYvQUjg" frameborder="0" allowFullScreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3733229323141309779?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3733229323141309779/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3733229323141309779' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3733229323141309779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3733229323141309779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/02/migracoes-retratos-do-nomadismo.html' title='Migrações - Retratos do nomadismo contemporâneo'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/YkSohYvQUjg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8098648628683083492</id><published>2011-01-24T21:06:00.000Z</published><updated>2011-01-24T21:06:00.204Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><title type='text'>"Os Portugueses precisam de sair da sua zona de conforto" por @JotaNR</title><content type='html'>Os empresários e investidores portugueses têm de ir para além da "proximidade", seja ela o espaço europeu (em que se concentram) ou o de língua comum. Têm de ter em conta a geoeconomia em profunda transformação, diz o guru indiano Pankaj Ghemawat&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os empresários e investidores portugueses têm de saber lidar com as diferenças quando se internacionalizam e ir para além da "proximidade", seja ela o espaço europeu (em que se concentram) ou o de língua comum. Têm de ter em conta a geoeconomia em profunda transformação e saber diversificar, procurando os mercados que estão a dar cartas no crescimento mundial. Mas para isso não se devem deixar vencer ou intimidar pelas barreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a principal mensagem de Pankaj Ghemawat (um nome difícil, que ele aconselha que se leia assim: pun-kuj ghé-má-wut), de 51 anos, nascido em Jodphur, na Índia, atual professor de estratégia global no IESE-Instituto de Estudios Superiores de la Empresa em Barcelona, na conferência que realizou em Lisboa na AESE-Escola de Direcção de Negócios no quadro do Programa de Alta Direcção, e que reafirmou em entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: A principal mensagem que quis deixar em Lisboa é que os empresários portugueses têm de ser mais ousados na internacionalização?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Sim. Têm de sair da sua zona de conforto. Estão concentrados excessivamente na Europa. E os mercados europeus, em geral, não são os que mais vão crescer no futuro. É preciso avançar para além dessa proximidade. A Espanha fê-lo no caso da América Latina. A ideia de uma expansão internacional incremental, passo a passo, não é o futuro. E a híper-focalização na Europa é um enorme risco para o futuro. Onde é que vão estar os mercados de exportação e de investimento? - é essa a questão que se devem colocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Mas devem evitar algumas ilusões, é esse o outro lado da moeda? A globalização continua a ser um mito muito propagandeado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Temos de ter um método empírico - olhar os dados da realidade. Por isso eu falo de semi-globalização para dar uma noção mais realista e para insistir na questão de que continua a haver fronteiras, de que há diferenças e da importância de saber lidar com elas. E tenho a sensação que o mito do "mundo plano" está a passar. Tudo começou com Ted Levitt nos anos 1980 e a ideia de uma estratégia para um mundo integrado de mercados, depois com Frances Cairncross e a "morte das distâncias" nos anos 1990 até à mais recente ideia de que o "mundo é plano" de Thomas Friedman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: As redes sociais na web podem alterar as estratégias de internacionalização, facilitam a globalização?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: É algo ainda novo e parece-me haver muito exagero à volta. Tenho algum ceticismo, por isso. O meu exemplo favorito nas tecnologias de informação é o Linux. É uma força poderosa de mudança. Na realidade, dá poder às pessoas - mesmo às pessoas pobres, como acontece no meu estado de origem na Índia, o Rajistão, onde os camponeses podem verificar quem é dono da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: A semiglobalização pode ainda acentuar-se mais se as políticas protecionistas e eventuais guerras de divisas ganharem predominância?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Estou muito preocupado com os desequilíbrios mundiais. Por exemplo, os excedentes chineses - eis algo com que nos devemos preocupar seriamente. Se esses caminhos que refere ganharem predominância, coisas realmente muito más podem acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: A estratégia de projeção global das grandes empresas das economias emergentes pode mudar esse contexto e reforçar a globalização? Por exemplo, o investimento chinês no estrangeiro excluindo o setor financeiro aumentou 36% em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Não creio que altere qualitativamente. Os grandes investimentos da China e da Índia no mundo não são mais do que 1 a 2% do PIB. A maioria desses investimentos fora são na energia, nos metais e em projetos agrícolas. Não creio que se trate de um novo tipo de estratégia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Tem algum exemplo de internacionalização que o tenha surpreendido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Há um caso fascinante - o da Orbea, do País Basco, o maior fabricante de bicicletas de Espanha, que é parte do grupo cooperativo Mondragón, mas que também fabrica roupa e capacetes. Acabou por criar uma linha de montagem no Arkansas para o mercado americano em que apostou. Realizou a externalização das componentes menos importantes na China. Mas mantiveram o design no país de origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Ter duas sedes, uma no país de origem, e outra numa região que se considere chave para o futuro, é uma boa solução?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: A Cisco parece querer ser o modelo desse ponto de vista. Nomeou um chefe de globalização com sede em Bangalore, na Índia, cidade que foi designada como centro oriental de globalização. Julgo ser exequível em algumas funções, por exemplo o que fez a Wall-Mart com o centro de compras mundial em Shenzhen, no sul de Cantão, junto a Hong Kong O mesmo fez a IBM que deslocou o responsável global de aprovisionamentos da região de Nova Iorque para a mesma cidade do sul da China, onde ficou sediada essa função. Mas criar centros de poder iguais parece-me muito mais difícil. A matriz que se cria é muito complicada. E há um problema crítico - se quiser recuar, como é? Sou, por isso, um pouco cético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Qual é a sua principal mensagem no novo livro que vai lançar em maio intitulado 'Word 3.0'?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: Que a ideia do "mundo é plano" é terrivelmente errada. O que é fundamental é reconhecer as semelhanças, mas também as profundas diferenças entre países que têm de ser tomadas bem a sério. Os níveis de globalização, como já referi, são ainda limitados. Por isso falo de semi-globalização. Mas isso não invalida que não haja muitas oportunidades por descobrir - se souber lidar com as diferenças. É esse o mundo 3.0 de que falo no livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evite atitudes bipolares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pankaj Ghemawat tem insistido em alertar os empresários para a fantasia de que o "mundo é plano". Os escritores "globalistas" têm vendido a ideia de que a internacionalização de produtos e serviços é hoje um passeio triunfal por uma carpete vermelha, pois assistiríamos a uma uniformização no consumo (uma convergência de gostos, como dizia Ted Levitt) e a um desabar de barreiras geográficas, administrativas, culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora a realidade é madrasta, está longe dessa ficção. Por isso fala de uma situação de semi-globalização em que, em 2010, as exportações são apenas 23% do produto mundial, os fluxos de investimento direto estrangeiro ocupam apenas uma fatia de 9,9% da formação bruta de capital fixo e o índice de transnacionalização das 100 maiores empresas do mundo é apenas de 63%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aponta estes números para que os empresários caiam na realidade - pois, todos os "testes" de perguntas que se fazem sobre estes indicadores revelam uma sobrestimação enorme, na ordem do dobro ou mesmo do triplo. "Continua a haver uma intuição muito exagerada sobre a globalização. As pessoas erram por margens enormes - dão largas ao exagero", diz o professor de estratégia. Aliás, isso foi bem patente no "teste" que Ghemawat fez junto dos participantes do Programa de Alta Direção em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o professor indiano de estratégia é particularmente ácido contra "a petulante superioridade das elites classificadas como 'homens de Davos' y globocratas, a insegurança terminal de todos aqueles que tentam estar atualizados ao dia, ou a utopia cândida dos internacionalistas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quatro anos publicou na editora da Harvard Business School um primeiro manifesto contra esse mito, carregado de exemplos práticos e com "dicas" práticas, que intitulou 'Redefinindo a Estratégia Global - atravessando fronteiras num mundo em que as diferenças ainda contam'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse livro, Ghemawat desenvolve um modelo de avaliação das distâncias (culturais, administrativas, geográficas e económicas) para tornar visíveis as diferenças tanto nacionais como a nível setorial e advoga uma palete de estratégias de criação de valor que designa por triplo A: adaptação, agregação e arbitragem. Chama a atenção, em particular, para a arbitragem, ou seja "explorar as diferenças, em vez de as tratar como limitações que se devem modificar ou superar" ou, em muitos casos, que levam a desistir à partida. Recomenda, por isso, que se evitem "atitudes bipolares face à globalização" - da euforia à negação, ou vice versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ghemawat foi professor na Harvard Business School durante 25 anos até vir para Barcelona em 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&amp;op=view&amp;fokey=ex.stories/627836"&gt;Expresso&lt;/a&gt;, Jorge Nascimento Rodrigues&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8098648628683083492?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8098648628683083492/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8098648628683083492' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8098648628683083492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8098648628683083492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/01/os-portugueses-precisam-de-sair-da-sua.html' title='&quot;Os Portugueses precisam de sair da sua zona de conforto&quot; por @JotaNR'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8015918971906109380</id><published>2011-01-20T14:01:00.000Z</published><updated>2011-01-20T14:01:10.566Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eco-sustentabilidade'/><title type='text'>Majora Carter: 3 stories of local eco-entrepreneurship</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MajoraCarter_2010X-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MajoraCarter-2010X.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1041&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=majora_carter_3_stories_of_local_ecoactivism;year=2010;theme=women_reshaping_the_world;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_tedx;event=TEDxMidwest;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MajoraCarter_2010X-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MajoraCarter-2010X.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1041&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=majora_carter_3_stories_of_local_ecoactivism;year=2010;theme=women_reshaping_the_world;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_tedx;event=TEDxMidwest;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8015918971906109380?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8015918971906109380/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8015918971906109380' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8015918971906109380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8015918971906109380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/01/majora-carter-3-stories-of-local-eco.html' title='Majora Carter: 3 stories of local eco-entrepreneurship'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-4332146988791584559</id><published>2011-01-09T15:59:00.000Z</published><updated>2011-01-09T15:59:10.875Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alerta Verde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><title type='text'>Empresas na “corrida ao crescimento verde”</title><content type='html'>Oitocentas empresas mundiais estão a redefinir a sua estratégia até 2020, apostando na sustentabilidade, no que é visto como um factor de diferenciação para os consumidores, segundo um estudo das Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os últimos tempos não têm sido fáceis para as grandes empresas, desde instituições bancárias a companhias petrolíferas, passando por fabricantes de automóveis. Primeiro a crise económica e depois episódios como a maré negra no golfo do México têm arrasado a confiança de consumidores nas grandes marcas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A confiança é o recurso mais escasso para as empresas”, sublinhou Bruno Berthon, director dos Serviços de Sustentabilidade da Accenture, na 10.ª conferência anual BCSD Portugal, que decorreu em Setembro de 2010 no Centro de Congressos do Estoril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última década, várias empresas têm identificado uma nova oportunidade de negócio que lhes permite poupar recursos, dar cartas na inovação tecnológica e recuperar a confiança dos consumidores: a sustentabilidade. Querem ganhar esta “corrida” num horizonte que vai dos cinco aos 20 anos. “Acabaram-se os imperativos morais para ser amigo do Ambiente. Hoje, a sustentabilidade passou a ser um factor de diferenciação para os consumidores”, acrescentou Berthon. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca como agora foi tão grande a crença das multinacionais nos benefícios da sustentabilidade, asseguram os autores do estudo "A nova era da sustentabilidade", da plataforma das Nações Unidas Global Compact – que reúne empresas comprometidas com dez princípios nas áreas de direitos humanos, trabalho, ambiente e anticorrupção – e a Accenture, divulgado no final de Junho. Dos 800 presidentes dos conselhos de administração (CEO) inquiridos no estudo, de 25 sectores de actividade em mais de cem países, 93 por cento afirmou que a sustentabilidade será fundamental para o futuro sucesso das suas empresas. Há três anos, essa percentagem era de apenas 51 por cento. Alfredo Sáenz, CEO do Santander, chama ao momento “a tempestade perfeita para a indústria”. Na verdade, 80 por cento dos CEO considera que a crise aumentou a importância da sustentabilidade no topo da agenda das empresas. Apenas 12 por cento reconheceu que reduziu o investimento em produtos mais “verdes”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mapa mundial, as regiões onde as empresas citam a sustentabilidade como muito importante para o seu sucesso futuro são a América Latina (78 por cento) e África (60 por cento). Na Europa, a percentagem é de 48 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendência já está lançada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno Berthon viajou por dezenas de países e entrevistou, cara a cara, dezenas de CEO para lhes perguntar o que pensam da sustentabilidade. “Nas entrevistas todos começaram por dizer que a sustentabilidade é muito importante”, contou o especialista francês. É claro que nem todas as empresas estão a fazer aquilo que dizem querer fazer. Mas Bruno Berthon disse, em entrevista ao PÚBLICO, que está optimista. “Ainda estamos na turbulenta fase da ‘adolescência’, estamos só no começo. Mas a verdade é que as empresas decidiram não esperar pelas orientações dos governos sobre como fazer as coisas. A falta de vontade política tem sido uma decepção. As empresas estão a reagir de forma pragmática e pró-activa, definindo os seus próprios padrões”, contou. “Hoje, os CEO estão a ligar a sustentabilidade ao valor da sua empresa, inovam, têm programas energéticos, dão formação aos seus funcionários e começam a avaliar a realidade do seu compromisso.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que “todas as empresas tenham a possibilidade de ser, mais ou menos, sustentáveis”, Berthon referiu, como exemplo, o caso da Siemens. “Em 2009, o portfólio de produtos e serviços ‘verdes’ desta empresa gerou receitas de 23 mil milhões de euros, ou seja, cerca de um terço das receitas anuais totais”. Segundo o estudo da ONU, em 2009, a Siemens ajudou os seus clientes a reduzir cerca de 210 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2), o equivalente ao total das emissões de Berlim, Londres, Munique, Nova Iorque e Tóquio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse mesmo ano, a Royal Phillips Electronics atingiu 31 por cento de receitas de produtos “verdes”, representando 7,2 mil milhões de euros. Em 2015 espera que essa percentagem suba para os 50 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este movimento sustentável só é possível, lembrou Berthon, porque os consumidores mudaram. “Aquilo que era um subsegmento, o dos consumidores ecologistas obsessivos, acabou. Hoje, qualquer consumidor procura marcas com impactos positivos no Ambiente, na saúde e na sociedade”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de mentalidades dos CEO explica-se ainda pelos efeitos de “políticas globais fortes, pelo discurso de pessoas tidas como líderes, como Al Gore ou Barack Obama, pelos preços da energia, por uma consciência global crescente”, comentou. “Vamos falar com os CEO e os governos para saber onde estão as lacunas e o que estão a fazer para as colmatar. Ainda há muito que está por fazer. É preciso inventar um novo futuro”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1474306"&gt;Público&lt;/a&gt;, Helena Geraldes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-4332146988791584559?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1474306' title='Empresas na “corrida ao crescimento verde”'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/4332146988791584559/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=4332146988791584559' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4332146988791584559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4332146988791584559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2011/01/empresas-na-corrida-ao-crescimento.html' title='Empresas na “corrida ao crescimento verde”'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3056239103044464953</id><published>2010-12-28T11:47:00.000Z</published><updated>2010-12-28T11:47:02.742Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Regional'/><title type='text'>Portela: 14.000.000 Passageiros</title><content type='html'>O Aeroporto da Portela acaba de atingir a marca dos 14.000.000 de passageiros anuais, pela primeira vez na sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso muito contribuiu a estratégia de abrir esse aeroporto às LowCost, passo inevitavel nos novos modelos de dinamização do transporte aéreo nas capitais europeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de Londres, que separa o seu tráfego aéreo por vários aeroportos, Lisboa e Madrid concentram na mesma infra estrutura as companhias de bandeira e as LowCost.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma solução mais onerosa na construção mas com algumas economias operacionais para as companhias aéreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro concluiu a sua remodelação em 2006, sendo hoje uma referência europeia nos indíces de conforto ao passageiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um investimento total de 500M euros, 10% do valor previsto para o Novo Aeroporto de Alcochete, este aeroporto comportará 6,5M passageiros anuais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3056239103044464953?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3056239103044464953/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3056239103044464953' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3056239103044464953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3056239103044464953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/12/portela-14000000-passageiros.html' title='Portela: 14.000.000 Passageiros'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3575330053320216003</id><published>2010-12-13T21:53:00.000Z</published><updated>2010-12-13T21:53:40.643Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><title type='text'>Melhor incubadora do Mundo é portuguesa</title><content type='html'>&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://tv1.rtp.pt/noticias/player.swf?image=http://img0.rtp.pt/icm/noticias/images/13/137c17a21563c4723fe3687bd3367204_N.jpg&amp;streamer=rtmp://video2.rtp.pt/flv/RTPFiles&amp;file=/informacao/melhorincubadora_70213.flv" width="491" height="401" bgcolor="#ffffff" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="image=http://img0.rtp.pt/icm/noticias/images/13/137c17a21563c4723fe3687bd3367204_N.jpg&amp;streamer=rtmp://video2.rtp.pt/flv/RTPFiles&amp;file=/informacao/melhorincubadora_70213.flv"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3575330053320216003?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3575330053320216003/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3575330053320216003' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3575330053320216003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3575330053320216003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/12/melhor-incubadora-do-mundo-e-portuguesa.html' title='Melhor incubadora do Mundo é portuguesa'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-7167095794149694193</id><published>2010-12-12T10:52:00.000Z</published><updated>2010-12-12T10:52:21.458Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia DNS'/><title type='text'>Economia DNS: Nova Perspectiva Territorial</title><content type='html'>Hoje as organizações têm um endereço web e os seus colaboradores vivem onde mais lhes interessar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São centenas de estórias que já escutei de instaladores residenciais de internet que andaram no sul e no norte do nosso país a instalar a internet em casas de grandes “carolas”, isto é, investigadores e empresários que operam virtualmente em Londres, Dubai ou Frankfurt conciliando essa actividade com a residência num país acolhedor e solarengo como é Portugal.&lt;br /&gt;Aqui vivem, aqui educam os seus filhos, aqui pagam impostos, aqui consomem, aqui adquirem as suas casas.&lt;br /&gt;Mas se recebermos destes um cartão de visita, teremos uma morada postal e um telefone do mercado onde operam. E um endereço web que é o “head-office” empresarial!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque motivo escolheram estes pioneiros da Economia DNS o nosso país para viver?&lt;br /&gt;Seremos a primeira Aldeia Global? Serão a nossa história, a nossa cultura e a nossa tolerância, os condimentos territoriais de um mundo que caminha para a rede?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-7167095794149694193?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/7167095794149694193/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=7167095794149694193' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7167095794149694193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7167095794149694193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/12/economia-dns-nova-perspectiva.html' title='Economia DNS: Nova Perspectiva Territorial'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-7308994749199737073</id><published>2010-12-11T19:12:00.000Z</published><updated>2010-12-11T19:12:47.795Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&apos;I made a mistake&apos; admits Greenspan'/><title type='text'>"Geração sem Rede" por @czorrinho</title><content type='html'>Pode parecer paradoxal mas não é! A geração que está agora a nascer, descendente directa da nova geração e maioritariamente descendente indirecta da minha geração, nasce num mundo conectado pelas redes mais potentes de transmissão de dados e de transporte de pessoas e mercadorias e no entanto nasce como uma geração sem rede!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nossos filhos que procuram comprar uma casa ou um bem patrimonial para o qual se exigem garantias, ainda podem em muitos casos beneficiar do papel de fiadores dos seus ascendentes, mas tal como a sociedade parece querer evoluir já dificilmente eles próprios poderão ser fiadores ou garantes dos investimentos dos seus filhos, ou seja da geração sem rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existiram ao longo da história muitas sociedades sem rede e sociedades com redes de betão para alguns (os titulares) e sem rede para a maioria. A verdade é que o mundo não acabou, mas os picos de iniquidade e de sofrimento foram muitos ao longo da história e está nas nossas mãos evitar que mais um desses picos surja em função da nossa inércia ou acomodação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova geração vai ter que inventar uma nova sociedade em que os seus filhos se possam realizar e ser felizes. Eis um desafio forte que pode ser visto como uma ameaça, mas também como uma enorme oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximamo-nos dum tempo de reflexão, interrogação, partilha e renascimento. É esse o significado simbólico do Natal e do Novo Ano. É um tempo também para perceber que o egoísmo, o fechamento ou o lamento simples não conduzirá a nossa sociedade a nenhuma solução estimulante de reinvenção criativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova geração sem rede precisa que sejamos capazes, não de construirmos redomas para os nossos mais próximos, que a turbulência dos tempos se encarregará de quebrar, mas de renovar as bases da sociedade, aplicando os valores da equidade, da liberdade, da justiça, da solidariedade e da fraternidade ao novo mundo globalizado e competitivo em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta altura das festas muitas famílias vivem as angústias da dádiva. Não da dádiva do amor que é gratuito e faz milagres, mas da dádiva das prendas. Uns vivem a angústia de querer dar e lhe escassear os recursos financeiros e outros vivem a angústia de não saber o que dar, tal é a parafernália de coisas a que os jovens com meios hoje acedem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois deixem-me dizer-vos nesta crónica pré-natalícia, que para além das prendas que cada um entender e puder partilhar, há uma prenda essencial que devemos à geração sem rede. Devemos-lhe um mundo renovado, sustentável, fundado na confiança, na paz e no bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os modelos que criámos de capitalismo selvagem estão a dar o seu último estertor. A geração sem rede merece herança melhor. Este é o tempo de a preparar. Um tempo luminoso de desafio para os que forem à luta. Um tempo de trevas e frustração para os que desistirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.fazeracontecer.net/index.php?id=6494318282448481171"&gt;Fazer Acontecer&lt;/a&gt;, Carlos Zorrinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-7308994749199737073?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.fazeracontecer.net/index.php?id=6494318282448481171' title='&quot;Geração sem Rede&quot; por @czorrinho'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/7308994749199737073/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=7308994749199737073' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7308994749199737073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7308994749199737073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/12/geracao-sem-rede-por-czorrinho.html' title='&quot;Geração sem Rede&quot; por @czorrinho'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3968493501178951181</id><published>2010-11-29T10:22:00.000Z</published><updated>2010-11-29T10:22:17.032Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Regional'/><title type='text'>ASSIMETRIAS REGIONAIS</title><content type='html'>Como é que têm evoluído as assimetrias regionais no nosso país? Estarão as regiões mais pobres a convergir em relação às mais ricas? Estarão as mais ricas a crescer ou a estagnar, como a economia nacional? Estaremos a ficar mais ou menos um país dual? Para podermos responder a estas questões, temos de olhar para uma série de indicadores que nos podem ajudar a esclarecer a evolução das assimetrias regionais em Portugal. Para tal, nos próximos dias, irei debruçar-me sobre estes indicadores. Hoje começamos com o PIB regional por  pessoa, que nos indica o rendimento médio de cada habitante de uma determinada região. &lt;br /&gt;Neste sentido, se atentarmos para o gráfico 1 (que nos indica  o rendimento médio das regiões portuguesas relativamente à média europeia), facilmente poderemos retirar as seguintes conclusões:&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, é visível que, desde 2003, todas as regiões portuguesas estagnaram ou divergiram em relação à media europeia. Ou seja, desde 2003, que todas as regiões portuguesas ficaram mais pobres relativamente ao rendimento médio europeu. Ainda assim, vale a pena sublinhar que antes de 2003, as regiões que mais se destacaram em relação à convergencia de rendimentos com a Europa foram as regiões autonómas, com especial incidência para a Madeira. Assim, entre 1999 e 2007, o rendimento médio por habitante madeirense aumentou de 63% para 79% do rendimento de um europeu médio.  Por sua vez, o rendimento médio dos Açores cresceu de 46% da média europeia em 1997 para 55% em 2007. Actualmente, os Açores já são mais ricos do que a Região Centro e do que o Norte do país, e a Madeira aproxima-se a passos largos para se tornar na região mais rica de Portugal. &lt;br /&gt;Em segundo lugar, é igualmente notório que o Norte permanece a região mais pobre do país. Em 2007, o rendimento da Região Norte já era somente 49% do rendimento médio europeu, o que tornava o Norte numa das regiões mais pobres da Europa Ocidental. Obviamente que esta definição do Norte deixa muito a desejar, pois engloba tanto cidades relativamente afluentes como o Porto e Braga, como Trás-os-Montes. Ainda assim, a tendência de empobrecimento do Norte nos últimos anos é simplesmente indesmentível, um fenómeno que urge combater antes que esta divergência se torne demasiado grande.&lt;br /&gt;Em terceiro lugar, a impressionante convergência dos rendimentos médios da Madeira em relação à media europeia foi travada nos últimos anos. Aliás, é até provável que esta tendência se tenha acentuado desde 2008, por causa do agravamento da crise económica. &lt;br /&gt;Em suma, infelizmente, desde 2003, que nenhuma região portuguesa regista uma convergência significativa em relação à média europeia. Uma tendência que é imperioso inverter o mais brevemente possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gráfico 1 _ Rendimento médio das regiões portuguesas em relação à média europeia (PIB por habitante, UE27 = 100)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NPSWS7kCAsY/TPNtL_9WGUI/AAAAAAAABzE/AhigxV3HYoE/s1600/PIB+por+habitante+em+rela%25C3%25A7%25C3%25A3o+%25C3%25A0+m%25C3%25A9dia+europeia%252C+1995-2007.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_NPSWS7kCAsY/TPNtL_9WGUI/AAAAAAAABzE/AhigxV3HYoE/s320/PIB+por+habitante+em+rela%25C3%25A7%25C3%25A3o+%25C3%25A0+m%25C3%25A9dia+europeia%252C+1995-2007.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Eurostat&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhemos  agora somente para o contexto português e comparemos os rendimentos  médios das diversas regiões com o rendimento médio em Lisboa (a região  mais abastada de Portugal). Como podemos ver no gráfico 2, embora a  Madeira tenha parado de convergir com a Europa, a convergência da região  madeirense com Lisboa continua, apesar de o ritmo de convergência ter  abrandado. Por outro lado, é igualmente visível no gráfico 2 que, entre  2004 e 2008, quase todas as regiões convergiram (muito) ligeiramente em  relação a Lisboa. A excepção é o Algarve, cujo processo de convergência  com a Europa e com Lisboa parece ter perdido ímpeto nos últimos anos.&lt;br /&gt;Finalmente,  os números referentes à convergência regional do gráfico 2 sugerem que  as assimetrias regionais em Portugal continental se têm alterado pouco  nos últimos 15 anos. É, de facto, notório que a diferença entre o PIB  por habitante em Lisboa e as restantes regiões se tem mantido quase  inalterada. Ou seja, as assimetrias regionaos portuguesas têm persistido  e até se têm perpetuado. Pelo menos no que diz respeito ao Continente. A  grande excepção a esta tendência são as regiões autónomas, que têm  vindo a registar uma convergência real notável em relação ao continente  e, em particular, a Lisboa. Se não fossem as regiões autónomas,  certamente que as nossas assimetrias regionais nos pareceriam ainda mais  imutáveis, quase glaciares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã  falarei da produtividade média e de outros indicadores regionais.  Veremos se as mesmas tendências do Mezzogiorno português se manterão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NPSWS7kCAsY/TPNwaauWrDI/AAAAAAAABzI/2T7a89OKepg/s1600/PIB+por+habitante+em+rela%25C3%25A7%25C3%25A3o+a+Lisboa+1995-2008+%2528INE%2529.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="189" src="http://2.bp.blogspot.com/_NPSWS7kCAsY/TPNwaauWrDI/AAAAAAAABzI/2T7a89OKepg/s320/PIB+por+habitante+em+rela%25C3%25A7%25C3%25A3o+a+Lisboa+1995-2008+%2528INE%2529.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Fonte: INE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://desmitos.blogspot.com/2010/11/assimetrias-regionais.html?spref=fb"&gt;Desmitos&lt;/a&gt;, Álvaro Santos Pereira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3968493501178951181?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://desmitos.blogspot.com/2010/11/assimetrias-regionais.html?spref=fb' title='ASSIMETRIAS REGIONAIS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3968493501178951181/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3968493501178951181' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3968493501178951181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3968493501178951181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/11/assimetrias-regionais.html' title='ASSIMETRIAS REGIONAIS'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NPSWS7kCAsY/TPNtL_9WGUI/AAAAAAAABzE/AhigxV3HYoE/s72-c/PIB+por+habitante+em+rela%25C3%25A7%25C3%25A3o+%25C3%25A0+m%25C3%25A9dia+europeia%252C+1995-2007.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8435623959946021342</id><published>2010-11-26T15:18:00.001Z</published><updated>2010-11-26T15:20:17.813Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>A Cidade Inteligente</title><content type='html'>&lt;b&gt;Para assinalar o seu 30º aniversário, a AESE – Escola de Direcção e Negócios – reuniu cerca de 450 pessoas no Centro de Congressos do Estoril, em torno da discussão de um tema que, para além de actual, se torna cada vez mais urgente: a sustentabilidade e competitividade das cidades. Uma conferência que obriga à reflexão de temas vários e que já não podem ser negligenciados sob pena de fazermos das cidades locais esquecidos, anónimos e desprovidos de qualquer tipo de afectividade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;POR HELENA OLIVEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de três grandes painéis, e com oradores prestigiados, foram debatidos novos desafios, estratégias e conceitos em torno não só das questões da mobilidade – uma das áreas-chave desta temática -, mas também no que respeita às infra-estruturas e redes nas cidades do futuro, ao papel das tecnologias, de novas formas de negócio, sem esquecer as questões culturais e de inovação social que encontram terreno fértil neste novo conceito de urbanismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o director-geral da AESE, Professor José Ramalho Fontes, a fazer as honras de abertura, traçando o já longo percurso desta escola de excelência, o dia terminou, como também já é hábito na instituição, com uma brilhante prelecção do reconhecido Professor Raul Diniz sob o tema “o núcleo da cidade”(v.Caixa)  e que identificou o principal desafio da vida quotidiana como axiológico, ou seja, ao nível dos valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia repleto de ideias que, decerto, obrigou à reflexão de novos paradigmas que, obrigatoriamente, terão de ser incluídos na forma como pensamos e vivemos as cidades. O VER resume o essencial da conferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter um carro é comportamento do século passado&lt;br /&gt;Como não poderia deixar de ser, a questão das energias alternativas, as oportunidades de negócios, especificamente nas smart grids e o papel das tecnologias de informação e comunicação como fontes de inovação nas cidades, foi o tema escolhido para dar início ao primeiro painel. Respectivamente, Miguel Matias, presidente da Self Energy, Filipe Santos, da EDP e GBS Bindra, da Logica, traçaram as principais tendências de um mundo urbano que precisa de se soltar das amarras do carbono, de optar por novos comportamentos e, fundamentalmente, de inovar em termos de modelos de negócios que permitam outro tipo de vivências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão da mobilidade foi central no debate. Com uma apresentação a cargo de Hans Rat, secretário-geral da União Internacional de Transportes Públicos, com sede em Bruxelas, secundado pelo Professor do IST, Tiago Farias, um confesso céptico no que respeita à tão desejada mobilidade eléctrica, a questão dos hábitos pessoais e sociais adquiriu importância extrema nos temas abordados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma estimativa que aponta para que, em 2050, 84 por cento da população da União Europeia viva em centros urbanos, Hans Rat apelou à urgência de novos modelos de mobilidade e sustentabilidade. Para além dos benefícios óbvios inerentes à utilização de uma boa rede de transportes públicos, com ganhos visíveis em termos de eficiência energética e menor poluição, o responsável alertou igualmente para a necessidade de se usar, de forma mais eficaz, o espaço urbano e para os ganhos económicos de uma Europa que tem que optar entre a dependência do automóvel e a mobilidade sustentável. A título de exemplo e na Europa a 27, os operadores das redes de transportes públicos empregam 1 milhão e 200 mil pessoas e, face à conjuntura de crise actual, o reavivar de investimentos nesta área crucial tornou-se urgente depois de décadas de manifesta negligência destes desafios e oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frisando o enorme potencial de crescimento inerente ao sector dos transportes públicos, Hans Rat afirmou ainda que estão já em curso várias estratégias para duplicar a utilização destes meios de transporte até 2025. Para tal, a Europa terá de integrar serviços de life style como uma sedutora opção para os cidadãos. Rat escolheu Hong Kong e o Dubai como exemplos de uma nova cultura urbana, ilustrando o seu conceito a partir do que é feito por grandes marcas, como a Yves Saint Laurent ou a Gucci, que têm lojas nas estações de metro. O Japão foi também escolhido como exemplo desta nova cultura na medida em que, desde 1990, a venda de carros decresceu 45 por cento, em simultâneo com um aumento de população de 20 por cento, citando, por entre risos, uma frase de um japonês que, em tom irónico, afirma que “ter um carro é ‘tããããoooo’ século XX’”. Ou seja, modelos de carsharing, que existem já em várias cidades da Europa, ou até de bikesharing, poderão estar a definir uma mudança de comportamentos já em curso, com os jovens a sentirem-se “embaraçados” por terem um automóvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da sociedade individual para a sociedade da partilha&lt;br /&gt;Em Portugal, como sabemos, esta mudança de comportamentos parece ser como a procissão que ainda vai no adro. E uma ideia similar foi defendida por Tiago Farias, professor no IST, cuja apresentação se centrou, exactamente, na questão da mobilidade eléctrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o professor, o problema principal reside, precisamente, no automóvel. Não só porque gasta muito, polui muito, custa muito – em termos de tempo e dinheiro – mas porque continua a ser suficientemente barato para ser utilizado em massa. Apesar de ter referido que a situação começa a apresentar algumas mudanças, Tiago Farias assegura que “as pessoas continuam a querer carros” e que, apesar de menos poluente, o veículo eléctrico é “só” mais um veículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discursando sobre a necessidade de uma melhor gestão da mobilidade – que inclui não só a temática dos transportes públicos, o planeamento urbanístico, a questão dos estacionamentos e, por inerência, também a gestão dos espaços públicos, Tiago Farias afirma que está na altura de se mudar de uma sociedade individualista para uma de partilha, sublinhando também a necessidade de uma nova “inteligência sustentável”. Ou seja, inteligente e sustentável será o cidadão que, ao procurar uma residência, tenha em atenção a escolha do sítio, não só porque é agradável, mas levando também em linha de conta se esta se situa, por exemplo, perto de uma estação de metro ou comboio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor do IST chamou igualmente a atenção para um conjunto de questões que nem sempre são bem abordadas no que respeita ao tema da mobilidade eléctrica. Em primeiro lugar, foi você que pediu um carro eléctrico? Não. Pois não. Faz sentido? A infra-estrutura de suporte está disponível? Existe legislação adequada? Há clientes interessados? Quem ganha? Quem paga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As perguntas não são de resposta fácil, o que leva Tiago Farias a afirmar que o carro eléctrico é interessante, mas não é um milagre. É sustentável, mas não chega e não é a solução tão almejada. E, mais uma vez, a alteração comportamental tornar-se-á crucial nesta necessária mudança de paradigma. Por que nos deslocamos, como nos deslocamos e que regras aceitamos poderá ser um bom ponto de partida para reflexão, especialmente numa cidade como Lisboa que perdeu cerca de 30 por cento da sua população em 30 anos e na qual entram 400 mil carros por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto conhecedor do programa português de mobilidade eléctrica, denominado MOBI.E, o qual promete tornar-se num novo cluster ambicioso, com base numa rede integrada entre vários pontos existentes em território nacional e que junta, no alcançar do mesmo objectivo, empresas, universidades e institutos científicos, Tiago Farias volta a expressar as suas dúvidas. Previstos estão 687 postos de abastecimento para o veículo eléctrico em 2011, mesmo que os seus promotores estejam conscientes que não têm ainda clientes para tal. O modelo de negócio também ainda não foi especificamente explicitado, nem os early-adopters. Ou seja e em síntese, é necessário definir uma estratégia de mobilidade eléctrica urbana em que o veículo eléctrico pode constituir um complemento, mas não a solução e que coloca em dúvida se, realmente, possa vir a resolver um dos problemas mais gritantes das cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor do IST defende assim que este é um desafio significativo não só para o sector dos transportes públicos, mas também para os decisores e cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em tempo de debate, Hans Rat voltou a insistir na existência de um novo modelo de independência face ao significado do carro, mas admitiu também que, ao nível dos diferentes países da UE, correspondem níveis emocionais igualmente distintos. Se existem já muitos jovens em algumas cidades europeias que optam por diferentes formas de vida que não passam pela noção de propriedade de um carro, basta estar-se atento aos parques de estacionamento existentes em algumas universidades portugueses para afirmar que, por terras lusas, o carro é, e muito provavelmente continuará a ser, o meio de transporte por excelência dos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidades criativas e inteligentes&lt;br /&gt;A dimensão cultural na competitividade das cidades foi o tema da apresentação de Cristina Azevedo, uma das responsáveis da “Fundação Guimarães Capital Europeia da Cultura”. Começando por um caracterização das diversas realidades, negativas, que coabitam num mesmo espaço – desde a desigualdade, a exclusão social, a pobreza, o crime, o desemprego ou a degradação ambiental – Cristina Azevedo elege a inovação e criatividade como essencial a uma cidade do futuro. Focando as cidades “encolhidas”, esquecidas, com uma diversidade cultural sem uma matriz estabelecida e onde a disrupção na noção de identidade é cada vez mais clara, a responsável defende a noção de “cidade criativa” como uma forma de atrair e reter talentos, para além da necessidade de esta vir a ser encarada como um ecossistema. Para tal, contudo, é urgente que se estabeleça um novo contrato social, um método inovador de planificação estratégica, que se debruce sobre a forma como as pessoas podem pensar e agir criativamente nesses territórios. Crucial será também um novo enfoque no que respeita ao papel das infra-estruturas, no qual se favoreçam a experimentação e o risco e onde a estreita ligação entre ciência, arte e tecnologia possa inventar novas soluções para velhos problemas. E tudo isto dará origem a uma economia criativa, com benefícios óbvios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já António Pires Santos, da IBM, fez uma apresentação mais técnica ou, melhor dizendo, mais tecnológica, sobre a integração dos sistemas urbanos ou a importância dos sistemas informáticos para melhorar a qualidade de vida e a sustentabilidade das cidades. O conceito de cidade inteligente foi aprofundado pelo responsável para a Europa da área de Energy &amp; Utilities Business Solutions da IBM, tendo sido definido como uma interligação entre as infra-estruturas físicas, de TI e sociais, a par da própria infra-estrutura de negócio, para aumentar a inteligência colectiva da cidade. Sistemas inteligentes de gestão de água, energia, ambiente, em conjunto com uma gestão igualmente inteligente dos sistemas de transporte e da segurança pública permitem uma visão sobre a cidade muito mais integrada e eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promover a afectividade&lt;br /&gt;Visões díspares sobre a cidade enquanto espaço de inovação social foi o tema da apresentação de Diogo Vasconcelos, Distinguished Fellow da Cisco, que ofereceu à plateia uma volta ao mundo guiada pelas novas necessidades, ideias e mercados que estão já a ser implementados nestas “novas” cidades. Sublinhando que todas as soluções que normalmente se apresentam estão baseadas em modelos antigos, aquele que já foi apelidado como “o homem do Presidente” para o mundo digital, afirmou que todas as crises geram disrupções e podem abrir a chave para uma “nova era dourada”. Para o homem que afirma que “somos aquilo que partilhamos”, antes de mais nada, é necessário fazermos um ctrl+alt-delete , ou seja, um espécie de restart a tudo aquilo que nos habituámos a ter como certo e abordar a inovação de uma forma completamente inovadora, passe o pleonasmo, em que no centro desta não se encontram apenas os produtos, mas sim novas formas de gerar capital social e saber lidar com áreas como a saúde, especialmente no que respeita às doenças crónicas ou com o envelhecimento da população. Para Diogo Vasconcelos, a crise é igualmente uma oportunidade para se criar uma nova vaga de empreendedorismo na Europa. A ideia das cidades como desertos de afectividade, em que o multiculturalismo é a norma, tem de ser transformada para poder gerar mais capital social. Uma das formas é inverter o declínio da “rua” como um espaço público, restaurando-se relações de amizade e de vizinhança, tal como foi feito numa iniciativa que teve lugar em Londres, denominada “The Big Lunch” em que as pessoas convidaram os amigos e os amigos dos amigos para almoçarem na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão das emoções serem contagiosas e da influência, muito por causa das redes sociais, que os tais amigos e amigos dos amigos têm nas ideias, nas emoções, na saúde ou na política, ou seja, no comportamento geral, é algo a que se tem que dar uma obrigatória atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra ideia defendida por Diogo Vasconcelos prende-se com o aumento das plataformas de ajuda mútua – ou seja, a criação de redes sociais “privadas” com quem nos está mais próximo. Este conceito está ligado igualmente às comunidades futuras, ou seja, existem já inúmeras iniciativas em que, através da Internet, se criam, por exemplo, redes de ajuda local aos idosos. Ou se criam plataformas para ajudar os doentes de cancro. Ou se ajuda os seniores a resolverem problemas tão aparentemente simples como instalar uma câmara Web no computador “para conseguir falar com o meu neto”. Todas estas plataformas online de apoio social terão que ser uma realidade cada vez abrangente nas cidades que albergam tantos “anónimos” que, muitas vezes, vivem sozinhos e sem qualquer tipo de ajuda. Como afirmou, “o que leva à morte é a sensação de fardo e de inutilidade”, a integração de idosos em serviços à comunidade é, igualmente, uma tendência crescente em vários agregados urbanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O director da Cisco introduziu igualmente a urgência de se criar e experimentar novas formas de financiamento, as quais denominou como “títulos de impacto social”. Com base na premissa de que estamos a mudar de um Estado do bem-estar para uma sociedade do bem-estar, Diogo Vasconcelos deu um exemplo em que é o dinheiro do mercado e não o do Estado que pode resolver problemas sociais. Ou seja, se o problema X for minorado, o Estado paga, a estes investidores sociais, uma compensação em obrigações. Caso não o seja, não terá de pagar nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O responsável da Cisco alertou também para a necessidade de se “conhecer o outro”, para o denominado Diálogo das Civilizações. Defendendo que faltam canais para promover o entendimento com o outro, algo que não é um luxo, mas uma pré-condição para o diálogo, Diogo Vasconcelos falou do “Dialogue Café”, um projecto que lidera na Cisco e que já teve uma sessão em Portugal. A ideia é simples mas poderosa: com base na premissa que as pessoas têm mais em comum do que aquilo que as divide, dar-lhes a possibilidade de se “encontrarem” traduz-se na exploração de interesses comuns, no desencadear de colaborações e no estímulo de ideias sobre como enfrentar a(s) crise(s). Assim, o Dialogue Café é isso mesmo: uma mesa de café, um computador e ter-se o “outro” à nossa frente, criando-se janelas sobre mundos diferentes, a partir de espaços públicos do tipo “café”. Com o apoio das Nações Unidas para Aliança das Civilizações, os dois primeiros Dialogue Cafés abriram em finais de Maio último e em simultâneo, no Rio de Janeiro, na Universidade Cândido Mendes e em Lisboa, no Museu da Moda e do Design. Mas são várias as cidades que têm já “encomendado” este modelo e tão díspares como Amesterdão ou Telavive, ou Cairo e São Francisco. Para um diálogo e para cidades sem fronteiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.ver.pt/conteudos/verArtigo.aspx?id=1057&amp;a=Sustentabilidade"&gt;Portal VER&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8435623959946021342?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ver.pt/conteudos/verArtigo.aspx?id=1057&amp;a=Sustentabilidade' title='A Cidade Inteligente'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8435623959946021342/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8435623959946021342' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8435623959946021342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8435623959946021342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/11/cidade-inteligente.html' title='A Cidade Inteligente'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6020721469842147357</id><published>2010-11-15T13:15:00.001Z</published><updated>2010-11-15T13:16:21.609Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alerta Verde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Press Release'/><title type='text'>Energy for Smart Cities, 16 Novembro no Estoril</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.energy4smartcities.org/" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TOEyKbFOoxI/AAAAAAAAfZU/6lQDbfbPjQI/s320/Screen+shot+2010-11-15+at+13.13.46.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mais de 50% da população mundial e 70% da população da UE vive em cidades. Nas cidades convergem todos os recursos naturais: materiais, água, alimentos e energia. o acesso dos cidadãos ao bem-estar e as condições de criação de riqueza são confrontados hoje com a responsabilidade ambiental na utilização da energia, tendo em conta o aquecimento do planeta e as alterações climáticas. as exigências da sustentabilidade ambiental, social e económica interpelam o protagonismo das cidades na sua contribuição privilegiada para a consecução de um novo paradigma energético marcado pela eficiência energética e pelo uso das energias renováveis, limpas, dispersas e de proximidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6020721469842147357?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.energy4smartcities.org/' title='Energy for Smart Cities, 16 Novembro no Estoril'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6020721469842147357/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6020721469842147357' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6020721469842147357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6020721469842147357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/11/energy-for-smart-cities-16-novembro-no.html' title='Energy for Smart Cities, 16 Novembro no Estoril'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TOEyKbFOoxI/AAAAAAAAfZU/6lQDbfbPjQI/s72-c/Screen+shot+2010-11-15+at+13.13.46.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-4896987019447747864</id><published>2010-11-11T11:08:00.001Z</published><updated>2010-11-11T11:09:38.295Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade Familiar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><title type='text'>"O Sentido da Vida" por @ManuelForjaz</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3QhdXTVq1mI?fs=1&amp;amp;hl=en_US"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3QhdXTVq1mI?fs=1&amp;amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contributo de uma pessoa extraordinária que marcou o arranque do projecto Novos Povoadores na sua &lt;a href="http://novospovoadores.pt/projecto/genesis/index.html"&gt;primeira exposição pública&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-4896987019447747864?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/4896987019447747864/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=4896987019447747864' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4896987019447747864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/4896987019447747864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/11/o-sentido-da-vida-por-manuelforjaz.html' title='&quot;O Sentido da Vida&quot; por @ManuelForjaz'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6342280012315571461</id><published>2010-11-07T18:40:00.001Z</published><updated>2010-11-07T23:12:31.232Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><title type='text'>Inovar na educação</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VRi8_fXz1D8?fs=1&amp;amp;hl=en_US"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VRi8_fXz1D8?fs=1&amp;amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://diario2.com/os-sistemas-educativos-actuais-respondem-aos-desafios-do-futuro-3678"&gt;Diário 2&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6342280012315571461?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://diario2.com/os-sistemas-educativos-actuais-respondem-aos-desafios-do-futuro-3678' title='Inovar na educação'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6342280012315571461/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6342280012315571461' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6342280012315571461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6342280012315571461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/11/inovar-na-educacao.html' title='Inovar na educação'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5491382802260959059</id><published>2010-11-01T23:30:00.000Z</published><updated>2010-11-01T23:37:37.115Z</updated><title type='text'>Regresso ao Campo</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allownetworking="all" allowscriptaccess="always" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="streamer=rtmp://195.245.168.23/flv/RTPFiles&amp;amp;showdigits=true&amp;amp;bufferlength=1&amp;amp;controlbar=over&amp;amp;file=/videos/auto/rcampo/regressocampo_1_20100515.flv&amp;amp;image=http://img.rtp.pt/multimedia/screenshots/rcampo/regressocampo_1_20100515.jpg&amp;amp;autostart=false&amp;amp;showfsbutton=true" height="327" quality="high" src="http://tv1.rtp.pt/noticias/player.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é a vida dos neo-rurais portugueses? Porque se decide ir viver para o campo?... Um documentário de Paulo Silva Costa, na RTP1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Carvalho viveu onze anos em Londres. Teve êxito, mas fartou-se do frenesim citadino e dos horários das 9 às 5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Optou por uma existência mais simples. Veio viver com a mulher e o filho recém-nascido para uma casa abandonada que descobriu através da internet e que comprou na Benfeita, em Arganil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está a reconstruir a casa pelas suas próprias mãos. Só usa ferramentas manuais, e o mínimo de cimento ou de combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal é vegetariano. Por isso, quando chega a hora de almoço, a mulher, Claire, tem apenas de descer às hortas abandonadas mais próximas para colher a próxima refeição. Também já fizeram vinho e cinquenta litros de azeite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João desistiu propositadamente de uma vida com torradeiras e aquecimento eléctrico. Podia tê-la sem dificuldade, mas quer "viver com menos", como diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claire e João são um exemplo de um grupo de novos rurais com crescente implantação nalguns partes esquecidas de Portugal, como é o caso da serra da Lousã ou do barrocal algarvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros destes neo-rurais eram estrangeiros. Vinham de uma Europa Central então ameaçada por Chernobyl, à procura do últimos redutos naturais do Continente. Este movimento da populacão iniciou-se de resto já há décadas na Europa, mas só há pouco tempo ganhou alguma relevância social em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por cá, desde os anos quarenta do século passado que as migrações eram em direcção às cidades. Foi este êxodo rural que transformou Portugal num pais macrocéfalo, com um interior cada vez mais desertificado e a população concentrada no Litoral e sobretudo na área da Grande Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As pessoas abandonaram as áreas rurais e foram para as cidades à procura de trabalhos menos duros fisicamente, com remunerações mais elevadas ou pelo menos mais regulares, e à procura de melhores oportunidades para os filhos" - explica a geógrafa Teresa Alves, professora do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ir para a cidade era então visto como uma ascensão social, qualquer que fôsse a vida das pessoas lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mundo rural mudou muito nos últimos trinta anos. Os tractores substituiram o trabalho braçal, e os subsídios comunitários tornaram mais fácil viver no campo. Hoje em todo o lado há supermercados, a toda a parte se chega num instante graças às auto-estradas, e a internet tornou possível viver no campo mas trabalhar em funções que outrora só na cidade se podiam exercer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorizaram-se também socialmente modos de vida desprezados num passado recente. E iniciou-se outra migração interna, a mudança para o campo dos ex-citadinos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;amp;hl=en_GB&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Ffrederico.slucas%2Falbumid%2F5402038756286678289%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26authkey%3DGv1sRgCPCesfPk38CYzwE%26hl%3Den_GB" height="267" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, os geógrafos até já distinguem diferentes grupos destes "neo- rurais": há os que partem por motivação ecológica, os que na reforma regressam à terra natal, aqueles que se dedicam ao teletrabalho, e até os desempregados por causa da crise...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São algumas dessas pessoas que fizeram a opção de ir viver para o campo que o documentário vai encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contata-se que os novos rurais portugueses são muitas vezes os netos ou os filhos dos que partiram para as cidades no século passado. Querem mudar de vida, tal como os seus pais e avós, mas têm outros valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Valorizam o seu próprio tempo e modos de vida mais solidários" - conclui Teresa Alves - "e vão á procura de actividades em equilíbrio com a natureza. Também são pessoas que têm uma cultura de território, e que buscam um lugar específico onde possam ser felizes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um documentário de Paulo Silva Costa, com imagem de Rui Lima Matos, genérico de Pedro Cerqueira, edição de João Gama, sonorização de Luís Mateus e produção de João Barrigana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52 min, © RTP 2010&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5491382802260959059?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5491382802260959059/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5491382802260959059' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5491382802260959059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5491382802260959059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/11/regresso-ao-campo.html' title='Regresso ao Campo'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-7000615985622900797</id><published>2010-10-29T22:06:00.000+01:00</published><updated>2010-10-29T22:06:52.511+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia DNS'/><title type='text'>Quanto vale a Internet na economia portuguesa?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TMs3HMhqSQI/AAAAAAAAel0/dO4PIJbBVe4/s1600/maxim_office_park_ns160909_8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TMs3HMhqSQI/AAAAAAAAel0/dO4PIJbBVe4/s400/maxim_office_park_ns160909_8.jpg" width="345" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Um estudo realizado para aferir o peso da Internet na economia britânica, divulgado ontem, integra alguns dados também em relação a Portugal, que permitem perceber o posicionamento do país num ranking de 28 Estados, membros da OCDE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa tabela global que resume o nível de impacto da Internet na economia dos países (e-Intensity Índex) Portugal surge na 23ª posição. Neste ranking, onde entram em linha de conta o peso do comércio electrónico e dos diversos serviços online geradores de valor, foram avaliados três indicadores principais: Capacidade; despesa e compromisso, associado à Internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal surge nos três indicadores na segunda metade da tabela, sendo 20º na tabela que mede a capacidade (Enablement), onde se procura dar resposta à questão: Quão bem construída está a infra-estrutura de Internet e quão disponível é o seu acesso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que se refere à despesa - onde se responde à pergunta: quanto gastam os consumidores e empresas no e-commerce e publicidade online? - Portugal é o 24º da tabela e no Compromisso (Engagement) apresenta-se na 22ª posição. Para apurar este indicador os autores do estudo procuraram responder à questão: com que empenho está o governo, cidadãos e empresas a abraçar a Internet? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo central do &lt;a href="http://www.connectedkingdom.co.uk/downloads/bcg-the-connected-kingdom-oct-10.pdf"&gt;estudo&lt;/a&gt; era medir o impacto da Internet na economia do Reino Unido. As conclusões da pesquisa, conduzida pelo &lt;a href="http://www.bcg.com/"&gt;Boston Consulting Group&lt;/a&gt; a pedido da Google UK, revelam que a Internet deu em 2009 um contributo de 100 mil milhões de libras para economia britânica o que representa 7,2 por cento do PIB. O impacto atribuído à Internet para a economia do país fica assim acima do assegurado por sectores tradicionais como a construção, os transportes ou as utilities.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/quanto_vale_a_internet_na_economia_portuguesa_1102677.html"&gt;Tek.Sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-7000615985622900797?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/quanto_vale_a_internet_na_economia_portuguesa_1102677.html' title='Quanto vale a Internet na economia portuguesa?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/7000615985622900797/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=7000615985622900797' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7000615985622900797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/7000615985622900797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/quanto-vale-internet-na-economia.html' title='Quanto vale a Internet na economia portuguesa?'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TMs3HMhqSQI/AAAAAAAAel0/dO4PIJbBVe4/s72-c/maxim_office_park_ns160909_8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8538086454032116612</id><published>2010-10-29T16:20:00.001+01:00</published><updated>2010-10-29T16:21:56.972+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>TED Kiran Bir Sethi: Como ensinar às crianças o poder de cada uma delas</title><content type='html'>&lt;span id="texto"&gt;Mais do que ensinar conhecimentos teóricos de  matemática, inglês e ciências, a verdadeira educação deve ser capaz de  transformar alunos, professores, escolas, cidades e até países inteiros.  Esse é o objetivo da fundadora e diretora da &lt;a href="http://www.schoolriverside.com/" target="_blank"&gt;Riverside School&lt;/a&gt;, Kiran Bir Sethi: “infectar” a todos com o vírus do “eu posso”.&lt;br /&gt;Em  sua palestra no TED ela conta que foi infectada quando tinha 17 anos e  sentiu a confiança depositada nela por seus professores de faculdade. “E  eu fiquei impressionada com aquela sensação tão maravilhosa, e quão  contagioso esse sentimento era. Eu também percebi que eu deveria ter  sido infectada quando tinha sete anos.”&lt;br /&gt;Quando começou com a  escola Riverside, há 10 anos, Kiran descobriu que se o aprendizado  estiver incorporado no contexto do mundo real, as crianças passarão por  uma jornada de conscientização capaz de fazer com que elas vejam as  mudanças e sejam mudadas por elas. Com isso, elas estarão capacitadas  para conduzirem as próximas transformações.&lt;br /&gt;Com isso em mente,  ela começou uma série de trabalhos com as crianças, primeiro da escola,  depois da cidade, depois de toda a nação, para reduzir as distâncias  entre a teoria e o mundo real e espalhar o vírus do “eu posso”. O  resultado pode ser visto não apenas no comportamento das crianças, como  também nas notas – que estavam acima das melhores escolas da Índia.&lt;br /&gt;Após  citar os exemplos de ações que comprovaram sua teoria, Kiran lembra aos  ouvintes do poder inspirador das mudanças e cita o exemplo de Gandhi,  que mesmo sozinho conseguiu infectar uma nação inteira com o vírus do  “nós podemos”.&lt;br /&gt;Confira a palestra na íntegra (para ver com legenda em português, selecione a opção ao lado do &lt;i&gt;play&lt;/i&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="326" width="446"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/KiranBirSethi_2009I-medium.flv&amp;amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/KiranBirSethi-2009I.embed_thumbnail.jpg&amp;amp;vw=432&amp;amp;vh=240&amp;amp;ap=0&amp;amp;ti=735&amp;amp;introDuration=15330&amp;amp;adDuration=4000&amp;amp;postAdDuration=830&amp;amp;adKeys=talk=kiran_bir_sethi_teaches_kids_to_take_charge;year=2009;theme=the_creative_spark;theme=how_we_learn;theme=a_taste_of_tedindia;theme=rethinking_poverty;event=TEDIndia+2009;&amp;amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/KiranBirSethi_2009I-medium.flv&amp;amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/KiranBirSethi-2009I.embed_thumbnail.jpg&amp;amp;vw=432&amp;amp;vh=240&amp;amp;ap=0&amp;amp;ti=735&amp;amp;introDuration=15330&amp;amp;adDuration=4000&amp;amp;postAdDuration=830&amp;amp;adKeys=talk=kiran_bir_sethi_teaches_kids_to_take_charge;year=2009;theme=the_creative_spark;theme=how_we_learn;theme=a_taste_of_tedindia;theme=rethinking_poverty;event=TEDIndia+2009;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/ted-kiran-bir-sethi-como-ensina-as-criancas-o"&gt;EcoDesenvolvimento&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-8538086454032116612?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/ted-kiran-bir-sethi-como-ensina-as-criancas-o' title='TED Kiran Bir Sethi: Como ensinar às crianças o poder de cada uma delas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/8538086454032116612/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=8538086454032116612' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8538086454032116612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/8538086454032116612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/ted-kiran-bir-sethi-como-ensinar-as.html' title='TED Kiran Bir Sethi: Como ensinar às crianças o poder de cada uma delas'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-3320995527557212503</id><published>2010-10-28T16:11:00.005+01:00</published><updated>2010-10-29T10:12:09.181+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Êxodo Urbano'/><title type='text'>Mudar de vida. Trocar o trabalho na cidade pela vida rural</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TMmR9JIFV2I/AAAAAAAAelc/Ufwa8k9voDk/s1600/0000223776.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TMmR9JIFV2I/AAAAAAAAelc/Ufwa8k9voDk/s320/0000223776.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Começamos a fazer um furo para procurar petróleo, chegamos a dois quilómetros de profundidade e nada, escavamos mais, passamos os quatro, cinco quilómetros e nada. Outra pessoa chega, abre um furo uns metros ao lado e encontra-o quase à superfície." A imagem ilustra a reposta de Nuno Ribeiro, 44 anos, quando lhe perguntam "Como é que ninguém pensou isso antes?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Designer de comunicação, depois de 17 anos ligado a um projecto que ajudou a fundar - a ETIC (Escola Técnica de Imagem e Comunicação), em Lisboa - decidiu arriscar e fundou o GIZ, um centro de formação com sede na aldeia de Pedralva, concelho de Vila do Bispo. Cortou com a vida na cidade, onde sempre tinha vivido, e trocou-a por outra bastante mais tranquila, com a mulher e o filho de dez anos. "Foi consensual, estávamos fartos da selva urbana." Já lá vão quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu projecto oferece uma série de cursos que podem ir da fotografia à escrita criativa. Demasiado à frente para uma área mais ou menos recôndita no sudoeste do país? Talvez não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados dividem-se entre os hóspedes da aldeia turística de Pedralva e a população circundante, que não tinha acesso a este tipo de serviços. "Lembro- -me da reacção de miúdos que pegaram pela primeira vez em câmaras", conta, "é reconfortante". Após este primeiro passo na região algarvia, Nuno está também à frente do novo pólo da ETIC, em Portimão. A quem tenha um projecto inovador, aconselha: "Não há que ter medo. A maioria dos obstáculos que as pessoas põem ao viver fora da cidade são fantasmas para se desculpabilizar a si próprias."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;apontar Se pensa em investir numa carreira em áreas rurais, há sectores em que a aposta é quase certamente ganha. O turismo rural é uma delas e, a avaliar pelo crescimento, tem sido motivo de migração de muitos portugueses. Palmira Amorim de Sousa e Manuel da Nave Soares são disso exemplo. "Levanto-me e ajudo no pequeno-almoço: preparo doces caseiros, compro o pão, etc. Depois começo a gestão dos quartos, lavandaria, manutenção da piscina, do jardim... Nada é monótono, há sempre imensa coisa para fazer." O dia-a-dia de Palmira ainda se divide entre estas tarefas e o cargo de professora de Educação Visual numa escola em Lisboa. Mas isso acabará quando conseguir a reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palmira e Manuel conheceram a Quinta dos 4 Lagares por um anúncio no jornal. O sonho de abrir e gerir pessoalmente uma unidade de turismo rural realizou-se dez anos depois. O tempo de espera foi preenchido com projectos arquitectónicos e obras de recuperação. "É um processo demorado - pelos casos que conhecemos, oito ou nove anos - e que implica um grande investimento", explica Palmira. Se valeu a pena? "Sim, sobretudo pela qualidade de vida." Quando chegaram não conheciam ninguém. "Hoje, os vizinhos dão-me feijão, tomate, batatas", conta. "Poder chegar à janela e ver ovelhas a pastar é uma vida completamente diferente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já há 25 anos, António e Ana Maria Pinto Ribeiro embarcaram no mesmo sentido. Uma hospedeira da TAP e um engenheiro mecânico deixaram a cidade do Porto, instalando-se definitivamente numa antiga propriedade da família, a Casa de Santo António de Britiande, no concelho de Lamego. O objectivo era dar os primeiros passos no sector do turismo. Hoje, para além do turismo de habitação, têm propriedades agrícolas e produzem vinho e azeite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1985, muita coisa mudou. "No início estávamos muito limitados a nível de vias de comunicação. Ir até Vila Real, Viseu ou Porto [as cidades mais próximas] era difícil. Não havia cinema. O teatro era pouco. A assistência médica nunca foi problema, mas também não era a melhor." Para quem estava habituado à vida na cidade, faltava, por exemplo, oferta de bons restaurantes. "Hoje já há um pouco de tudo, com grande qualidade", e os acessos a cidades maiores estão facilitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há uma geração mais nova, entre os 30 e os 40 anos, que se está a instalar na região. A maior parte na área da agricultura", garante António, justificando o movimento com a UTAD [Universidade de Trás--os-Montes e Alto Douro] mas também com as empresas que vão surgindo e que têm necessidade de técnicos qualificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;extremo Tomás Pracana tem 25 anos e vive desde Abril em Vila de Rei. "Vim com uns amigos que têm aqui família, encontrei uma casa com renda barata e fiquei." Neste momento, está a construir a sua própria casa num terreno e prepara-se para viver numa caravana enquanto não a termina. Viver numa pequena vila no centro interior de Portugal é o culminar de um percurso que passou por cenários tão distintos como Dinamarca, Luxemburgo, França e Alemanha. "O ideal seria viver puramente da agricultura", conta, para explicar o propósito da sua mudança. "Mas quem não ganha dinheiro não é bem visto, nem mesmo aqui", e por isso continua a trabalhar na área da animação com a ajuda da ligação à internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirou o curso de Multimédia em Lisboa e portanto sabe como funciona a vida na cidade. "É um ciclo. A própria maneira como a cidade está construída gera problemas", o que o leva a nem pensar em voltar. A auto-sustentabilidade acaba por ser mais fácil assim, defende: há uma série de gastos que se eliminam automaticamente. "Se planto para consumo próprio, a qualidade do que como é maior, e estou menos vezes doente, logo não vou tanto ao médico." O seu caso é o exemplo mais radical de que independentemente da razão - ecológica ou económica, criativa ou vulgar -, a fuga da cidade é, acima de tudo, uma mudança de atitude. "O melhor de tudo é ligar o rádio de manhã, ouvir os problemas no trânsito e respirar fundo", brinca Nuno Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in ionline&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-3320995527557212503?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ionline.pt/conteudo/85577-mudar-vida-trocar-o-trabalho-na-cidade-pela-vida-rural' title='Mudar de vida. Trocar o trabalho na cidade pela vida rural'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/3320995527557212503/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=3320995527557212503' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3320995527557212503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/3320995527557212503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/mudar-de-vida-trocar-o-trabalho-na.html' title='Mudar de vida. Trocar o trabalho na cidade pela vida rural'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TMmR9JIFV2I/AAAAAAAAelc/Ufwa8k9voDk/s72-c/0000223776.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-6100319064699936877</id><published>2010-10-26T18:24:00.000+01:00</published><updated>2010-10-26T18:24:19.376+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Local'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Êxodo Urbano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Crise que se transforma em Oportunidade'/><title type='text'>The shrinking city: Detroit considers concentrating growth, letting vacant areas go rural</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TJ8a0YvsiOI/AAAAAAAAcrU/Y3VDchnMc0k/s1600/IMG_1938.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TJ8a0YvsiOI/AAAAAAAAcrU/Y3VDchnMc0k/s200/IMG_1938.JPG" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Resources may be focused along a light-rail line and on downtown, Midtown, and the better-positioned neighborhoods.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mayor Dave Bing launched a community outreach process in September that will probably result in a plan for returning parts of Detroit to almost rural conditions.&lt;br /&gt;By some estimates, 40 square miles of the 139-square-mile Motor City currently lie vacant. Roughly 33,000 houses reportedly stand empty, and 91,000 residential lots are unoccupied. Once the nation’s fifth-largest city, home to 1,849,568 people at its peak in 1950, Detroit is now down, by one count, to fewer than 800,000 inhabitants.&lt;br /&gt;With Michigan’s auto industry stripped of its former muscle, many believe Detroit must concentrate its resources and population in fewer, well-chosen places — and encourage some of the semi-abandoned areas to revert to farm fields or nature. The test of how far Detroit goes in that direction will be a new city vision — a strategy for “right-sizing” Detroit — scheduled to be released in December 2011.&lt;br /&gt;In recent months, debate among those with extensive knowledge of Detroit’s situation has favored strengthening the urban qualities of downtown, Midtown — where institutions like the Detroit Institute of Art and Wayne State University are clustered — and other districts that have mostly remained stable.&lt;br /&gt;Midtown, north of downtown, has experienced an influx of young people, artists, and others in recent years as old buildings have been converted to lofts, and other housing has been built from scratch. In all, 3,500 dwellings have been created in Midtown in the past decade, says Mark Nickita, principal of Archive Design Studio, a Detroit architecture and urban design firm. Restaurants, cafes, and music venues have flourished in part because Wayne State, with more than 30,000 students, functions as a permanent anchor, making Midtown one of the most stimulating sections of the city.&lt;br /&gt;“Midtown is going to be a dense area, especially once we get light rail down Woodward Avenue,” says Samuel Butler, who co-chaired the Futures Task Force of Community Development Advocates of Detroit — a group that in late 2008 began devising ideas to “reinvent” the city.&lt;br /&gt;Leaders in government and the private sector succeeded this year in winning a $25 million federal TIGER grant to build an initial 3.4-mile segment of the Woodward Light Rail Line. That sum, when combined with approximately $125 million already raised from philanthropic sources, should make it possible to begin construction within the next two to three years on the segment from the Detroit River through downtown and Midtown to West Grand Boulevard.&lt;br /&gt;If additional funds are secured, a second phase, extending the line to Eight Mile Road (for a total length of 9.3 miles) could be operating by 2016. The full line is estimated to cost $450 to $500 million, much of which would have to come from the Federal Transit Administration.&lt;br /&gt;Andre Brumfield, director of urban design and planning at the Chicago office of the design firm AECOM, led a team looking at how to transform the Northend neighborhood, a distressed area that would be served by the light-rail line. “The new neighborhood plan calls for high-density, mixed-use development oriented around [Northend’s] three transit stations,” Brumfield explained in Model D, a Detroit online periodical.&lt;br /&gt;Northend’s housing would include townhouses and three-story walk-ups, which could have retail on the ground floor. “The area will also include new community parks, space for high-tech or light industrial businesses, and some land for urban agriculture,” said Brumfield. “It’s a big transformation for an area that was historically dominated by the single-family home.”&lt;br /&gt;Nickita sees Eastern Market, a produce market whose historic sheds have been restored, as another focal point of Detroit’s future urban life, benefiting from the surge of interest in “Detroit-grown” agricultural products. Hundreds of community gardens have been established in the city in the past few years.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dying neighborhoods, tomorrow’s farms?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;There has been talk about offering incentives to entice the remaining residents of largely abandoned areas to move into denser neighborhoods, where they would enjoy access to a greater range of nearby services and might feel safer because of more neighbors and more eyes on the street.&lt;br /&gt;It has been suggested that hold-outs might be forcibly relocated — an idea repeated many times by the news media. However, forcing people to leave their homes — except in the case of dangerous code violations — seems unlikely. Memories of the urban renewal’s dislocations remain too painful, especially in a city where at least 76 percent of the population is African-American.&lt;br /&gt;Certainly some deteriorated neighborhoods will lose their last vestiges of urbanism. Mayor Bing has pledged to demolish 3,000 empty residential buildings by the end of this year and to raze a total of 10,000 over four years — a big jump from recent years.&lt;br /&gt;Some of the cleared land could be turned into individual or community gardens, parks, recreation areas, or, in more extreme cases, assembled into tracts large enough for commercial farming.&lt;br /&gt;Businessman John Hantz, who built up a financial holding company called Hantz Group, in nearby Southfield, has in the past two years established a company called Hantz Farms LLC with the intention of creating in Detroit “the largest urban farm in the world.”&lt;br /&gt;Hantz says he will spend up to $30 million on his farming venture. He dismissed some competing ideas for the use of empty land, telling an interviewer, “If you turn it over to parks and recreation, you add costs to an overburdened city government that can’t afford to teach its children, police its streets, or maintain the infrastructure it already has.”&lt;br /&gt;In late September, Michael Score, president of Hantz Farms, told an architects’ gathering that the company is working at assembling 120 acres — the size of tract the company believes is needed to make a farm profitable. Acquiring clear title to such a large contiguous expanse of urban land has proven to be a challenge, but Score said the farm can work around hold-out properties, just as farms in rural areas work around scattered buildings in the landscape.&lt;br /&gt;The company is considering a variety of things to plant, including Christmas trees and an apple orchard. Score has said the company would deploy the latest in farm technology, such as compost-heated greenhouses and hydroponic and aeroponic growing systems.&lt;br /&gt;It’s possible that farms and gardens will be merely a holding stage, until more lucrative or job-generating use of vacant land turns up — factories, for example.&lt;br /&gt;“I don’t think urban agriculture is the silver bullet,” says Butler, who is now working with a committee that’s fleshing out Community Development Advocates’ vision of the future. Even if the persistent problem of pollution of the land is overcome — many urban gardens have to use raised beds filled with new soil — “urban agriculture isn’t going to produce the jobs,” Butler says. “I’m not convinced it’s going to give Detroit an economic advantage. We need to compete with other post-industrial cities around the nation, like Cleveland.”&lt;br /&gt;Urban and community gardening seems mostly to excite educated white people, Butler observes, while African-Americans, many of whose grandparents were sharecroppers, are often not eager to get into farming.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Shrinking a city’s costs&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A leading reason why cities talk about “shrinking” is that they can no longer afford all the things they’ve customarily paid for. If large areas become uninhabited or very lightly populated, a number of expenses can be reduced.&lt;br /&gt;“A road that gets very little traffic doesn’t need the same kind of paving,” says Margaret Dewar, a University of Michigan planning professor. “It may not need curbs.”&lt;br /&gt;Where residents are sparse, garbage collection could be done in one run — down just one side of the street, saving a trip, Dewar says. “Maybe you have to wheel your garbage to the end of your street,” where, she hypothesizes, the block’s garbage could be collected from a single location. If an area were largely emptied of residents, it might be possible to cut off water and sewer service — and have any stragglers convert to wells and septic tanks.&lt;br /&gt;“It’s possible to scale down police, fire, garbage hauls,” says Hunter Morrison, longtime planning director for Cleveland before he accepted a position as Youngstown State University’s liaison to the City of Youngstown on development issues. Other operations are more difficult to reduce effectively. Open land requires basic maintenance “unless you plant wildflowers,” Morrison says.&lt;br /&gt;“Some systems are not paid for by the city at all,” he points out. “The gas lines are operated by the gas company, so you’re not saving the city money” by having them removed.&lt;br /&gt;With one-third of Detroit’s population living in poverty, quite a few residents don’t have cars. Partly because of that, Nickita’s firm produced a plan for a “nonmotorized transportation network” that bicyclists and others can use to get from place to place, separate from the streets.&lt;br /&gt;A 1.35-mile segment of that network, the Dequindre Cut Greenway, opened in May 2009, featuring a 20-foot-wide paved pathway with separate lanes for cyclists and pedestrians. It runs below grade on the former right-of-way of the Grand Trunk Railroad. Splashed on some of the remaining structures along its route is graffiti, regarded by some as urban art. “All the overpasses are sort of ruined,” Nickita acknowledges. A shrinking city has its own aesthetic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://newurbannetwork.com/article/shrinking-city-detroit-considers-concentrating-growth-letting-vacant-areas-go-rural-13419"&gt;New Urban Network&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-6100319064699936877?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://newurbannetwork.com/article/shrinking-city-detroit-considers-concentrating-growth-letting-vacant-areas-go-rural-13419' title='The shrinking city: Detroit considers concentrating growth, letting vacant areas go rural'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/6100319064699936877/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=6100319064699936877' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6100319064699936877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/6100319064699936877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/shrinking-city-detroit-considers.html' title='The shrinking city: Detroit considers concentrating growth, letting vacant areas go rural'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TJ8a0YvsiOI/AAAAAAAAcrU/Y3VDchnMc0k/s72-c/IMG_1938.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5852718409594656150</id><published>2010-10-16T21:51:00.001+01:00</published><updated>2010-10-16T21:52:58.914+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EN'/><title type='text'>Business by the Sea</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;div style="width:425px" id="__ss_5462040"&gt;&lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/fredericolucas/portugal-5462040" title=""&gt;Portugal&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object id="__sse5462040" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=portugalcostanegociosingles-101016154226-phpapp02&amp;stripped_title=portugal-5462040&amp;userName=fredericolucas" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed name="__sse5462040" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=portugalcostanegociosingles-101016154226-phpapp02&amp;stripped_title=portugal-5462040&amp;userName=fredericolucas" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/fredericolucas"&gt;Frederico Lucas&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5852718409594656150?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5852718409594656150/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5852718409594656150' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5852718409594656150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5852718409594656150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/business-by-sea.html' title='Business by the Sea'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5872611582575586763</id><published>2010-10-11T14:58:00.001+01:00</published><updated>2010-10-11T15:02:24.616+01:00</updated><title type='text'>Mark Zuckerberg. O senhor Facebook nasceu para ser líder</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TLMYuUuv0xI/AAAAAAAAeYw/nm2dyT0dNrk/s1600/0000214027.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 480px; height: 319px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TLMYuUuv0xI/AAAAAAAAeYw/nm2dyT0dNrk/s400/0000214027.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526788351831560978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O criador do site mais visitado nos Estados Unidos assumiu desde o início o controlo da empresa. O segredo do seu sucesso resume-se a uma palavra: liderança&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Julho de 2006, um miúdo de 22 anos encontrou-se com o veterano Terry Semel, CEO da mítica Yahoo!, para discutir a venda da sua pequena start-up. Semel ofereceu-lhe mil milhões de dólares (750 milhões de euros) pela rede social só para estudantes que tinha criado dois anos antes. Primeiro o miúdo de 22 anos disse que sim, mas o acordo era apenas verbal. Quando Semel baixou a oferta para 600 milhões e depois voltou a subi-la, o miúdo pensou duas vezes e voltou atrás. Afinal não. Não queria vender a sua pequena start-up por uns impressionantes mil milhões de dólares. Esse miúdo era Mark Zuckerberg e essa rede era o Facebook. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém queria acreditar no que ele tinha feito; as críticas choveram de todos os lados. Chamaram-lhe de tudo - de presunçoso para baixo. Era de loucos que alguém com 22 anos batesse a porta na cara a um magnata que lhe oferecia mil milhões de dólares. Mas Zuckerberg tinha uma visão muito concreta do que queria para o Facebook e nenhum outro saberia executá-la como ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na altura, o Facebook estava limitado à comunidade estudantil e tinha apenas sete milhões de utilizadores. Hoje, quatro anos depois, ultrapassa os 500 milhões de utilizadores e já é o site mais visitado nos EUA - passou o Google em Agosto. Neste momento, os investidores avaliam o Facebook em nada menos do que 33,7 mil milhões de dólares (25,2 mil milhões de euros). Quem é que é presunçoso agora? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceber como Zuckerberg fez isto é fascinante. É certo que a rede social foi recebendo generosas injecções de capital nos anos seguintes, incluindo a entrada de 240 milhões de dólares da Microsoft, que comprou 1% da empresa em 2007. Mas tudo se resume a uma palavra: liderança. Zuckerberg, que fundou o Facebook quando tinha 20 anos, é um líder nato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que fizeram os criadores da Google, que entregaram a direcção executiva da empresa a uma pessoa de fora, Zuckerberg assumiu desde o início o controlo da empresa, seguindo um modelo "à la" Bill Gates na Microsoft. Tudo o que acontece de novo no Facebook vem da sua cabeça ou passa pelo seu crivo. Ao longo dos últimos anos, tem cometido vários erros que lhe podiam ter custado caro - mas veio sempre assumir a responsabilidade e controlar os danos. Pessoalmente. Como qualquer líder faria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua característica mais valiosa? Saber rodear-se dos melhores entre os melhores de Silicon Valley. É impossível contar pelos dedos das mãos a quantidade de executivos que foi buscar à Google, a rainha dos motores de busca, onde toda a gente quer trabalhar - ou queria. Para começar, conseguiu convencer Shely Sandberg a deixar a Google e a tornar-se número dois do Facebook - feito que realizou durante uma festa de Natal e, mais tarde, nas pausas para café no Fórum Económico Mundial em Davos. Um CEO de 23 anos a convencer uma veterana de 38 a colaborar com ele só pode ter sido delicioso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá para cá, foi uma sangria total. As contratações cirúrgicas seleccionaram os melhores de empresas como a Yahoo!, Genentech, Mozilla, Bebo, Microsoft, além do regulador de telecomunicações FTC e de um antigo conselheiro da Casa Branca. Até o melhor cozinheiro da Google, Josef Desimone, Zuckerberg foi buscar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.ionline.pt/conteudo/80355-mark-zuckerberg-o-senhor-facebook-nasceu-ser-lider"&gt;ionline&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5872611582575586763?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ionline.pt/conteudo/80355-mark-zuckerberg-o-senhor-facebook-nasceu-ser-lider' title='Mark Zuckerberg. O senhor Facebook nasceu para ser líder'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5872611582575586763/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5872611582575586763' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5872611582575586763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5872611582575586763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/mark-zuckerberg-o-senhor-facebook.html' title='Mark Zuckerberg. O senhor Facebook nasceu para ser líder'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TLMYuUuv0xI/AAAAAAAAeYw/nm2dyT0dNrk/s72-c/0000214027.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-61237777923327091</id><published>2010-10-07T16:16:00.002+01:00</published><updated>2010-10-07T16:28:37.224+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><title type='text'>Home Based Jobs</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TK3nBdxw9OI/AAAAAAAAeX4/mfp2MvU4XVk/s1600/022009_office6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 480px; height: 399px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TK3nBdxw9OI/AAAAAAAAeX4/mfp2MvU4XVk/s400/022009_office6.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525326330212709602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Till a little over five years ago, unemployment was a major problem, not only in India, but the world over. It became a global phenomenon; and what increased this problem was the number of companies' suddenly shutting shop, leaving even more people unemployed. For this reason, skilled labor was ready to take up unskilled, low-paying jobs just so that they could earn at least their daily bread and butter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But then with time things began to change for the better. And, at this point it seems as if the unemployment rate is almost reversed, with an increasing number of opportunities. This is all the more the scenario in India, where almost every household has at least one member employed, if not all adult members of the family. And the best part is that employment does not imply going to an office, but being at home and earning very well.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interestingly, the number of women being employed is increasing by the day. This is because of the number of home based jobs. There are a large number of companies that are employing people to work from home.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is not only a trend with international companies that prefer Indian labor, because of the cost effectiveness; but even Indian companies ask their staff to come in two to three times a week and the rest of the days to complete their work from home. This way infrastructure costs decrease and they feel their staff will meet more targets.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The reason why home based jobs are on an increase is because of the connectivity. Now because internet and phone connectivity is so wide spread, whether working at home or in the office it hardly makes a difference. In fact, for women it is a blessing in disguise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apart from writers, journalists, editors there are myriads of others who can gain from such opportunities. There are profitable home based internet businesses of various kinds. These could include marketing and conducting research via the internet, designing sites and web pages, and the like. The opportunities are plenty. It just calls for some patience and perseverance to gain maximum opportunities.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Another advantage of taking up home based jobs, is that at one go one can take up multiple tasks. This would obviously increase the earning capacity of the individual. Some people have actually expanded to an extent where they have set up small time business infrastructure and outsource work to others, on a profit sharing basis or a contractual basis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, while taking up any assignments or setting up a business to provide home based work to others, it is essential to take into account all legalities. Especially now when the tax department has raised its antennas. Ideally, set up legitimate home based businesses and also take up assignments from companies that have some legal binding. Check the credentials of the hiring company to prevent any kind of possible problems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For those who are ambitious to set up their own businesses at home, there is a huge treasure trove out there, as far as opportunities are concerned. Its all about going out there and making the most of the successful home based business ideas that are floating all over the place.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.homebasedjobs.in/"&gt;http://www.homebasedjobs.in/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-61237777923327091?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/61237777923327091/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=61237777923327091' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/61237777923327091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/61237777923327091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/home-based-jobs.html' title='Home Based Jobs'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TK3nBdxw9OI/AAAAAAAAeX4/mfp2MvU4XVk/s72-c/022009_office6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-2754040899570264628</id><published>2010-10-06T10:00:00.002+01:00</published><updated>2010-10-06T10:05:36.983+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Adeus Conhecimento! Olá Criatividade! por @jabaldaia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKw7szfyOKI/AAAAAAAAeWo/mypS9daug0o/s1600/living_lab.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 262px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKw7szfyOKI/AAAAAAAAeWo/mypS9daug0o/s400/living_lab.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5524856483800561826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A humanidade tem uma determinada quantidade de conhecimentos à sua disposição, mas nem toda a gente o possui. O conhecimento possui qualidades diferentes e conforme a dosagem, da sua aquisição ou internalização, é tomado em grandes quantidades ou pequenas quantidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto faz-me lembrar que uma das primeiras características da materialidade é que a matéria é sempre limitada, ou seja, a quantidade de matéria, num determinado local e em determinadas condições, é limitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso há duas questões que coloco em termos de provocação de pensamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O conhecimento não pode pertencer a todos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O conhecimento não pode, sequer, pertencer a muitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento “complexo”, corrente e a adquirir, aumenta todos os dias e são exigidas novas competências a nível pessoal, aos grupos e às organizações. Estes níveis de competência são alterados à medida que a dificuldade e a complexidade aumentam e exigem capacidade de combinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, segundo Gary Hamel, “num mundo do conhecimento como produto, o retorno vai para as empresas que podem produzir conhecimento não standard. O sucesso aqui é medido pelo lucro por empregado, ajustado pela intensidade de capital. O lucro da Apple, per capita, é significativamente maior do que seus principais concorrentes, assim como é o rácio de lucros da empresa para o imobilizado líquido.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na procura desse conhecimento que não é o padrão, emerge a criatividade como vantagem de diferenciação. O conhecimento produzido pelas empresas como foi o caso da Apple, facilmente é transferido com facilidade para a concorrência, provocando uma nova necessidade: Criar e voltar a criar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Face à grande variedade de informação disponibilizada pelas redes exteriores às empresas, aumenta a dificuldade na tomada de decisão e a avaliação da qualidade e sustentabilidade da informação torna-se mais complexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As consequências são um alargamento de competências gerais e uma dependência de peritos ou especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa razão e dada a natureza da impossibilidade de retenção exclusiva dessa informação as empresas têm de encontrar outros caminhos que, necessáriamente passam pela criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reinado da gestão do conhecimento, tal como ele era até há pouco tempo está em extinção. O novo reinado será da combinação do conhecimento com a criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso construir um clima de trabalho, que acolha atributos como a paixão e a criatividade, dentro das organizações. É preciso uma mudança fundamental nos modelos mentais dos responsáveis dentro das organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentar a complexidade num ambiente aberto e dinâmico, como temos hoje, exige um desenvolvimento excepcional de flexibilidade e adaptabilidade dos indivíduos e organizações. Estamos perante um cenário de desenvolvimento de competências e de crescimento de intensidade do conhecimento e que ao mesmo tempo exige um lugar de destaque para a criatividade e a inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num sistema complexo e envolvente de conhecimento intensivo, os agentes que nele participam têm não só de aprender, como também de aprender a aprender e sobretudo a adaptar-se e a criar algo de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa que por vezes, estamos a superar a nossa capacidade de adaptação e permanecemos resistentes às mudanças dos mercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crescente intensidade do conhecimento na nossa vida, é expressa na passagem do poder físico e destreza para o processamento e avaliação de ideias, da manipulação de materiais para os símbolos, da acção para a mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos de dizer Adeus à “economia do conhecimento” e dizer Olá à “economia criativa “. – Gary Hamel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://jabaldaia.wordpress.com/2010/10/05/next-stop-creativity/"&gt;Jabaldaia's Blog&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-2754040899570264628?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/2754040899570264628/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=2754040899570264628' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2754040899570264628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/2754040899570264628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/10/adeus-conhecimento-ola-criatividade-por.html' title='Adeus Conhecimento! Olá Criatividade! por @jabaldaia'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKw7szfyOKI/AAAAAAAAeWo/mypS9daug0o/s72-c/living_lab.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-836730659358826318</id><published>2010-09-29T13:36:00.001+01:00</published><updated>2010-09-29T13:55:30.374+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'>Google Vs Facebook: A Battle Of Colossal Proportions [Infographic]</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKMy9NXkUII/AAAAAAAAeI8/OledXz3_sKE/s1600/google-vs-facebook1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 363px; height: 1600px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKMy9NXkUII/AAAAAAAAeI8/OledXz3_sKE/s1600/google-vs-facebook1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-836730659358826318?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/836730659358826318/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=836730659358826318' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/836730659358826318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/836730659358826318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/09/google-vs-facebook-battle-of-colossal.html' title='Google Vs Facebook: A Battle Of Colossal Proportions [Infographic]'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKMy9NXkUII/AAAAAAAAeI8/OledXz3_sKE/s72-c/google-vs-facebook1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-117659313369878601</id><published>2010-09-21T09:46:00.001+01:00</published><updated>2010-09-21T09:47:50.876+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Ken Robinson afirma que as escolas matam a criatividade</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object width="334" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SirKenRobinson_2006-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=320&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=66&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=master_storytellers;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=the_creative_spark;theme=how_we_learn;theme=top_10_tedtalks;theme=how_the_mind_works;event=TED2006;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="334" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SirKenRobinson_2006-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2006.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=320&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=66&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=ken_robinson_says_schools_kill_creativity;year=2006;theme=master_storytellers;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=the_creative_spark;theme=how_we_learn;theme=top_10_tedtalks;theme=how_the_mind_works;event=TED2006;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-117659313369878601?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/117659313369878601/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=117659313369878601' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/117659313369878601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/117659313369878601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/09/ken-robinson-afirma-que-as-escolas.html' title='Ken Robinson afirma que as escolas matam a criatividade'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-5908654819148756543</id><published>2010-09-20T13:50:00.004+01:00</published><updated>2010-09-20T14:18:21.342+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ordenamento ou falta dele'/><title type='text'>Cidades Criativas 3.0</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TJdaCvQUYKI/AAAAAAAAcDE/ES7PZleKn00/s1600/Shanghai%2BChengdu%2Bnews.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 317px; height: 201px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TJdaCvQUYKI/AAAAAAAAcDE/ES7PZleKn00/s400/Shanghai%2BChengdu%2Bnews.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518978871456981154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O conceito "Cidades Criativas" resultou da emergência das novas tecnologias e de um novo tipo de economia assente na criatividade e inovação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constatou-se que certas cidades, mais do que outras, tinham a capacidade de atrair empresas e pessoas criativas e inovadoras. Essa capacidade prendia-se então com um conjunto de condições ambientais gerais que foram descritas sucintamente pelos três T's propostos por Richard Florida, a saber, Talento, Tolerância e Tecnologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, uma Cidade Criativa implica uma população residente com um alto nível educacional, boas universidades, uma comunidade diversa, intensa dinâmica cultural, qualidade de vida, vida boémia e as mais avançadas infraestruturas tecnológicas. E, claro está, tudo em escala significativa. Ou seja, o conceito é sobretudo um roteiro que só muito poucas cidades no mundo podem aspirar percorrer no curto prazo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta perspetiva é naturalmente pouco animadora para cidades de média dimensão ou onde faltam algumas das componentes consideradas essenciais. Basta dizer que, em boa verdade, em Portugal não existe nenhuma cidade a que este conceito original se aplique. Nem Lisboa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que tenham surgido adaptações mais abrangentes. Ou seja, propondo-se uma versão 2.0 destinada a pequenas e médias cidades. Perante a crise geral o sucesso tem sido garantido. Nestes últimos anos Portugal encheu-se de Cidades Criativas. Mas os resultados reais na economia são parcos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobretudo porque se tem confundido o desenvolvimento de uma economia criativa com a criação cultural, em si mesma, que é uma coisa muito diferente. Ou seja, a cultura criativa inicial, assente na economia digital e no design, transformou-se num mero incremento de manifestações culturais, de tipo artístico, normalmente centralizadas pela própria gestão das cidades. Em suma, muitas Câmaras imaginaram que as suas cidades se tornariam criativas pelo simples facto de oferecerem mais espetáculos e exposições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal é aí que estamos. Nunca se inaugurou tanto Museu, tanto Centro Cultural, nunca se viu tanta exposição e tanto concerto. Nunca a criação cultural dependeu tanto dos dinheiros públicos e das decisões de burocratas. Em consequência, nunca a criatividade artística foi tão dependente, tão pouco livre e tão conservadora. E, já agora, nunca se desperdiçou tanto dinheiro necessário para impulsionar uma verdadeira economia criativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que é preciso pensar numa versão 3.0. Que possa aproveitar o modismo, mas num caminho mais promissor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando de lado a sempiterna questão do ensino - que apesar de muita crítica avulsa tem vindo a melhorar por via do aumento da qualidade e da população estudantil -, é evidente que faltam nas nossas cidades as condições de base para que os jovens possam desenvolver projetos de criatividade e inovação empresarial. Não se trata de mais dinheiro, mas de condições tecnológicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de gastar fundos em mais centros culturais e museus da rolha, as autarquias deviam apostar nos centros de criatividade, através da disponibilização gratuita de espaços para encontro, cooperação e produção. Algo do tipo dos já conhecidos Fab Labs, pequenas fábricas do fazer criativo, ou centros para instalação de pequenas empresas, ateliers e projetos dedicados à criatividade e inovação, como é o caso da LxFactory em Lisboa (ainda que esta de iniciativa privada). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em particular, os Fab Labs têm-se destacado como um meio de promover a economia criativa. Trata-se de pequenas oficinas com equipamentos de base digital onde qualquer jovem, ou pessoa, pode desenvolver gratuitamente os seus projetos. Neles encontram-se máquinas de impressão, corte, prototipagem, modelação 3D e outras ao serviço da imaginação e da criatividade de cada um. E servem também para encontro, trocas de informação e sinergia, fundamentais para o avanço do conhecimento individual ou de grupos. A interação é aliás a base da evolução. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a Cidade Criativa 3.0 não é tanto aquela que exibe muita criatividade, mas sim a que gera as condições tecnológicas e ambientais para que a criatividade possa emergir e desenvolver-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=444059"&gt;Jornal de Negócios&lt;/a&gt;, por &lt;a href="mailto:leonel.moura@mail.telepac.pt"&gt;Leonel Moura&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32341375-5908654819148756543?l=inovacaoeinclusao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=444059' title='Cidades Criativas 3.0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/feeds/5908654819148756543/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32341375&amp;postID=5908654819148756543' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5908654819148756543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32341375/posts/default/5908654819148756543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inovacaoeinclusao.blogspot.com/2010/09/cidades-criativas-30.html' title='Cidades Criativas 3.0'/><author><name>Frederico Lucas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12058694501233966552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TKB__JgBcqI/AAAAAAAAd2s/38HnCqKzbks/S220/fredavatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TJdaCvQUYKI/AAAAAAAAcDE/ES7PZleKn00/s72-c/Shanghai%2BChengdu%2Bnews.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32341375.post-8897575159186001949</id><published>2010-09-18T17:16:00.001+01:00</published><updated>2011-09-25T23:11:01.126+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empreendedorismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação Territorial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento Regional'/><title type='text'>City Marketing por @paulomoreira</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;div id="__ss_4028293" style="width: 425px;"&gt;&lt;strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/MKTPortugal/ubi-apresentao-paulo-moreira-4028293" title="Ubi apresentação paulo moreira"&gt;Ubi apresentação paulo moreira&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object height="355" id="__sse4028293" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ubiapresentaopaulomoreira-100509120959-phpapp02&amp;stripped_title=ubi-apresentao-paulo-moreira-4028293&amp;userName=MKTPortugal" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed name="__sse4028293" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ubiapresentaopaulomoreira-100509120959-phpapp02&amp;stripped_title=ubi-apresentao-paulo-moreira-4028293&amp;userName=MKTPortugal" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="padding: 5px 0 12px;"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; 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margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I3wdp1mC998/TJNvUneDlsI/AAAAAAAAblI/-73mUIx2eOo/s400/Canoagem_alqueva.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517876368442103490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Água a rodos, menires e antas milenares, vinhos notáveis, património a cada esquina, paisagem de cortar a respiração e, sobretudo, a vida em câmara lenta. O Alqueva, o maior lago artificial europeu, é um dos segredos mais bem escondidos da Europa, onde os portugueses atentos começam a apostar como destino de férias alternativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«ESPEREMOS que não continue a dizer-se daqui a dez anos que o Alqueva tem potencial», diz para princípio quente de conversa Jorge Vieira, 40 anos, director da Herdade do Sobroso. A voz de Jorge é crítica, lúcida, mas ainda apaixonada. Pergunta-se: o que mudou na paisagem, na marca Alqueva, na herdade, neste último ano em que o Alqueva entrou na moda e o Sobroso foi considerado um dos melhores lugares de pernoita da região? «Para já há mais gente, isso nota-se. Mas a procura está mais orientada para a calma do Alentejo e do Sobroso do que para o Alqueva. Tem o potencial de que toda a gente fala mas, tirando casos pontuais, ainda não saiu disso. Por exemplo, há muito pouca oferta de actividades na água, que é o que as pessoas procuram. Vem-se cá uma, duas vezes, e esgota-se o assunto. As actividades são irregulares e a maioria amadoras. Não há praias fluviais ou não passam da declaração de intenções. Os barcos de cruzeiros ou carreiras são escassos. Os percursos são monótonos. O comentário mais comum dos clientes repetentes é que quase nada mudou. No caso dos passeios, poderá repetir-se o percurso com originalidade se se vier numa altura diferente do ano, porque a paisagem muda. De resto, a oferta é pouca e muito concentrada neste período do Verão.»&lt;br /&gt;Pode dar-se o caso de um dia (domingo, 1 de Agosto), no pleno das férias, não haver ninguém disposto a trabalhar. As estruturas não acompanham a vinda das pessoas. E o interesse em desbravar, que é muito. Ouve-se então o insólito. «No último ano, abriu a casa de apoio à barragem com três sanitários. Já agora, o paredão é o lugar mais visitado da parte sul da barragem, junto com a Amieira. A norte é Monsaraz. Mas já fecharam a casa do lado de Portel, mais as estruturas de apoio, o café, a loja de produtos regionais. Durante meses não houve nada e agora abriu-se outra do lado de Moura.»&lt;br /&gt;No Sobroso estão hospedados por estes dias Jorge Megre e Paula Barros, um casal de Braga «em trânsito». Desconheciam a «paisagem deslumbrante» do Grande Lago, onde nada há que incomode o olhar. Na hora da despedida olharão para o Alqueva como uma nova realidade de férias prolongadas. «Viemos nas palavras encantadas de amigos que já tinham repetido. Decidimos experimentar, antes de seguirmos viagem [vindos do Algarve]. Nunca nos tinha ocorrido o Alqueva», dizem. Depois da «estada sublime» estão certos de que bisarão (ou trisarão), apenas com a ressalva de que será «numa altura menos quente, na Páscoa ou no Outono, em que até a forma de dormir muda». Sublinham ainda que as terras do Grande Lago, além de serem magníficas de horizontes, têm repastos de excelência. «Quando viajamos vamos sempre atrás da gastronomia, sobretudo a portuguesa. Esta região puxa muito ao palato», diz Jorge, de mão na barriga. «Depois, julgávamos que era um calor insuportável o dia todo, mas a barragem trouxe noites amenas e brisas apaixonantes.»&lt;br /&gt;De todas as maravilhas possíveis e imaginárias do Alqueva, «a paz» é a eleita. Para os filhos, é igualmente uma oportunidade de conhecerem a História de Portugal ao vivo, «aquilo que o Algarve (soterrado no betão) dificilmente dá à primeira vista». Em três dias fizeram a volta «maravilhada» pelas relíquias de Monsaraz, Mourão e sobretudo a cenográfica Moura, nas palavras de José Saramago «muito mais sala de receber do que lugar de passagem». Lá viram, como recordou o escritor, «o belo portal trilobado da igreja matriz, com o seu arco conopial que lembra o portal de Penamacor, e o cortesão, nada eclesiástico balcão de dossel com os seus colunelos jónicos e ferros batidos». Obra do mestre de pedraria Cristóvão de Almeida que séculos depois continua a encher de majestade o largo da aldeia.&lt;br /&gt;O único contratempo deu-se na saída de domingo, «para um almoço tardio», que por falta de lugares abertos obrigou a bater retirada de regresso ao Sobroso. «Tornou-se literalmente um almoço tardio. Almoçámos às cinco da tarde, graças à simpatia da dona Josefa.» O exemplo dá razão ao empresário hoteleiro, que alerta: «Quem tem negócios devia pensar que os turistas não vêm a horas certas, muito menos numa região onde se defende a marcha lenta e o coma devagar. Vai demorar algum tempo até as pessoas se adaptarem.» Tirando os projectos grandiosos, como o do empresário José Roquette – que vai de vento em popa e já tem uma mão-cheia de buracos de golfe esculpidos no montado da herdade das terras nobres do Roncão d’El Rey (primeira fase do projecto Parque Alqueva com abertura prevista para o primeiro trimestre de 2012, que contempla um hotel de 250 camas, um wine club e um campo de golfe de 18 buracos) –, as vilas e aldeias à volta de Alqueva vivem de negócios familiares e amadores, com o bom e o mau que isso implica. Ou seja, como diz o casal em uníssono, «é preciso usar o potencial». Sobre o Alqueva, Paula ensaia a teoria futurista: «Quem tem poder económico e procura um lugar com qualidade e discrição, encontrou aqui um paraíso – que só não interessa a quem queira fazer coisas mais mediáticas. Olhei para aqueles ciprestes e vi a Toscana. Tem afinidades na ligação da gastronomia com as casas. Tem pelo menos o potencial para ser vendido no mundo por aí. Isso e mais a força da água.»    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aldeias ribeirinhas&lt;br /&gt;Quem salta de aldeia em aldeia, Alqueva, Campinho, Estrela, Luz? na esperança de achar pernoita mais modesta, alternativa aos turismos rurais e hospedarias finas, depressa conclui que é como achar agulha em palheiro. Na Estrela, por exemplo, apontada por todos à uma como das mais belas aldeias da região, um tesouro escondido da ruralidade ribeirinha, há um único endereço para aluguer de ocasião. Chega-se lá de boca em boca, à falta de mapa, placa ou letreiro explicativo. É o senhor Diogo Vitorino, 80 anos estimados e tisnados, à soleira do seu postigo, quem anuncia uma «casita acolá mais abaixo», pertença do senhor Alexandre, onde parece que se alugam quartos ou a casa inteira, conforme as necessidades. Antes de descer à casa debaixo de impiedosa canícula, o melhor ainda é tirar as teimas no restaurante Sabores da Estrela, o inesperado gourmet do outro lado da rua. São horas de descanso, mas a proprietária, Maria José, «moça da terra», saberá informar-nos de vagas.&lt;br /&gt;A casa da Estrela é a morada solitária onde é possível um viajante instalar-se a preços do antigamente, e experimentar os novos prazeres do velho rio Guadiana. Na parede, pode ler-se a recomendação do site www.alquevacasasdecampo.com, um projecto que era para ser plural, mas acabou por ficar restrito a uma casa. Alexandre Firmo, outro homem da terra, pretendia alargar o negócio. A especulação imobiliária e a crise trocaram-lhe as voltas e ficou-se pelo casinhoto na Rua do Meirinho, n.º 16. A casa, porém, é um sortido de encantos. Um piso térreo sem janelas para a frente, de telhado a rasar a cabeça e paredes caiadas a estalar de alto a baixo com a força do calor. Passa-se a porta e desembocamos noutro mundo, um salão de tijoleira fresca, amplo e luminoso, de vista escancarada da barragem no final do alpendre e de um jardim resguardado por um muro e arvoredo de seiva árabe. Pode dormir-se do lado de fora, ao relento, num dossel de palhas sob a lua e a sombra do olival secular. Oitenta euros por noite é quanto vale o remanso em época alta (sessenta euros de Outubro a Maio).&lt;br /&gt;Na aldeia, o Sabores da Estrela é o exemplo de sucesso, invariavelmente cheio, faça chuva ou faça sol. «Temos reservas até Novembro», confessa a proprietária. O achigã frito com migas de tomate e a varanda escandalosa sobre a barragem podem explicar parte do sucesso (em particular nas noites de Lua cheia), mas Maria José sabe que muito do êxito se justifica por haver fraca concorrência. «No perímetro das aldeias ribeirinhas contam-se pelos dedos os restaurantes recomendáveis.» Dos piropos que por ali vão deixando, o mais sonante foi de um casal de espanhóis, visita recente. «Estava tudo como no guia da revista. Não houve publicidade enganosa.»&lt;br /&gt;Nos antípodas da sofisticação está o Barzeco, uma petiscaria rústica nas encostas de Mourão debruçada sobre a esteva e a água onde se come o melhor peixe grelhado do Grande Lago (e se bebe a sangria mais encorpada). Tudo por culpa do amor nos preparos da alcobacense Ana Vinagre, 49 anos, para aqui migrada com o companheiro Zeco, que «frequenta o paraíso há 25 anos». A história do Barzeco, um dos lugares mais carismáticos da barragem, é de final feliz. Mas não teve vida fácil. Ana Vinagre recapitula: «Começou por ser um quiosque de bebidas e sardinhadas (já com as terras alagadas). A Câmara de Mourão levantou logo problemas, mais os ambientalistas e os inspectores. Implicavam com tudo. Nós só alugámos a terra e queríamos fazer coisas. Temos as coisas certinhas, as licenças todas.»&lt;br /&gt;Ana, que «não tem vocação para estar parada», usou a verba do fundo de desemprego e da Segurança Social e «fez-se à vida». Quem for hoje ao Barzeco (só aos fins-de-semana e sem pagamentos com cartão), o mais certo é vê-la entre o assador, o molhe e as mesas dos convivas, numa azáfama de abelha-rainha. No Barzeco tudo é improviso e descontracção, das tábuas de madeiras de cofragem do chão, às regas de aspersão no lugar de ventoinhas de tecto, ou as cabeceiras de camas antigas junto com comedouros e bebedouros e pedras de mós (e pias baptismais) para o momento do digestivo ou da sesta proverbial. Ana é uma contadora de histórias, e das muitas que chegam à mesa a mais insólita é a do casal que ali veio de fim-de-semana, prolongou a estada por 15 dias e acabou por comprar casa no mês seguinte. «O Alqueva tem íman.»&lt;br /&gt;Nas redondezas do monte há eiras ardentes, searas ceifadas e campos de ninguém polvilhados aqui e acolá de antas e menires. O cromeleque do Xerez, trasladado do regolfo do Alqueva para perto do Convento da Orada (aldeia de Telheiro, Monsaraz), será o mais admirável, com os seus cinquenta menires datados de entre o início do quarto e meados do terceiro milénio a.C. Outros monumentos haveria a citar, como o menir da Belhôa, à entrada de São Pedro de Corval, ou o menir do Outeiro, também conhecido por menir no sítio do Penedo Comprido. O menir da Rocha dos Namorados ou a pedra do Casar é a atracção mais cobiçada de Corval. Segundo as leis das lendas, as moças da terra devem lá passar na segunda-feira de Páscoa e, viradas de costas, atirar-lhe uma pedra para cima. Caso a pedra resvale é porque há boda daí a um ano.&lt;br /&gt;Os alojamentos mais adequados nas terras do Grande Lago são os turismos rurais que juntam ao serviço de categoria as habitações genuínas alentejanas. O Monte Branco, da «alentejanesa» (misto de alentejana com inglesa de Hereford) Jane Doody, 64 anos, é talvez o exemplo mais feliz. «O Alqueva, além de trazer noites mais frescas, fez-nos puxar pela cabeça», diz Mrs. Doody, que descobriu Portugal irreversivelmente há 36 anos. As casinhas de traça típica e a atmosfera de hacienda mexicana inspirada em Frida Kahlo fazem do lugar uma das moradas mais cobiçadas dos sopés de Monsaraz. Ao entardecer no monte, seja na piscina ou derramado nas espreguiçadeiras, o viajante enamorado pelos céus altos e os aromas bravios terá um exclusivo de natureza alentejana no esplendor da sua volúpia (do aborrecimento). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Marina da Amieira&lt;br /&gt;Outro dos casos de sucesso é a Marina da Amieira, endereço do restaurante panorâmico e ancoradouro dos já famosos barcos-casa, que ganharam fama graças ao apresentador Manuel Luís Goucha, um cliente regular do Grande Lago. «É facto que o negócio cresceu. Temos dois negócios: a Amieira Marina, com os barcos-casa, a restauração, e depois temos a Ges-Cruzeiros. Os cruzeiros estão abaixo das expectativas. Em contrapartida, os barcos-casa estão a superar todos os objectivos mais optimistas. No ano passado conseguimos quatrocentas reservas. Tínhamos posto a meta das quinhentas para 2010, tendo em conta que mantemos o número de barcos. Ainda Agosto não tinha começado e já estávamos a oitenta reservas do total do ano passado», diz o administrador Eduardo Lucas.&lt;br /&gt;Comentários menos favoráveis no usufruto das terras do Grande Lago? «Ouve-se muito o lamento da falta de praias. Não é fácil nem barato implementá-las. A erosão continuada poderá vir a criar sedimentos, areia, mas essa demorará muitos anos a fixar-se. Pode colocar-se lá a areia, mas o nível da barragem, se bem que não flutue muito, é variável. Ou seja, aquilo que constitui hoje uma praia, se o nível da água baixar lá se vai a praia. Os espanhóis tentaram em Cheles mas não funcionou. Fazer uma praia fluvial com alterações de nível implica uma actuação permanente. A água sobe e há um lavar da areia, a água desce e não está lá. Não pode ser uma junta de amigos a resolver o problema. É preciso uma autoridade por detrás.»&lt;br /&gt;A queixa mais ouvida por toda a parte é a das querelas entre poderes que limitam a evolução das terras do Alqueva. «Infelizmente tenho de concordar», diz Eduardo Lucas. «Não falamos por nós, que estamos de boas relações com o concelho de Portel, o nosso anfitrião, de quem temos um apoio significativo. A nossa actividade expande-se por todo o lago e aí gostaria que houvesse uma maior colaboração e uma visão das possibilidades que traz esta actividade para cada uma das aldeias. Ou seja, cada entidade envolvida, presidente de junta, câmara, associação? deveria investir no sentido de dar condições. Assegurar bons cais, por exemplo.»&lt;br /&gt;Este ano, o lago passou a ter esses cais em Monsaraz, na Estrela e na Amieira. Mourão e Campinho também melhoraram as estruturas. Prevê-se que em 2011 estejam prontos os de Alqueva e do núcleo da barragem e da aldeia da Luz. Lucas recorda: «Essa falta de condições de acesso pela água é limitativa para todos. Neste momento, para pena nossa, desaconselhamos os nossos clientes a irem à aldeia da Luz, porque o cais não reúne condições de segurança. Ora, é lá que está um dos melhores museus da região. Depois, não é só lá meter um cais. É preciso pensar na recolha de lixo, na informação sobre a aldeia, para que quem chegue pela água saiba o que pode ver. Que leve o cliente a pensar duas vezes, que o seduza. Há evolução, mas achamos que é possível dar mais e melhor.»&lt;br /&gt;Existe uma Associação de Promotores do Alqueva, a APA. No entanto, há uma lacuna de organismos com interesses comuns no lago, além dos negócios. «Em tempos foi criada a Gestalqueva, uma empresa em que o capital está dividido entre a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) e as câmaras à volta do lago, que com toda a lógica faria a gestão turística, a promoção, que ajudaria as empresas a instalarem-se. A Gestalqueva foi sendo esvaziada de poder. Tal como a EDIA, foi encolhida da sua competência turística. Começou a ser dividida e hoje em dia não se sabe quem está no terreno e pode fazer alguma coisa ou quem tem os meios. Para ter uma ideia: no sentido de promovermos as melhorias dos cais, fizemos uma pergunta elementar à Gestalqueva é às câmaras. Digam-nos de quem são os cais que existem ao longo da barragem, para que possamos dialogar. Acredita que ainda não obtive resposta? A pergunta tem um ano e meio…»&lt;br /&gt;Por outro lado, a Associação dos Interesses Transfronteiriços do Alqueva, da qual fazem parte todos os municípios portugueses e espanhóis, tem um projecto global, com restaurantes, estradas… mas encontra-se igualmente por implementar. «Já viu o desperdício que é o Guadiana [o barco de cruzeiros], que leva 120 pessoas de cada vez e que podia atracar nos cais dessas aldeias sem ser só para ver as vistas? Ao fim-de-semana transportamos facilmente quinhentas pessoas. Podia haver uma rota gastronómica nas aldeias, ou de vinhos. O potencial continua em aberto», desabafa Lucas. «O turismo fluvial é anual, não se limita a um par de estações. Essa é outra das grandes mais-valias», resume.&lt;br /&gt;A Amieira Marina aumentou entretanto as suas parcerias com a Livre de Amarras, no sentido de implantar a vela e uma cultura náutica inexistente. Fez ainda uma parceria com a Brake, para ocupação de tempos livres, com moto-4, slide, rappel o geocatching. Criou também, com a Babika, uma nova parceria na área do speedboat, da banana e da bóia rebocada. Por último, a parceria com a Sudeurosky, uma empresa já estabelecida em Portugal, encontrou na Amieira as condições ideais para poder evoluir. Trata-se de uma empresa que faz estágios de esqui, wakeboard e babyski (para crianças a partir dos 4 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polémica com as águas de Espanha&lt;br /&gt;Desde o fim de 2008 que foi proibida a navegação pelos espanhóis na parte espanhola do Guadiana internacional, acima da vila de Monsaraz. «Desconhecíamos a situação caricata até termos dois clientes multados. Verificámos que tinham saído normas internas da Confederação Hidrográfica do Guadiana que proibiam a navegação e tentámos o contacto, mas fomos logo alertados que de nada adiantava. Era cumprir e calar. Isto impede obviamente a atracagem no lado espanhol, o que torna a situação ridícula, pois os espanhóis, mais avançados do que nós, anteciparam-se e construíram logo cais em Cheles, em Vilarreal, em Vilanueva del Fresno.» Agora esses cais são ilhas. Os espanhóis (como foi dito à imprensa espanhola pelo próprio alcaide Angel Garcia) teriam todo o interesse em ter lá portugueses. Afinal os clientes vão almoçar, às compras? Graças àquela lei, os clientes deixaram de ir ou vão por sua conta e risco.&lt;br /&gt;Quem não arrisca é a Gesalqueva. «Com um barco de cruzeiro carregado de centenas de pessoas não vamos arriscar-nos a um incidente internacional. Se a questão é a segurança, basta que façam como nós fizemos: colocámos bóias nas zonas perigosas. Não há nenhum registo de acidente. Se a questão tem que ver com Olivença ou não, desconheço. Se tiver é caricata e constrangedora. Tanto mais que estivemos presentes lado a lado na última Bolsa de Turismo de Lisboa, com os espanhóis a promoverem o Alqueva com grande pompa, até mais do que nós, sendo que a nossa área navegável é muito maior. Abordámo-los lá e os próprios dinamizadores desconheciam o que estava a passar-se e as normas em vigor.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As barcas da fantasia&lt;br /&gt;Mário Ramalho, 40 anos, oleiro de ofício em São Pedro de Corval, marinheiro de ocasião, é um dos raros barqueiros que se faz solitariamente às águas do Alqueva para «passeios turísticos e piscatórios». Este é o terceiro Verão na faina e «a coisa tem vindo a ganhar forma», diz à NS? no ancoradouro de Monsaraz, onde estaciona o barco. Das 10h00 às 18h00, todos os sábados e domingos, a barca do Alqueva Cruzeiro não pára. De semana, abranda o movimento, mas «felizmente roda». O oleiro-marinheiro lamenta apenas as restrições «absurdas» nas águas espanholas, a falta de praias ou que não possam fazer-se refeições a bordo, e que haja magra oferta nas aldeias. «Se não se trouxer o farnel passa-se fome.» Depois, frisa, «é uma pena ter-se esta água toda e não poder ficar aqui a dormir e a desfrutar. O turismo deve ser controlado para não abandalhar, mas há coisas que devem fazer-se. Parques de campismo, por exemplo, agora até se fazem ecológicos.»&lt;br /&gt;Enquanto falamos com os pés a dar e dar na borda da água tépida chegam levas de gente como os chineses Emi e as suas duas filhas sino-alentejanas que chamam ao Alqueva «bom bom»; um jovem casal nortenho em disponibilidade amorosa em fuga «ao crowd do litoral»; pescadores de achigãs, o peixe mais estimado da barragem; e um paradigmático elenco de Moura que arma o toldo, dispõe o recheio de enchidos da marmita e ajunta-se numa animada rodinha para um piquenique sobre as urzes bravas e o cascalho.&lt;br /&gt;«Tiraram-nos a praia da Carraça. Temos de nos amanhar com o que há», diz, jocoso, o chefe da casa. E a provar de que «não se está nada mal» arreia o calção e atira-se em mergulho encarpado (de tanga cintada) às águas mornas, mansas e desertas da barragem.&lt;br /&gt;Passa então no molhe Fernando Nunes de Carvalho, 63 anos, assíduo da barragem todos os fins-de-semana e «alquevista» imparável. «Toda a gente dizia que isto era uma asneira. Agora é o segredo mais bem escondido da Europa», proclama alto e bom som, antes de soltar amarras. Fernando faz questão de nos levar a bordo do seu barco SunDecker, para desvendar o antes e o depois, e os prós e os contras do Grande Lago – incluindo nos prós o facto de não haver limite de barcos, excepto no tamanho, sete metros de calado. Fernando é do tempo em que se fazia o Alqueva do Guadiana a cavalo e se atravessava o rio a pé em anos de seca. Participou na «Despedida do Guadiana», um raide organizado por José Megre, o falecido viajante das setenta partidas. «Era uma maravilha, mas não tenho saudades. Era outra coisa. Agora faço coisas que nunca faria. Como levar os meus netos a ver ilhas desertas ou grutas cheias de água que antes eram abrigos de pastores e de que já ninguém conta a história. Em Portugal há um par de lugares assim. O outro é a barragem de Moncorvo, no rio Sabor. Digam-me um lugar no mundo onde se pode encostar o barco e fazer um piquenique à sombra de uma oliveira ou andar de porto em porto a fazer rotas de castelos milenares?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saramago e o Alqueva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Do morro fortificado de Monsaraz desceu à planície. Isto é como estar fora do mundo. Os leitos das ribeiras são correntes de pedras requeimadas de sol, chega-se a duvidar que alguma vez levem água, tão longe ela está neste momento, sequer, de simples promessa. Por este andar, o viajante, se o espremem, não deita gota. Vai assim, outra vez entorpecido, quase ao diabo dando o viajar, quando de repente lhe aparece um rio. (?) Por sim, por não, consulta o mapa, a ver se nestas latitudes se assinala curso de água permanente. Cá está, o Guadiana! Era o Guadiana, aquele mesmo que bravio se lhe tinha mostrado em Juromenha e que depois abandonara. Amável Guadiana, Guadiana delicioso, rio que do paraíso nasces! Que faria qualquer viajante, que fez este? No primeiro sítio onde da estrada facilmente se chega ao rio, desceu, num resguardo se despiu e em dois tempos estava na água clara e fria, parece impossível que exista uma temperatura assim. Por mais tempo do que à viagem convinha esteve refocilando na límpida corrente, nadando entre as fulg
